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WAM Group

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Mês de julho supera meta e é marcado por recordes de faturamento no setor de turismo

WAM Group chegou aos R$ 200 milhões no período de férias. Resultado contempla as entregas de hotelaria, multipropriedade e parques aquáticos do grupo

2023 tem sido um bom ano para o Turismo Brasileiro. Em maio deste ano, o país contou com o maior faturamento para o período desde 2014. De acordo com a pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), divulgada na última semana de julho, o faturamento somou R$ 36,1 bilhões, com aumento de 8,6% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 4% na comparação com abril deste ano. Seguindo a tendência, julho foi um mês surpreendente para gigantes do setor como o WAM Group, que chegou a faturar mais de R$200 milhões em suas operações pelo país.

Atuando em cenário nacional desde 2013, o grupo emprega hoje direta e indiretamente mais de 6 mil pessoas, nos setores de hotelaria, multipropriedade, parques aquáticos e clube de férias. O CEO do WAM Group, Lucas Fiuza, analisa que as perspectivas para o setor e a marca são as melhores possíveis. “O mercado continua no ritmo da retomada com números em tendência ascendente. Nesse cenário, a companhia vem demonstrando antifragilidade ao absorver a alta temporada no início de uma reestruturação e choque de gestão que já vem apresentando resultados antes do esperado. Chegamos aos R$ 200 milhões em vendas somente em julho, considerando nossas operações de multipropriedade, hotelaria e parques”, reforça.

Lucas explica que o WAM Group também vem passando por uma revisão completa no modelo de negócio, que visa otimizar os processos e melhorar a experiência de todos os envolvidos. “Toda a ação está imersa na premissa da inovação e da ampla digitalização do negócio, que abrirá uma nova fronteira na nossa história. Por fim, mas não menos importante, a relação com investidores, sócios, parceiros e clientes, pilar que está em franco desenvolvimento para atualizar a percepção do WAM no mercado e de acordo com seu novo momento”, esclarece.

Multipropriedade

Para aqueles que gostam da experiência de viajar, a multipropriedade tem propiciado o acesso mais facilitado ao modelo de aquisição de imóveis de férias, o que vem crescendo ao longo dos últimos 10 anos.  O WAM Group, por exemplo, conta com 21 salas de atendimento estrategicamente instaladas pelo país e uma carteira de 19 empreendimentos sendo comercializados. 

Após a compra de uma cota, o cliente tem à sua disposição, além do empreendimento adquirido, outras opções de destinos, o que representa mais economia e uma oferta maior de experiências, administrada por quem tem tradição no ramo. “Depois de uma década de acúmulo de conhecimento e muito crescimento, integramos  a experiência da viagem por meio dos serviços de incorporação imobiliária, hotelaria, parques, programa de fidelidade e intercâmbio de férias. São mercados que nos proporcionaram uma visão ampla que está sendo a base de toda a reestruturação e melhoria do modelo de negócio, que segue sendo lastreado pela propriedade imobiliária escriturada e herdável”, reforça o CEO do WAM Group, Lucas Fiuza.

WAM Fidelidade

Outra vantagem da multiprorpiedade para quem adquire uma cota no WAM Group é o clube de viagens WAM Fidelidade. Os benefícios possibilitam desde a compra de passagens aéreas mais baratas à utilização de suas milhas, além do intercâmbio de destinos. “O programa de fidelidade e intercâmbio de férias está passando por uma forte mudança. Nosso porte e portfólio nos permite oferecer muito mais para nossos clientes, agregando novas parcerias e vantagens no programa, sem aumento de custo para o consumidor final. Temos consciência de que há melhorias a serem feitas e os clientes sentirão essa diferença de forma clara agora no segundo semestre, quando o impacto das intervenções começarem a dar frutos”, explica Lucas.

Hotelaria e Parques

Seguindo a tendência nacional em suas operações hoteleiras, o WAM Group também saiu na frente, já que o mês de julho surpreendeu com resultados acima da média. Em Caldas Novas (GO), a ocupação dos cinco hotéis do grupo na cidade chegou aos 95%, número 4% maior que em 2022. Nos quatro parques aquáticos da rede na cidade – Kawana Park, Náutico Praia Clube, Clube Privé e Water Park -, foram recebidos mais de 150 mil visitantes no mesmo mês. Já nos demais destinos, como Porto Seguro (BA), Penha (SC), Búzios (RJ), e Aquiraz (CE), a ocupação atingiu os 90%, enquanto no ano passado, não ultrapassou os 77%, ou seja, uma recuperação de 16% no período.

Sob a gestão hoteleira do WAM Group, estão empreendimentos como o Solar Pedra da Ilha (SC), Búzios Beach Resort (RJ), Dom Pedro Laguna Beach Resort & Golf (CE), Ondas Praia Resort (BA), além de cinco complexos hoteleiros em Caldas Novas (GO) – o Praias do Lago Eco Resort, Ilhas do Lago Eco Resort, Privé Boulevard Suíte Hotel, Privé Thermas Hotel e Privé Riviera Park Hotel. Juntos foram responsáveis por mais de 350 contratações para a temporada de férias. “Nossa projeção inicial para as férias de julho era de uma média de 80% de ocupação e um faturamento de R$28 milhões. Fomos além, chegando a um faturamento para o mês de férias superior aos R$42 milhões”, conclui Lucas Fiuza.

Sobre o WAM Group

O WAM Group é pioneiro na comercialização de multipropriedade no Brasil. Com foco estratégico no ramo turístico-imobiliário de eventos e lazer, oferece um modelo que possibilita a milhares de famílias realizar seus sonhos e experiências de férias a partir de uma estrutura sólida, sustentável, profissional e de credibilidade. Atenta a soluções completas para a carteira de mais de 100 mil clientes, tem sob sua gestão a administração, onze hotéis pelo país e quatro parques aquáticos, além de 21 salas de comercialização de multipropriedades imobiliárias, localizadas nas principais praças turísticas do país. A estrutura sólida e bem-sucedida envolve uma equipe superior a 3.000 colaboradores e parceiros.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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Homenagens

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O conselheiro decano do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, José Wagner Praxedes, e o primeiro vice-governador do Estado, Darci Martins Coelho, foram homenageados na última quinta-feira (29) pela Câmara Municipal de Araguatins, na região do Bico do Papagaio.

Na ocasião, José Wagner Praxedes recebeu o título de Cidadão Honorário, enquanto Darci Martins Coelho foi agraciado com o título de Cidadão Araguatinense, em reconhecimento às suas trajetórias e contribuições para o Estado do Tocantins.

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Expositores levam inteligência artificial para o dia a dia das indústrias

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Soluções baseadas em IA ganham força entre os participantes da feira de inovação e tecnologia industrial, que ocorre de 27 a 29 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia.

O número de indústrias no Brasil que utilizam soluções de inteligência artificial (IA) mais que dobrou em dois anos, segundo a Pesquisa de Inovação Semestral (Pintec), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento, feito com 1.731 empresas de um universo de 10.167 companhias com 100 ou mais empregados, mostra que o uso de IA nas indústrias brasileiras saltou 163% entre 2022 e 2024.

A pesquisa aponta que a adoção da tecnologia cresce conforme o porte da empresa.

Nos negócios com 500 ou mais funcionários, 57,5% utilizam soluções de IA. Nas companhias que têm entre 250 e 499 empregados, o índice é de 42,5%, e cai para 36,1% naquelas com 100 a 249 trabalhadores.

Aproximar a IA da realidade fabril é um dos objetivos da 3ª Feira de Negócios e Soluções para a Indústria Goiana (Expoind), que será realizada de 27 a 29 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia.

O evento reúne fornecedores de serviços, insumos, equipamentos e tecnologia. Grande parte dos cerca de 80 expositores apresentará inovações baseadas em mecanismos de IA.

Photovoltaics factory engineer uses artificial intelligence to improve solar panels efficiency. Solar panels manufacturing plant worker uses AI technology to research cheaper solar solutions, camera A

IA aplicada a vendas

A goiana Nectar Soluções, especializada em softwares de CRM e gestão comercial para indústrias e distribuidoras, apresentará agentes de IA voltados para automação e suporte ao processo de vendas, que funcionam como gestores virtuais.

A tecnologia integrada aos programas da empresa permite fazer previsões de vendas e projeções de faturamento com base no histórico de negociações.

“O agente de IA conta com um assistente de texto que corrige e reescreve as informações nos campos do CRM.

A ferramenta também enriquece os contatos comerciais por meio de pesquisas automáticas de dados, preenchendo cadastros com nomes de empresas, cargos e canais de contato”, afirma Arthur César de Siqueira, diretor de operações da Nectar Soluções.

A expositora também mostrará um agente focado em mentoria de negócios.

“É uma ferramenta que sugere os próximos passos para aumentar as chances de fechamento de um contrato. Esse mentor direciona potenciais clientes para os vendedores, acompanha o desempenho da equipe e aponta melhorias nas abordagens”, diz Siqueira.

Esta é a segunda participação da Nectar Soluções na Expoind. De acordo com o executivo, o evento anterior trouxe retorno estratégico e financeiro.

“No ano passado, investimos cerca de R$ 35 mil no estande e, com as rodadas de negócios e os contatos feitos na feira, fechamos cerca de R$ 100 mil em contratos nos meses seguintes”, afirma. 

Desafio na qualificação profissionalO presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, afirma que um dos propósitos da feira é democratizar o acesso às novas tecnologias e indicar caminhos para a capacitação de mão de obra.

“Vivemos um momento desafiador e de grande potencial no processo produtivo.

É preciso preparar estudantes e profissionais para uma realidade em rápida mudança”, diz.

O estande do Sistema Fieg apresentará oportunidades de qualificação e tecnologias como robótica, realidade virtual e aumentada e impressão 3D.

A indústria goiana criou 12.111 empregos formais no primeiro semestre de 2026, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo foi de 11.423 vagas.

O índice ficou acima da média nacional, de 1,6% no período, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Goiás teve o sexto maior crescimento entre as 27 unidades da federação.

Apesar do crescimento na geração de postos de trabalho, o setor enfrenta o desafio de qualificar profissionais para a indústria digital.

Um levantamento de 2024 do IBGE mostrou que 89% das empresas industriais brasileiras utilizavam tecnologias avançadas.

No entanto, a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada em abril pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta que apenas 54,2% dos brasileiros têm habilidades digitais altas ou médias-altas (como uso de IA e programação de softwares).

Em tarefas complexas, o porcentual cai para 44,5%.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

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