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Ziriguidum do D9 – Resumo – 3ª Feira, 03 maio de 2022

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Resumo de terça, 03 de maio de 2022

Edição de Chico Bruno

Manchetes

Valor Econômico – Mercados domésticos sofrem com piora no cenário externo

FOLHA DE S.PAULO – ‘Política só fora do quartel’, diz comandante da PM de SP

O ESTADO DE S.PAULO – Sem candidatura de Tebet, MDB pode aderir a Bolsonaro

O GLOBO – Com inflação alta, renúncia fiscal do governo passa de R$ 40 bi

CORREIO BRAZILIENSE – GDF paga hoje a 3ª parcela de reajuste para servidores

Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importantes do dia

Impacto em casa – Os mercados domésticos voltaram a sentir ontem o impacto de um cenário externo mais adverso. O dólar subiu 2,60% e fechou o dia negociado a R$ 5,0708. O Ibovespa recuou 1,73% e encerrou o pregão aos 106.638,64 pontos, retornando ao nível de janeiro. O desempenho negativo é reflexo de uma expectativa de política monetária mais restritiva nos EUA e inclui no radar o receio sobre a saúde da economia chinesa.

Da porta para fora – O novo comandante da Polícia Militar de São Paulo, disse que não permitirá manifestações políticas de policiais militares da ativa, usando símbolos oficiais, e usará as diretrizes da corporação para coibi-las. “Eu posso ter minha opinião [política], mas fora do quartel”, disse o coronel Ronaldo Miguel Vieira, 51, em entrevista à Folha. Nomeado na semana passada pelo governador Rodrigo Garcia (PSDB) declara que pretende ampliar o programa de câmeras com gravação ininterrupta acopladas aos uniformes dos agentes, que virou contenda política entre candidatos ao governo. Aprovadas no ano passado, essas diretrizes preveem que o PM da ativa pode responder nas esferas cível, penal e penal militar e, ainda, na parte administrativa, se usar as redes para manifestações políticas. Na esfera administrativa, as punições podem ir de advertência até a expulsão, dependendo da gravidade do ocorrido. Contas e canais de policiais têm se tornado frequente nas plataformas. Integrantes das corporações compõe parte da base de apoio ao governo federal. No ano passado, o coronel Aleksander Lacerda foi retirado do comando da região de Sorocaba após ter publicado nas redes sociais críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao então governador João Doria (PSDB), além de ter convocado os seguidores para o ato bolsonarista do Sete de Setembro, em São Paulo. O policial é alvo de investigação interna e poderá ser punido.

Tendência – Levantamento com base nos delegados eleitos pelos diretórios estaduais, nas bancadas e nos prefeitos do partido aponta que, se o MDB desistir da candidatura própria ao Planalto, a ala que defende o apoio à reeleição de Jair Bolsonaro seria majoritária na convenção nacional. O resultado mostra que, embora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantenha interlocução com caciques do MDB no Nordeste, o bolsonarismo é mais forte na correlação de forças interna. A pesquisa se tornou arma na estratégia da cúpula emedebista para tentar consolidar a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MS). O argumento é de que somente com um nome na disputa presidencial a sigla conseguirá manter a coesão e formar uma bancada forte no Congresso a partir de 2023.

Renúncia eleitoreira – O índice oficial de inflação acima de 10% há sete meses levou a um aumento da arrecadação e abriu brecha ao governo para a redução de impostos, que já atinge R$ 43,4 bilhões. Especialistas advertem que medida, uma das principais apostas para reaquecer a economia em ano eleitoral, deve se transformar em bomba fiscal para o próximo governo, pois não há garantia de que os crescentes recursos vão se manter.

Demorou, mas chegou – Após sete anos, 150 mil servidores públicos do Distrito Federal, que integram 31 categorias profissionais, receberão a terceira parcela do aumento aprovado por lei em 2013, que deveria ter sido pago em 2015. Os acréscimos variam entre 5% e 22,2%. Os valores dos salários do mês de abril, já corrigidos, estão disponíveis no contracheque.

Do jeito que está, não leva – Os mais moderados apoiadores de Lula na seara política dizem que ou ele faz logo uma guinada ao centro, ou correrá o risco de ser ultrapassado por Jair Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto. Em São Paulo, levantamentos já detectaram esse movimento. Portanto, melhor moderar logo o discurso do que ficar esperando o auge da campanha. Até aqui, Lula praticamente fechou os partidos de esquerda, mas não está agregando votos ao centro. Se continuar assim, a tendência, segundo alguns, é surgir espaço para algum nome da terceira via, ou Bolsonaro tomar mais espaço de centro. As duas situações preocupam os apoiadores do petista.

Tebet é parte de novela ainda longe do fim – Desde que apresentou a candidatura da senadora Simone Tebet à Presidência, o MDB tenta construir um acordo com outros partidos do grupo batizado como “centro democrático”. Alguns já roeram a corda e estão saindo do bloco da terceira via, como o presidente do União Brasil, Luciano Bivar. A cúpula do MDB, porém, insiste em manter Tebet na disputa sob o argumento de que, se não for assim, a maior parte da legenda migrará para a campanha do presidente Jair Bolsonaro. Única mulher na corrida ao Palácio do Planalto, a senadora procura suavizar a fisionomia de um partido que sempre dançou conforme a música do governo e se envolveu em escândalos. Embora diretórios do MDB no Nordeste, como os de Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco estejam com o ex-presidente Lula, seções do Sul, Sudeste e Centro-oeste – com mais votos na convenção – defendem Bolsonaro e seu projeto de segundo mandato. Uma pesquisa qualitativa conduzida pelo marqueteiro Felipe Soutello será apresentada amanhã a dirigentes do MDB. Feita para medir impressões dos eleitores, a sondagem mostra que Tebet já é associada a algo novo na campanha, após aparecer na propaganda do partido na TV. O problema, no entanto, é que ela não passa de 2% das intenções de voto.

De Moro a Boulos, a disputa dos ‘puxadores’ – As eleições deste ano têm uma peculiaridade em meio ao clima polarizado da campanha presidencial. Uma disputa declarada pelo título de campeão de votos à Câmara dos Deputados ocorre em São Paulo, Rio e Minas. O embate se impôs em 2018, ano em que Eduardo Bolsonaro (PL-SP) rompeu um recorde que já durava 16 anos e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil em números absolutos, com 1.843.735 votos. Agora, sem a onda bolsonarista e com novos competidores de peso, a disputa em São Paulo promete se acirrar com a entrada do ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) e a possibilidade de candidatura do ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro (União Brasil). Em 2018, Boulos teve 617 mil votos para presidente e, em 2020, 2,1 milhões de votos no segundo turno para prefeito de São Paulo. Ao anunciar pré-candidatura à Câmara, Boulos lançou publicamente o desafio de tirar de Eduardo o posto de mais votado no Estado. Não será fácil. Em 2018, o filho do presidente teve mais de três vezes os votos de todos os deputados do PSOL eleitos em São Paulo. “Ninguém ganha a eleição de véspera”, disse Boulos. “Então vai ser preciso ralar muito, correr o Estado para conseguir uma votação expressiva e ajudar a eleger uma bancada grande de esquerda no Congresso”. A expectativa de políticos da bancada paulista é de que Moro não terá menos que um milhão de votos. Ele e a mulher, Rosângela, transferiram domicílio eleitoral para São Paulo. Aliados sugerem que ele poderá ser candidato ao Senado. Ao Estadão, o ex-juiz disse que ainda avalia sua participação e admite até não disputar cargo eletivo neste ano. No Rio, o mais votado em 2018 foi o subtenente do Exército Hélio Lopes, o Hélio Negão, com 345,2 mil votos. Este ano, porém, o presidente Jair Bolsonaro não o levará a tiracolo em todos os palanques como fez em 2018. Bolsonaro considera que Hélio consegue se eleger sozinho e quer impulsionar a candidatura do ex-sargento do Bope do Rio Max Guilherme Machado, hoje assessor presidencial.

Estatais podem perder serviços de saneamento em mais de mil cidades – Mais de mil municípios podem deixar de ter estatais como prestadoras de serviços de saneamento porque as empresas públicas não conseguiram comprovar que têm capacidade para atingir as metas do novo marco legal do setor. O cenário abre espaço para empresas privadas disputarem os serviços de água e esgoto sanitário nessas cidades, que precisarão providenciar novos operadores enquanto encerram os contratos com as estatais. O levantamento foi feito pela consultoria FT Economics, a partir de cruzamento dos dados do segmento, entre eles da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA). Essa etapa do marco legal foi elaborada para tirar prestadoras que não teriam condições de arcar com os investimentos necessários para a universalização da oferta de água e esgoto no País. Atualmente, as estatais são as principais operadoras do setor. Esse modelo, porém, não foi capaz de injetar recursos suficientes para atender a população. Hoje, quase metade dos brasileiros vive sem acesso à rede de esgoto e quase 16% não são atendidos com rede de água. Pelas metas da lei, até 2033 as empresas precisam garantir o atendimento de água potável a 99% da população e o de coleta e tratamento de esgoto, a 90%. Segundo o estudo, 28% do total de municípios onde operam as empresas estaduais deixará de ser atendido por essas companhias.

Tarcísio acena à direita não bolsonarista – Representante de Jair Bolsonaro na eleição para governador em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem feito sinais que agradam à centro-direita não bolsonarista e minam possíveis apoios futuros que poderiam fluir a Rodrigo Garcia (PSDB). Numa aproximação com quadros do PSD, ele nomeou Guilherme Afif Domingos, um dos fundadores do partido, como coordenador de seu plano de governo e, nos bastidores, escalou o deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP) para articulações políticas. No Partido Novo, o fato de Tarcísio ter evitado a manifestação do 1.º de maio e se mostrar mais moderado que Bolsonaro foi bem recebido, o que abre chance para uma aproximação. Tanto o PSD quanto o Novo têm hoje candidatos: Felício Ramuth e Vinicius Poit. Ambos, porém, não pontuam 2%. Já Tarcísio vem indicando crescimento nas pesquisas, e seus aliados preveem que ele passe o segundo colocado, Márcio França (PSB), neste mês. Fernando Haddad (PT) lidera as intenções de voto. Garcia, por seu turno, tenta reagir com a máquina. Já viajou a sete cidades do interior em caravanas batizadas de “Governo na Área”, que os prefeitos chamam de “poupatempo”, por acelerar as demandas deles. Estão previstas mais 13 viagens. Afif Domingos afirma que o trabalho com Tarcísio não tem relação com o PSD, mas com o ministro Paulo Guedes, de quem recebeu a missão de fazer “um alinhamento liberal” da agenda paulista com a federal.

Fux isolado – A crise desencadeada pela condenação do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) e pelas declarações do ministro Luís Roberto Barroso sobre as Forças Armadas reforçou críticas internas ao presidente Luiz Fux no comando do STF (Supremo Tribunal Federal). A avaliação é que o magistrado não estaria fazendo a defesa institucional do Supremo à altura que os embates com o presidente Jair Bolsonaro (PL) têm exigido. Fux está a menos de seis meses de concluir seu mandato na presidência da corte, o que agrava o quadro e consolida a percepção entre os demais ministros de isolamento do comandante do tribunal. Ministros contestam a postura do magistrado quanto ao governo e a tentativa de manter uma relação cordial com o Palácio do Planalto mesmo após os insistentes ataques do mandatário a integrantes da corte. No último dia 19, por exemplo, Fux esteve presente na cerimônia do Dia do Exército e aplaudiu o discurso em que Bolsonaro citou mais uma vez a possibilidade de fraude nas eleições deste ano, o que causou incômodo no tribunal.

Silveira vai a evento sem tornozeleira – O deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) disse na noite desta segunda-feira (2) que não deveria estar usando a tornozeleira eletrônica imposta pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Ele participou em São Paulo de debate entre pré-candidatos do PTB ao Senado. “Qual tornozeleira [está sem sinal]? A que eu não deveria ter usado. Só poderia ter sido aplicada após a deliberação da Casa. Claríssimo pelo regimento”, disse o deputado no mesmo dia que a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal informou a Moraes que o dispositivo colocado no deputado segue descarregado desde o dia 17 de abril. “Estou sem ela. Não existe mais nada, ainda mais depois de perdoado. Qualquer coisa subsequente. Presidente perdoou, acabou”, afirmou. Em ofício desta segunda, sob o argumento de que “a monitoração não tem se mostrado efetiva tendo a falta de envio de dados”, a secretaria do DF pediu ao ministro do STF que avalie a desvinculação do dispositivo do parlamentar e, se esse for o caso, que Silveira seja notificado a devolvê-lo. De acordo com o órgão, o equipamento não emite sinais em razão de descarregamento desde o domingo de Páscoa.

Lira destoa de Pacheco e mantém silêncio – Mais de 24 horas depois, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), manteve o silêncio sobre a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL) em atos contra o STF (Supremo Tribunal Federal) em Brasília e em São Paulo., O deputado não se pronunciou em redes sociais e também não se manifestou após ser procurado via assessoria de imprensa. O silêncio destoa do posicionamento adotado pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que, sem citar diretamente Bolsonaro, criticou os atos.​ O silêncio de Lira também contrasta com a manifestação alinhada à de Pacheco na semana passada, quando ambos se uniram em defesa do processo eleitoral brasileiro e rebateram questionamentos à legitimidade das eleições, diante de ataques reiterados de Bolsonaro às urnas eletrônicas. Os últimos comentários do presidente da Câmara em sua rede social dizem respeito à eleição indireta para governador de Alagoas, em disputa que opõe Lira a adversário político local, o senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Bolsonaro promete mais vagas na PF e PRF – Pressionado por diversas categorias do serviço público que cobram reajustes de salário, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a prometer nesta segunda-feira (2) aumentar o número de convocados em concursos da PF (Polícia Federal) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal). Em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro telefonou ao ministro da Justiça, Anderson Torres, e pediu um “aditivo” para ampliar as vagas. O governo realizou concursos com 1.500 vagas para cada carreira. Bolsonaro prometeu, em mais de uma ocasião, chamar outros 500 candidatos da PF e o mesmo número para a PRF. Na conversa com Torres, ele sugere que deseja dobrar o número de convocados, para além do edital. Questionada, a assessoria do Ministério da Justiça ainda não confirmou o pedido. “Você tem capacidade [de] passar para mil cada um? Acha que dá para resolver? Então faz um aditivo, pede mil vagas, já que você está no limite teu, para mil vagas para cada lado. Pode ser?”, disse Bolsonaro ao ministro da Justiça por telefone. A fala de Bolsonaro foi divulgada por páginas de apoiadores no YouTube.

Servidores preparam manifestação em frente à sede do BC – Os servidores do Banco Central programaram uma manifestação em frente à sede da autarquia, em Brasília, na próxima quarta-feira (4), das 17h às 19h, durante a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) destinada à decisão de reajuste da taxa básica de juros (Selic). O ato presencial faz parte do recrudescimento da mobilização da categoria, que volta a cruzar os braços por tempo indeterminado a partir desta terça (3), em reivindicação por reajuste salarial e reestruturação de carreira. A retomada da greve, que ficou suspensa entre 20 de abril e 2 de maio, foi decidida em assembleia realizada na última sexta (29). Nas duas últimas semanas, os funcionário da autoridade monetária vinham atuando em operação-padrão e fazendo paralisações diárias, das 14h às 18h.​

Corrida por título congestiona site do TSE – A Justiça Eleitoral encerra, amanhã, o prazo para os brasileiros tirarem, regularizarem ou transferirem o título de eleitor e possam exercer o poder de voto no pleito de outubro. A procura de última hora pelos serviços provocou instabilidade, ontem, das redes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo a Corte, o grande volume de acesso simultâneo, de quase meio milhão de brasileiros, congestionou os sistemas. “Até as 17h, foram realizados 431 mil atendimentos”, informou o TSE, em nota. “As áreas técnicas responsáveis já trabalham para o restabelecimento das páginas e dos sistemas afetados”, acrescenta. O sistema voltou a funcionar por volta das 18h30, ainda com alguma instabilidade. Alguns dados estatísticos, porém, estão indisponíveis. “Por conta da instabilidade apresentada na tarde desta segunda-feira, nos sistemas do TSE, o tribunal está revisando os dados, que serão divulgados em momento oportuno, ainda nesta semana”, diz o comunicado. Nesses dados constavam, por exemplo, o número de jovens de 17 anos que tinham se habilitado, até 30 de abril, para votar em outubro. Por causa da grande demanda de última hora, o TSE informou que os cartórios eleitorais regionais estão funcionando com horário estendido em uma hora — passaram a atender até as 18h.

Damares ocupa o espaço de ex-ministra e irrita aliados de Bolsonaro – A lançamento da pré-candidatura da ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves (Republicanos) ao Senado federal pelo Distrito Federal embolou o meio-campo na disputa pela vaga. Até a chegada de Damares, a única candidata do governo ao Senado no Distrito Federal era a também ex-ministra da Secretaria de Governo Flávia Arruda, do mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, o PL. Aliados de Flávia relatam que o movimento irritou não só a ex-ministra, mas também o presidente do PL Valdemar da Costa Neto, conforme noticiado no blog da colunista da Globo Malu Gaspar. Líderanças do alto escalão do PL disseram, sob reserva, que Damares foi “usada” por comandantes republicanos para pressionar Bolsonaro e Valdemar Costa Neto a incluir um quadro do partido na primeira suplência de Flávia. – A primeira suplência da Flávia é a mais cobiçada do Brasil — disse um dos aliados mais próximos do ex-ministro no PL. A razão para isso é que, se Bolsonaro for reeleito, o retorno de Flávia Arruda à esplanada dos Ministérios é dado como certo, o que abriria caminho para a posse do suplente. Mas ainda não está definido quem vai preencher essa vaga. – Quem vai indicar é alguém do (núcleo político de ) Bolsonaro, não Marcos Pereira – avisa um colaborador de Valdemar, referindo-se ao presidente do Republicanos. A própria filiação de Damares e do ex-ministro da Infraestrutura Tarcisio Freitas à sigla já visava apaziguar o descontentamento de Pereira com o espaço da legenda no escalão de frente da campanha de reeleição de Bolsonaro.

As razões que esvaziaram os atos do Dia do Trabalho – Tradicional data de manifestações políticas pelo mundo, o Dia do Trabalhador se tornou palco neste ano para a militância do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva medirem suas forças nas ruas. Porém, os atos não decolaram e foram “decepcionantes” para ambos os lados, na avaliação de cientistas políticos ouvidos pelo GLOBO. Segundo esses especialistas, isso se explica por um baixo interesse da população pela disputa partidária neste momento. De acordo com professor da USP e cientista político José Álvaro Moisés, questões urgentes que estão afetando a população — como a crise econômica e o alto custo de vida — levam a um baixo engajamento em manifestações em torno de projetos e candidaturas políticas. — A baixa adesão se explica pelo fato que as pessoas, em geral, estão preocupadas com a inflação, desemprego e perda de renda. Nessas condições, pouca gente se dispõe a participar mesmo que seja para protestar — aponta Moisés. Já o cientista político Antonio Lavareda analisa que a participação das pessoas em eventos de rua leva em conta uma espécie de cálculo de “custo benefício”. De acordo com ele, com a proximidade cada vez maior do pleito, a utilidade desses atos para o eleitor perde importância, já que ele poderá se expressar em breve através voto. — Manifestações de rua serão cada vez menos relevantes para as pessoas, pois já há uma data “marcada” para os conflitos entre as partes serem resolvidos. O teste de força se dará nas urnas — afirma Lavareda, citando como exemplo o processo eleitoral francês ocorrido neste ano: — Na França, à medida que foi se aproximando a eleição, as manifestações também foram diminuindo de volume. Lavareda chama ainda atenção para causas distintas relacionadas a cada um dos grupos políticos que ajudaram a esvaziar as ruas. No caso de Lula, ele diz que o baixo engajamento mostrou a perda de força de mobilização das centrais sindicais, organizadoras do ato em prol do petista. O enfraquecimento destas entidades teria origem na reforma trabalhista que prejudicou o financiamento dos sindicatos. Já no caso de Bolsonaro ele enxerga uma frustração de parte do eleitorado que nos atos de 7 de setembro de 2021 lotou as ruas com manifestações antidemocráticas e ataques a instituições, como o Supremo Tribunal Federal (STF). — Parte dos bolsonaristas tem a memória da frustração quando foram às ruas, bradaram em sintonia com o presidente, para depois em 48h tomarem conhecimento de uma carta copidescada pelo (Michel) Temer que desdizia tudo que ele havia afirmado e pelo que estavam brigando.

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Notícias

Turismo de saúde movimenta comércio em Goiânia: capital está entre as 11 cidades brasileiras com maior número de especialistas

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Urbà Home Stay by Housi oferece serviços específicos que facilitam a rotina dos hóspedes durante os tratamentos

Com uma infraestrutura cada vez mais moderna e completa, Goiânia tem se destacado em diversas áreas do Brasil, não apenas no agronegócio e nas indústrias, mas também como referência para quem busca atendimento médico e serviços relacionados à saúde de forma geral. A localização estratégica no centro geográfico do Brasil, aliada à grande quantidade de especialistas, faz da cidade o destino ideal para serviços médicos e de bem-estar, gerando uma demanda crescente de turistas, o que caracteriza o fenômeno do turismo de saúde.

Pensando nesse público, o Urbà Home Stay by Housi conseguiu unir, em um único local, conforto e praticidade, oferecendo uma combinação de serviços, conveniências e flexibilidade no contrato, com a modalidade longstay. O empreendimento está localizado próximo ao Órion Business & Health Complex, clínicas de estética e odontologia, facilitando ainda mais a locomoção de pacientes e acompanhantes.

“A maioria dos nossos hóspedes busca locais para estadias longas devido a consultas e retornos médicos. A locação que oferecemos conta com uma estrutura completa, incluindo quartos conjugados, ou seja, os apartamentos são independentes com acesso fácil através de um pequeno hall que os une, o que promove ainda mais conforto. Dessa forma conseguimos acomodar com mais privacidade desde os cuidadores aos familiares e pacientes” afirma Vanessa Pires Morales, head de hospitalidade, vendas e marketing da STAY, operadora do Urbà.

Além disso, o local ainda conta com mercadinho, cafeteria da Rancheiro Express e um restaurante com excelente gastronomia. Os espaços ao ar livre do empreendimento ainda garantem momentos de relaxamento e meditação, um grande diferencial que contribui para a satisfação de opta pelo Urbà Home Stay by Housi.

Ao longo da estadia é possível ainda desfrutar de um ambiente com enxoval esterilizado. Os clientes também podem utilizar, ainda, os serviços pay-per-use, como limpeza e a lavanderia da Omo. “O serviço de limpeza também pode ser contratado na locação conforme necessidade ou no caso de longas estadias para facilitar a rotina da pessoa”, explica Vanessa.

Para ilustrar a importância dessas viagens para a economia, o Censo Hoteleiro de 2022 revela que 57% dos turistas que visitam Goiânia o fazem em busca de tratamentos médicos. Além disso, um levantamento da Universidade de São Paulo (USP) coloca Goiânia entre as 11 cidades brasileiras com maior número de especialistas em saúde, evidenciando a relevância da cidade no setor.

No turismo de saúde, os viajantes têm objetivos claros que vão além dos tradicionais passeios, como tratamentos cirúrgicos, doenças complexas, emagrecimento e procedimentos estéticos. Pensando nisso, os empreendimentos têm investido em tecnologias e comodidades que facilitam a estadia e fidelizam esse público.

Sobre o Urbà Home Stay by Housi

O Urbà Home Stay by Housi é o primeiro empreendimento em Goiânia dedicado exclusivamente à locação por temporada, alinhado às tendências globais do setor, que vem crescendo mais de 15% por trimestre desde 2022. Localizado na Avenida D, número 221, no Setor Marista, o projeto oferece infraestrutura para estadias curtas e longas, incluindo coworking, sala de reunião, mercadinho, academia, lavanderia compartilhada, espaço pet-friendly, estacionamento rotativo e opções gastronômicas. Com tecnologia de ponta, o modelo de hospedagem permite reservas, check-in, check-out e contratação de serviços pay-per-use por meio de uma plataforma digital. Voltado para a geração Y, o conceito aposta na flexibilidade e no senso de pertencimento, promovendo ambientes integrados que incentivam interação e autonomia.

Serviço:
Urbà Home Stay by Housi
Endereço: Av. D, 221 – Setor Marista em Goiânia – GO. CEP: 74150-040.
Telefone/WhatsApp Reservas: (62) 98302-8383
Site: www.oficialstay.com
Redes Sociais: @urbahomestay @oficialstay

Jordana Ayres Assessoria Imprensa

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Aniversário

Celebração

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Hugo Vitti, rodeado de pessoas queridas, compartilhou momentos de alegria, fazendo do seu aniversário um evento inesquecível e cheio de energia positiva, o clima descontraído e elegante foi predominante, com os convidados vestindo roupas nas tonalidades de laranja e branco, alinhadas ao tema escolhido. A vista deslumbrante do Lago Paranoá, acompanhada pelo pôr do sol, proporcionou o cenário perfeito para um evento memorável.

Com a bebida Aperol como destaque, o bar estava repleto de drinques refrescantes e saborosos, e os convidados brindaram ao lado do aniversariante, celebrando a amizade e a vida.

O ambiente a bordo do Diamond, o barco flutuante de luxo, ofereceu todo o conforto e sofisticação, criando uma experiência única para todos os presentes. O evento foi marcado pela harmonia entre a beleza natural do Lago Paranoá e a vibração festiva da celebração.

Veja algumas fotos do evento:

Carlos Augusto Olival, Jace Veloso, Juliene Rodovalho, Lúcia Brossmann, Genesi Bueno, Márcia Oliveira Christina Reis.

Genesi e Rodovalho

Hugo Vitti e Genesi Bueno

Juliene Rodovalho, Márcia Oliveira, Genesi Bueno e Lucia Brossmann

Genesi Bueno, Mariane Aquino e Bruna Coifman

Helena Ribeiro e Genesi Bueno

Grupo de amigos

Genesi Bueno e Alexandre Suita

Lucia Brossmann e Genesi Bueno

Genesi Bueno e Hugo Vitti

Christina Reis e Genesi Bueno

Rodovalho e Genesi Bueno


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Moda

Tiffany & Co. realiza evento exclusivo em Goiânia com a presença de Silvia Braz

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A Tiffany & Co., organizou um brunch para clientes e influenciadores na cidade de Goiânia, na última terça-feira, para celebrar a primeira loja da marca na cidade, com previsão de abertura para o próximo mês.

O evento proporcionou um ambiente intimista e sofisticado para compartilhar suas coleções ICONS, incluindo Tiffany Lock, Knot, HardWear e T. A comemoração foi uma oportunidade única para os convidados conhecerem as joias, também disponíveis através da nova loja virtual da marca.

Joias exclusivas das coleções icônicas, além de acessórios, bolsas e objetos decorativos, estão disponíveis para entrega em todo o Brasil. O evento em Goiânia simbolizou a expansão da presença da marca e celebrou essa nova etapa da história da Tiffany & Co. no Brasil, e contou com a presença da mais nova Friend of the House Silvia Braz, que veio de São Paulo especialmente para o evento. 

Sobre a Tiffany & Co.

A Tiffany & Co., fundada na cidade de Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global com sinônimo de elegância, design inovador, artesanato fino e excelência criativa. Com mais de 300 lojas de varejo em todo o mundo e uma força de trabalho de mais de 13.000 funcionários, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias de design projetam, fabricam e comercializam jóias, relógios e acessórios de luxo. Quase 5.000 artesãos habilidosos cortam diamantes Tiffany e fabricam joias nas próprias oficinas da empresa, cumprindo o compromisso da marca com a qualidade superlativa.

A Tiffany & Co. tem um compromisso de longa data em conduzir seus negócios com responsabilidade, sustentando o ambiente natural, priorizando a diversidade e a inclusão e impactando positivamente as comunidades em que opera. Para saber mais sobre a Tiffany & Co. e seu compromisso com a sustentabilidade, visite tiffany.com.br @tiffanyandco 

Juliana Pileggi
juliana.pileggi@mktmix.com.br
Gerente de Moda
MktMix Assessoria de Comunicação

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