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Verse Skincare chega a Goiânia com lançamento do Sérum Facial Intenso.

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Sócias Vanessa de Sá e Bethânia Simões da Verse Skincare.

Encontro propõe diálogo entre beleza e arte, reforçando o olhar da marca para a pele 40+ e a filosofia slow beauty.

A Verse Skincare, marca de cosméticos premium voltada para mulheres 40+, acaba de ser lançada no Brasil com a proposta de redefinir o cuidado com a pele, e fará seu lançamento em evento exclusivo e fechado para convidadas nos dias 21 e 22 de outubro, na Casa Arte Plena, em Goiânia.

Com a presença das sócias Bethânia Simões, executiva com 25 anos de experiência na indústria da beleza na Europa e passagem por grandes marcas internacionais atuando como C-Level em países como Itália, Espanha, Irlanda e Inglaterra, e Vanessa de Sá, especialista no mundo jurídico e da comunicação com 27 anos de trajetória, a marca apresentará seu Sérum Facial Intenso, um produto de alta performance desenvolvido no Brasil e validado em Milão.

O primeiro produto da marca se destaca por ter em sua formulação 8,3% de biopeptídeos que atuam na hidratação, regeneração, firmeza e luminosidade da pele.

Dermatologicamente testado com nanotecnologia de absorção inteligente, o tratamento entrega resultados visíveis em apenas 30 dias.

“Trabalhei com grandes marcas ao longo da minha carreira, mas sentia falta de um olhar verdadeiro para a mulher 40+.

Ao completar 50 anos, decidi realizar o sonho de lançar uma marca de cosméticos que acolhe, valoriza e entrega resultados para mulheres reais.

Além disso, nos inspiramos na filosofia do slow beauty, entregando uma fórmula limpa, livre de excessos, com ingredientes funcionais de alta performance que entregam resultados consistentes, respeitando a pele e a história de cada mulher”, afirma Bethânia Simões, fundadora e responsável pela concepção científica e criativa da Verse Skincare.

Fundada em agosto de 2025, as vendas da Verse Skincare acontecem 100% online pelo site da marca (https://verseskincare.com.br/).

Movimento pró-aging

Mais que um cosmético, a Verse Skincare propõe um movimento pró-aging.

Trata-se de uma filosofia que rejeita a pressão de “parecer mais jovem” e, em vez disso, convida a mulher a se reconhecer em cada fase da vida, com autoestima, orgulho e autenticidade.

É sobre acrescentar vida aos anos, e não apenas anos à vida — cultivando beleza, saúde e presença.

“Todas as nossas fotos são sem filtro, com mulheres de verdade, porque acreditamos que a beleza está justamente nessa autenticidade — em cada marca que a pele carrega.

Queremos celebrar quem somos, respeitar o tempo e valorizar histórias de vida, envelhecendo bem e nos sentindo bonitas e cuidadas.

Tudo isso com propósito e produtos de alta qualidade.

Nossa proposta é que cada mulher possa se ver, se valorizar e descobrir que o autocuidado é um gesto de presença”, destaca Vanessa de Sá, sócia e cofundadora da Verse Skincare.

Comunidade e propósito

A Verse Skincare também nasce como uma comunidade de mulheres 40+.

Um espaço para acolher, ouvir e compartilhar experiências, materializado em iniciativas como os encontros “Ao Redor do Fogo”, realizados a cada dois meses, para discutir temas relevantes ao universo feminino.

Segundo as sócias fundadoras, a ideia é ir além da beleza física e proporcionar acolhimento às histórias de cada mulher, criando conexão por meio do autocuidado.

Sobre a Verse SkincareFundada em 2025 por Bethânia Simões e Vanessa de Sá, a Verse Skincare é uma marca de cosméticos premium voltada para mulheres 40+.

Com sede no Brasil e expertise internacional, a empresa combina formulações inteligentes e ingredientes de alta performance em produtos desenvolvidos no Brasil e validados na Itália, dermatologicamente testados.

Mais do que cosméticos, a Verse oferece um convite ao autocuidado, à autenticidade e ao pertencimento.

Verse Skincare

Danielle Flöter

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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