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Vinhos que Abraçam a Alma

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Cada vinho carrega um significado: o que conforta, o que celebra, o que une. Há os vinhos que aquecem, eternizam instantes e acompanham a vida em suas alegrias e melancolias.

Existem vinhos que falam. Não com palavras, mas com aromas que despertam lembranças, texturas que embalam sentimentos e sabores que se entrelaçam ao instante, tornando-o eterno. Há vinhos que acolhem, que seguram pelas mãos nos dias de incerteza e que celebram ao nosso lado quando a vida sorri. São vinhos que não apenas aquecem o corpo, mas que envolvem a alma, preenchendo silêncios e tornando o tempo mais generoso. Nos dias frios, quando o vento se enrosca nos ombros e o mundo parece mais distante, um tinto encorpado é como um cobertor quente. Um Syrah robusto, um Malbec envolvente ou um Cabernet Sauvignon de guarda nos lembram da força que carregamos por dentro. O primeiro contato com o paladar é quase um reencontro com a própria essência — um suspiro profundo de quem se aconchega na própria existência. O vinho se espalha pela boca com a mesma intensidade de um abraço apertado, daqueles que fazem o peito vibrar de reconhecimento. Cada instante é um convite para desacelerar, fechar os olhos e sentir. E os  dias de sol, quando a vida brilha como um final de tarde dourado, os vinhos leves e refrescantes dançam na boca com a delicadeza de uma brisa. Um Chardonnay amanteigado, um Sauvignon Blanc vibrante ou um Rosé seco e elegante trazem a sensação de liberdade, de pés descalços na areia, de um riso solto que ecoa na memória. São vinhos que fluem como a leveza de um momento sem pressa, que tocam os lábios com suavidade e desenham histórias na pele. O vinho branco que refresca, o rosé que brinca, o espumante que explode em pequenas bolhas de felicidade. O amor tem muitas formas — pode ser paixão intensa, ternura delicada, ou aquele afeto sereno que se constroi com o tempo. Para os corações incendiados, um Pinot Noir sedoso e misterioso ou um Grenache apaixonado. Para os encontros cheios de nuances, um Champagne brut ou um espumante rosé que estalam na língua como beijos roubados. Para os amores que são abrigo, um Bordeaux clássico, que amadurece com o tempo e se torna ainda mais valioso. O vinho do amor não é apenas para brindar. Ele desperta sentimentos, convida ao toque, faz o olhar demorar-se mais. O vinho do amor é aquele que se bebe devagar, em taças que se encostam como mãos que se entrelaçam, num silêncio que diz mais do que qualquer palavra. Solidariedade é sobre partilha. Sobre oferecer o que temos de melhor, seja um gesto, uma palavra ou um cálice generoso. Para os momentos de encontros sinceros, de conversas que aquecem, um Carmenère acolhedor ou um Zinfandel intenso, que carregam em seus taninos a sensação de braços entrelaçados. O vinho da solidariedade é aquele que se divide, que aproxima, que faz com que uma mesa rodeada de amigos se torne um lar. É aquele que preenche os vazios de uma noite solitária e que transforma desconhecidos em cúmplices. Há vinhos que servimos com generosidade, que fazem circular a vida em brindes espontâneos, que nos ensinam que o verdadeiro luxo não está na garrafa, mas na companhia. A gratidão tem o brilho dourado daquilo que é raro e essencial. Para agradecer à vida, a um instante, a uma presença, um vinho que carrega luz: um Sauternes delicado, um Riesling alemão com notas de mel, um Vinho do Porto Tawny, cheio de histórias dentro da taça. O vinho da gratidão pede um brinde sincero, um olhar nos olhos, um coração aberto para reconhecer os presentes do tempo. Ele é como um perfume de final de tarde, como uma prece murmurada ao universo. A gratidão se sente na pele, se saboreia devagar, se prolonga na boca como um vinho que não queremos que acabe. O vinho é a celebração da vida. É o instante que se eterniza em um brinde, a alegria compartilhada em uma mesa repleta de sorrisos. Ele marca os encontros e os reencontros, convida à pausa em meio à correria e transforma o comum em extraordinário. O vinho nos lembra que viver é degustar cada momento com a alma desperta, que a vida merece ser sentida com intensidade, com poesia e com a simplicidade de um instante que abraça. Ele acompanha os ciclos, os rituais, os momentos que marcam a jornada. Está na taça solitária de um viajante que contempla o desconhecido e na garrafa aberta entre amigos que celebram uma nova etapa. O vinho escorre entre o tempo e nos lembra que viver é uma arte. Há dias em que o peso do mundo precisa ser dissolvido em algo fresco, borbulhante, quase etéreo. O vinho da leveza é aquele que nos faz sentir o instante sem esforço. Um Prosecco brincalhão, um Vinho Verde dançante, um Branco siciliano de brisa mediterrânea. São vinhos que não exigem grandes reflexões — apenas a entrega ao momento e a celebração do agora.E no fim, que reste sempre um sabor de vinho e um verso na alma. Que cada taça derrame afeto, que cada brinde seja um abraço. Porque o vinho é mais que um líquido precioso dentro da taça. Ele é presença, é companhia, é sopro de vida. É memória líquida, é poesia em goles lentos. Que cada sabor nos faça lembrar: viver é brindar, E brindar é sentir.

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Monólogo “Espiraldemí”

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Estreia em Brasília e convida o público a refletir sobre memória, ancestralidade e a construção do corpo brasileiro

Espetáculo de Likidah Mazindandú, com direção de Diadorim Silva e Letícia Medeiros, realiza apresentações gratuitas entre os dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.

O que constrói o que é ser brasileiro? É a partir dessa pergunta que nasce Espiraldemí, monólogo escrito, concebido e interpretado por Likidah Mazindandú, que estreia em Brasília nos dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, às 19h, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.

Com entrada gratuita, mediante retirada de ingressos pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290) o espetáculo propõe uma travessia entre passado, presente e futuro para revisitar memórias individuais e coletivas, questionando os processos históricos que moldaram a identidade brasileira.

A dramaturgia reflete sobre a história do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas.

Rememorando histórias de brasileiros atravessados pela violência colonial e pelo Estado, a obra convida o público a refletir sobre a necessidade de construir uma política de memória e resistência.

Entre lembranças pessoais e coletivas, investiga os impactos das políticas de embranquecimento, os apagamentos históricos produzidos pelo colonialismo e os caminhos de retorno às ancestralidades negras como possibilidade de construção de futuroMais do que uma narrativa linear, Espiraldemí compreende o tempo como uma espiral em constante movimento.

Inspirado em cosmopercepções afro-brasileiras e no cosmograma bakongo, o espetáculo articula teatro, dança emúsica para criar uma experiência cênica em que passado, presente e futuro coexistem.

Em cena, histórias de violência, permanência, resistência e reinvenção se entrelaçam na busca por uma atualização que resgate as “configurações originais” desse corpo brasileiro.

“Caminhar para a sétima direção, em muitas tradições, é o caminho do autoconhecimento. Esse é o percurso de Espiraldemí.

Um monólogo que rememora a construção do território brasileiro, as políticas de esquecimento e apagamento racial, a construção da branquitude brasileira e a necessidade de retorno às tradições, à terra e ao território para a concepção de futuros possíveis”, afirma Likidah Mazindandú.

Para a direção, assinada por Diadorim Silva e Letícia Medeiros, a montagem estabelece um diálogo entre ancestralidade e tecnologia.

“O que acontece quando a virtualidade clama por uma atualização de um sistema sobrecarregado de traumas? Espiraldemí apresenta um encontro entre o humano e o robótico, onde o esquecimento é vendido como remédio e o progresso é pintado de branco.

A peça convida o público a romper o silêncio e a encarar o reflexo de um solo sagrado, mas roubado”, destaca Diadorim.

A preparação corporal, conduzida por Mylena Edna, investiga a construção da identidade de um corpo formado pelo encontro de raízes afro-indígenas e atravessado pelo colonialismo.

A encenação cruza histórias reais, personagens simbólicos e questões contemporâneas, como o capitalismo, a destruição do Cerrado e as permanências das violências estruturais, reafirmando o teatro como espaço de elaboração da memória e de imaginação de outros futuros.

A estreia de Espiraldemí marca a chegada aos palcos de uma dramaturgia que propõe revisitar a história do Brasil por meio de perspectivas afrodiaspóricas.

Ao articular ancestralidade, memória e resistência em uma linguagem que reúne teatro, dança, música e projeções, o espetáculo reafirma a potência da produção teatral do Distrito Federal e amplia o debate sobre identidade, pertencimento e construção de futuros possíveis.

A dramaturgia da obra também está publicada pela Editora Minimalismos e segue disponível para aquisição no catálogo da editora, permitindo que leitores conheçam o texto para além da experiência cênicas.

Comprometido com a democratização do acesso à cultura, Espiraldemí oferece recursos de acessibilidade em todas as apresentações.

Todas as sessões contarão com interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo maior acesso ao público surdo.

Já as apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também contarão com audiodescrição, ampliando a experiência de pessoas cegas e com baixa visão.

A iniciativa reafirma o compromisso da produção com uma experiência artística inclusiva, reconhecendo a acessibilidade como parte essencial do direito à cultura.

O espetáculo é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sobre o autor

Likidah Mazindandú é artista, dramaturgo, escritor e educador nascido e criado no Distrito Federal.

Graduado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduado em Cultura e Educação pela FLACSO Brasil, desenvolve pesquisas e criações que articulam ancestralidade, memória, corpo e cosmopercepções afrodiaspóricas.

Sua atuação transita entre o teatro, a performance, a literatura e as artes visuais.

Vencedor da Premiação Sesc de Jovem Dramaturgia em 2018, é autor de dramaturgias, performances e publicações que investigam as relações entre identidade, território e imaginação de futuros para corpos historicamente marginalizados.

Em Espiraldemí, sua mais recente criação cênica, aprofunda essas investigações ao refletir sobre a formação do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas, propondo um diálogo entre memória, ancestralidade e resistência.

SERVIÇO:

Espetáculo Espiraldemí

Datas: 1º, 2, 8 e 9 de agosto. 

Horário: às 19h.

Local: Espaço Pé Direito – Vila Telebrasília. 

Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada pelo Sympla.

Retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290 

Acessibilidade:

Todas as sessões contam com intérprete de Libras.

As apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também terão audiodescrição.

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Image Hunter promove treino na Serra da Canastra com Jorge Negretti.

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Piloto multicampeão percorreu diferentes trechos testando a DesertX, da Ducati, big trail que estará presente na 34ª edição do Sertões Petrobras 2026.

A convite da Image Hunter, o lendário piloto do motocross nacional Jorge Negretti testou a Ducati DesertX, modelo que fará parte da estrutura da equipe durante o Sertões Petrobras 2026.

A ação, realizada no mês de julho, levou Negretti e Adriano Galante, piloto oficial da equipe Ducati Image Hunter Rally Team, a percorrerem trechos da Serra da Canastra para avaliar o desempenho da big trail em diferentes condições de terreno.

Durante os treinos, a Ducati DesertX passou por cenários de avaliação, demonstrando desempenho, resistência e preparação para os próximos desafios.

A motocicleta será um dos destaques da Image Hunter, equipe oficial da Ducati, na 34ª edição do Sertões Petrobras, que acontecerá entre os dias 22 e 30 de agosto de 2026.  

“A presença dele reflete um momento importante para os nossos projetos e reforça o compromisso que temos em trazer o melhor do motociclismo para Goiás.

Estamos preparando novidades para os próximos meses, com uma agenda focada em novas ações com Jorge Negretti que devem movimentar o universo do motociclismo”, afirma Walmir Cunha, fundador da Image Hunter.

A atividade também marcou o início de uma nova fase de preparação, com foco no planejamento técnico e operacional para as competições. Nos próximos dias, representantes da Image Hunter participarão de eventos que integram o calendário da temporada.

A programação terá início com o inédito Sertões Series Paraná, dando sequência a uma série de ações que antecedem o Sertões Petrobras 2026.

 Sobre Walmir Cunha e a Image Hunter Natural de Goiânia, o advogado e empresário Walmir Cunha transformou uma paixão pessoal em um projeto empresarial voltado ao universo das duas rodas.

Apaixonado por motociclismo, percorreu mais de 45 países de motocicleta, acumulando experiências que deram origem à criação da Image Hunter.Inicialmente voltada para a organização de expedições e experiências de mototurismo, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos e passou a desenvolver projetos ligados à produção de conteúdo, treinamento, experiências exclusivas e articulação de eventos esportivos, como a vinda do MotoGP, Campeonato Brasileiro de Motocross e Campeonato Sul-Americano de Motocross para Goiânia.

Hoje, a Image Hunter atua conectando marcas, pilotos, competições e entusiastas do motociclismo, com iniciativas que vão desde viagens internacionais até a participação na realização de eventos de grande porte. Entre os projetos futuros estão novas expedições para França, Estados Unidos e Argentina, além da segunda edição da Volta Motociclística, evento que busca resgatar a história do motociclismo em Goiás e valorizar o patrimônio cultural de Goiânia.

FatoMais Comunicação

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Gigante de telecom 100% brasileira chega a Goiás com 5G em 62 cidades

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Operação da Brisanet tem início no segundo semestre e prioriza cidades goianas com menos de 30 mil habitantes abrindo vagas em vendas, atendimento e suporte Goiás terá 62 cidades incluídas no plano de expansão móvel da Brisanet, telecom 100% brasileira.

A companhia iniciou em julho sua chegada ao Centro-Oeste e prevê ativar o sinal 5G em municípios goianos de pequeno e médio porte ao longo do segundo semestre de 2026. 

A expansão faz parte das metas assumidas pela empresa no leilão do 5G da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizado em 2021.

No Centro-Oeste, a Brisanet pretende ativar o serviço em 115 cidades ainda este ano, sendo 62 em Goiás e 53 em Mato Grosso do Sul. 

Segundo a companhia, a prioridade será atender municípios com menos de 30 mil habitantes, perfil que concentra parte relevante das cidades goianas.

A estratégia busca ampliar o acesso à infraestrutura digital fora dos grandes centros urbanos, com potencial impacto em áreas como agronegócio, saúde, segurança pública, comércio e serviços.

Na prática, o 5G representa uma nova etapa da conectividade móvel, com internet mais rápida, menor tempo de resposta e maior capacidade para conectar pessoas, empresas, máquinas e serviços ao mesmo tempo.

Para cidades menores, a chegada dessa infraestrutura pode ampliar o acesso a soluções digitais, facilitar o uso de tecnologias no campo, fortalecer serviços de saúde e segurança e abrir novas possibilidades para comércio, educação e atendimento remoto. 

Com o início da operação no Centro-Oeste, a Brisanet também prevê a criação empregos diretos em Goiás, em áreas como vendas, atendimento e suporte externo. 

“A chegada da Brisanet ao Centro-Oeste reforça nosso propósito de democratizar o acesso ao 5G e ser um motor de desenvolvimento socioeconômico para as cidades.

Vamos conectar as áreas mais remotas, destravando o potencial de segmentos fundamentais da economia, como agronegócio, segurança e saúde”, afirma Jordão Estevam, diretor Comercial e de Marketing da Brisanet. 

Fundada em 1998, a Brisanet tem mais de 9 mil colaboradores e está presente em todos os estados do Nordeste.

A empresa atende mais de 1,5 milhão de clientes em banda larga fixa na região e, na operação móvel, soma mais de 1 milhão de clientes em mais de 320 municípios.

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