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Vaidade do brasileiro impulsiona novos negócios

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Rodrigo José, Mayra Morais e Eduardo Pacheco são o trio empreendedor na base da franquia Fast Massagens

Em Goiânia, Fast Massagem chega ao primeiro ano com 12 lojas e lança novas massagens em seu aniversário em oito de novembro

É de conhecimento popular que o brasileiro é um povo muito vaidoso. Segundo uma pesquisa da Opinion Box realizada em 2023, 47% dos brasileiros consideram que a aparência física está relacionada à própria felicidade, uma autopercepção altamente influenciada pela na Era Digital. Outra pesquisa publicada pela Universidade de Brasília realizada em 2022 aponta que 30% de seus respondentes afirmam que as mídias sociais tiveram influência direta na percepção sobre seu corpo. 

Mayra Morais, sócia fundadora da Fast Massagens

Essa valorização da imagem tem impactado diretamente no crescimento do mercado da beleza. Em Goiânia, capital de Goiás, a Fast Massagem, a primeira franquia brasileira de massagens sem hora marcada, comemora seu primeiro ano de atividade com um marco significativo: a venda de 12 franquias em 12 meses e com expectativa de fechar o ano com 15 unidades. Esse recorte representa uma realidade próspera para novos empreendedores no mercado da beleza. 

“Foram 12 meses intensos, com muito aprendizado e evolução constante. Nosso objetivo é oferecer algo novo e acessível para nossos clientes, e o crescimento expressivo da marca mostra que estamos no caminho certo”, destaca a enfermeira Mayra Moraes, que fundou o negócio em sociedade com o empresário Eduardo Pacheco e o médico Rodrigo José. 

Com a meta ambiciosa de encerrar 2025 com 40 unidades ativas, a expectativa para o próximo ano é de alcançar mais 30 franquias vendidas. Outro passo importante para o futuro da marca será dado pela Mayra, que em 2025 embarca para o exterior para se especializar e trazer novas tendências que ainda não estão disponíveis no Brasil, garantindo inovação contínua e exclusividade para o seu negócio.

O serviço carro-chefe da rede é a técnica de lipo manual, desenvolvida pela Mayra, que consiste em drenagem, modelagem e redução de medidas. Também são oferecidas a drenagem linfática, reflexologia podal, lifting facial, anti stress, drenagem pós-operatório, fast detox, drenagem pré-natal e drenagem pós-parto com taping. Ainda, são oferecidos outros tipos de tratamento com o uso de aparelhos, como criolipólise, lipo sem corte, corrente aussie e ultrassom pós-operatório. No aniversário de um ano da franquia, a ser celebrado em brunch no dia 8 de novembro, haverá o lançamento de duas novas massagens.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

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Casamento no litoral cearense

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Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.

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Café da Tarde

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Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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