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Ziriguidum do D9 – Resumo de 5ªFeira – 31.03.2022

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Resumo de 5ª feira, 31 de março de 2022

Edição de Chico Bruno

Manchetes

Valor Econômico – Governo estuda reajuste de 5% a servidores em ano eleitoral

O GLOBO – Governo avalia aumento de 5% a servidores

O ESTADO DE S.PAULO – Brasil recebe por dia R$ 1,4 bi de capital estrangeiro na Bolsa

FOLHA DE S.PAULO – Bolsonaro faz nova ameaça ao Judiciário sobre eleição

CORREIO BRAZILIENSE – Eleição faz administradores e secretários deixar cargos

Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importantes do dia

 

Bondade eleitoral – Disposto a afagar o funcionalismo público em ano eleitoral, o governo avalia a possibilidade de conceder reajuste de 5% para todas as categorias a partir de julho. O problema é que a medida não cabe no teto de gastos. O problema é que a medida custaria pelo menos R$ 5 bilhões este ano, e a margem disponível para reajustes este ano é de R$ 1,7 bilhão. O custo anualizado da medida seria de R$ 10 bilhões a R$ 11 bilhões. O reajuste salarial linear de 5% para todo o funcionalismo foi prometido pelo presidente Jair Bolsonaro no final do ano passado, mas sempre esbarrou na falta de espaço sob o teto de gastos. O problema permanece. Outra hipótese em avaliação é conceder reajuste apenas para policiais, outra promessa do presidente, dentro da margem existente no Orçamento. Trata-se, porém, de uma saída pouco recomendada pelos técnicos, porque reajustes localizados podem acirrar as insatisfações das demais categorias. Nos bastidores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, costuma dizer que isso seria “puxar o pino da granada”.

 

Bufunfa estrangeira – O Brasil voltou a ser um dos países preferidos para investidores globais do mercado financeiro e tem atraído em março, em média, R$ 1,390 bilhão por dia para a Bolsa. Os estrangeiros ignoram riscos como o desequilíbrio das contas do governo e o ambiente eleitoral. Eles buscam ativos atrelados a commodities, cujo preço disparou após a Rússia invadir a Ucrânia. O saldo entre entradas e retiradas de investidores estrangeiros na B3 já soma R$ 92 bilhões neste ano, até o pregão de segunda-feira. Em três meses de 2022, o valor está perto dos R$ 104,2 bilhões de todo o ano de 2021. A entrada desses recursos explica em parte o dólar estar cotado abaixo de R$ 5.

 

Nova ameaça ao Judiciário – O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ameaçar o Judiciário sobre o resultado das eleições de 2022, desta vez em discurso nesta quarta-feira (30) no Rio Grande do Norte. Ele disse que os votos das eleições serão contados, sem explicar como, já que o voto impresso foi derrubado pelo Congresso em meio a discursos golpistas do presidente da República. Nesta quarta, Bolsonaro fez críticas indiretas a ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “O povo armado jamais será escravizado. E podem ter certeza que, por ocasião das eleições de 2022, os votos serão contados no Brasil. Não serão dois ou três que decidirão como serão contados esses votos”, disse, em referência a Luís Roberto Barroso, ex-presidente do TSE; Edson Fachin, o atual; e Alexandre de Moraes, que será presidente nas eleições. A fala do presidente ocorreu durante discurso em evento na cidade de Parnamirim, na região metropolitana de Natal. A viagem do presidente ao Rio Grande do Norte teve ‘comício’, oração, motociata e cavalgada. Mais tarde, ao participar de um outro evento na cidade de Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, Bolsonaro voltou a fazer referência à contagem dos votos.

 

Corrida eleitoral no DF – Dos 31 integrantes do primeiro escalão, ao menos cinco secretários devem entregar o cargo até amanhã para disputar uma vaga de deputado federal ou distrital. Outros dois ainda analisam a decisão. Entre os que já se definiram estão Severino Cajazeiras (Atendimento à Comunidade), Gilvan Máximo (Ciência, Tecnologia e Inovação), Ericka Filippelli (Defesa dos Direitos das Mulheres) e Vanessa Mendonça (Turismo). Entre os administradores regionais, ao menos 10 vão entrar na corrida eleitoral: Fernando Fernandes, de Ceilândia; Gustavo Aires, de Samambaia; Alan Valim, de São Sebastião; Daniel de Castro, de Vicente Pires; Vânia Gurgel, do Scia e Estrutural; Marcelo Ferreira, do Lago Norte; Carlos Dalvan Soares, do Recanto das Emas; Sérgio Damasceno, do Paranoá; Renato Andrade, de Taguatinga; e Telma Rufino, de Arniqueiras.

 

Petrobras diz que Bolsonaro pode mudar política de preços – Na mesma semana em que o governo anunciou mudanças no comando da Petrobras, a estatal alertou a investidores estrangeiros que o presidente Jair Bolsonaro pode impor mudanças na política de preços da companhia. Isso, segundo a empresa, pode ocorrer por imposição de “uma nova equipe de administração ou Conselho de Administração”. A política de preços atual considera as variações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional e repassa essas flutuações para o valor do combustível cobrado na refinaria. A manifestação da Petrobras está registrada num formulário chamado de 20-F depositado nesta quarta-feira na SEC, órgão do governo dos Estados Unidos responsável pela regulação do mercado de ações equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira. É uma manifestação da própria empresa, mesmo ela tendo como acionista majoriário a União. A Petrobras tem ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York, além das ações na Bolsa brasileira. O teor é similar ao comunicado divulgado ano passado, quando foi anunciada a demissão de Roberto Castello Branco e posteriormente a indicação de Joaquim Silva e Luna para o comando da companhia. E se repete agora em novo momento de mudança na presidência da estatal, com a entrada de Adriano Pires. Num capítulo chamado de riscos financeiros, a Petrobras afirma que a empresa ajustou os seus preços de petróleo e derivados de tempos em tempos, mas que isso pode mudar no futuro. “No futuro, poderá haver períodos durante os quais os preços de nossos produtos não estarão em paridade com os preços internacionais dos produtos. Ações e legislação impostas pelo governo brasileiro, como nosso acionista controlador, podem afetar essas decisões de preços. O presidente brasileiro tem, algumas vezes, feito declarações sobre a necessidade de modificar e ajustar nossa política de preços para as condições domésticas”, diz o texto da Petrobras.

 

Petrobras é alvo de processo da CVM, após troca de comando – A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a xerife do mercado financeiro, abriu um processo administrativo do tipo supervisão, na segunda-feira, para apurar questões ligadas à Petrobras. O processo foi aberto no mesmo dia em que circularam notícias sobre a demissão do general Joaquim Silva e Luna da presidência da empresa. Em seu site, a autarquia afirma se tratar de um processo no âmbito de notícias, comunicados e fatos relevantes referidos à companhia. Procurada, a CVM afirmou que não comenta casos específicos. “Conforme é possível verificar no site da CVM, trata-se de processo administrativo, do tipo supervisão, aberto no âmbito de notícias, fatos relevantes e comunicados relacionados à referida companhia”, disse a CVM.

 

Não vai mudar nada na Petrobras, diz Mourão – O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) afirmou nesta quarta-feira (30) que “não vai mudar nada” na Petrobras com a demissão do presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, e sua substituição pelo economista Adriano Pires. “Esse novo presidente da Petrobras que vai ser nomeado, o Adriano Pires, se você ler tudo o que ele escreve vai continuar tudo como dantes no quartel de Abrantes. Não vai mudar nada”, disse Mourão, ao chegar em seu gabinete no complexo do Palácio do Planalto, em Brasília. “A Petrobras é uma empresa com ação em Bolsa, tem conselho de administração, tem toda uma governança. Ela não pode voltar aos fatos que ocorreram no período dos governos do PT, onde um misto de incompetência, má gestão e corrupção deixou a empresa praticamente na lona. A empresa está recuperada, então esse assunto tem que ser discutido bem.”

 

Sob pressão, Silveira recua – Após nova decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou multa diária de R$ 15 mil pelo descumprimento da ordem de instalação da tornozeleira eletrônica, o deputado Daniel Silveira admitiu que usará o equipamento. — Não vou aceitar. Vou colocar (a tornozeleira) por imposição de sequestro de bens — disse Silveira. A decisão do magistrado também determina que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), “indique dia, horário e local para a efetivação do monitoramento eletrônico do réu” e adote as providências para garantir o pagamento de eventual multa, descontando o valor diretamente nos vencimentos do parlamentar. Após sessão da Câmara desta terça-feira, o parlamentar decidiu ir para casa. Há dois dias ele usa as dependências da Casa para evitar o cumprimento da ordem da Justiça. Perguntado por jornalistas se ainda permaneceria no Congresso, ele reconheceu que estava se encaminhando para sua residência. — Não (vou ficar), vou para casa. Eu pagaria R$ 15 mil diário, ilegalmente? É claro que é (por causa da multa). Réu em uma ação penal no Supremo, Silveira elevou nesta terça-feira a tensão entre Poderes e, mais cedo, dispensou autoridades notificadas pelo Poder Judiciário para cumprir a ordem. Na Câmara, o parlamentar se recusou a colocar a tornozeleira, como ordenara o ministro Alexandre de Moraes, e se protegeu ao lado de aliados do presidente Jair Bolsonaro. Na companhia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se tornou porta-voz do grupo, o parlamentar usou a estrutura da Câmara para estimular o embate entre as instituições. Alexandre de Moraes, no último despacho desta quarta, classificou a decisão do parlamentar de “morar” na Câmara, como chegou a anunciar, de “estranha e esdrúxula”.

 

Caso Daniel gera tensão no 31 de março – Independentemente do desfecho do caso do deputado Daniel Silveira (sem partido-RJ) e o uso de tornozeleira determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, o fato de um deputado ter ficado “ilhado” no Parlamento deixa este 31 de março sob alerta. Nesta data, grupos radicais costumam se movimentar e há quem esteja com receio de que a situação do parlamentar sirva de pretexto para novos ataques ao STF, nos moldes do que já se viu no passado recente. Da parte do Planalto, porém, a ideia é ficar bem distante daquele Sete de Setembro em que foi preciso o ex-presidente Michel Temer servir de ponte entre Jair Bolsonaro e Moraes. O presidente já foi aconselhado, inclusive, a ficar longe dessa briga. Agora, quem o conhece, garante que ele não deixará de defender o deputado. Prova disso, foi a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao lado de Silveira na Câmara.

 

Defesa diz que golpe de 64 é marco da ‘evolução política brasileira’ – O Ministério da Defesa afirmou nesta quarta-feira que o golpe militar de 1964 é um “marco histórico da evolução política brasileira” e que “respondeu aos anseios” da sociedade à época. A pasta diz também que o “movimento” deixa um “legado de paz, de liberdade e de democracia”. O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, assinou ordem alusiva ao 31 de março de 1964, aniversário de 58 anos do golpe. Braga Netto é cotado para ser vice na chapa à reeleição do presidente Jair Bolsonaro e deve deixar o ministério nesta quinta-feira para cumprir exigência da lei eleitoral. O texto diz que o século XX foi marcado por ideologias totalitárias que representaram “ameaças à democracia e liberdade” e um cenário de “incertezas com grave instabilidade política econômica e social”. Diz também que o golpe militar impediu que um regime totalitário fosse implantado no Brasil. A Defesa ressalta que os anos seguintes ao golpe foram um período de “estabilização, segurança, de crescimento econômico e de amadurecimento político” e que estabeleceu a paz no país. A ditadura militar fechou o Congresso, cassou habeas corpus e censurou as artes e a imprensa. Em 2014, pela primeira vez as Forças Armadas reconheceram a ocorrência de desaparecimentos e mortes durante o regime em ofício encaminhado à Comissão Nacional da Verdade (CNV). Na economia, a manipulação da coleta de informações fez com que os índices oficiais de inflação ficassem artificialmente baixos.

 

PF conclui que Bolsonaro não interferiu na corporação – Dois anos após o pedido de demissão e as acusações de Sergio Moro, a Polícia Federal encerrou o inquérito e concluiu não haver indícios de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) interferiu para proteger aliados e familiares ao trocar o comando do órgão. Os investigadores também descartaram uma possível denunciação caluniosa do ex-ministro por acusar o presidente de interferência na PF e iniciar uma das principais crises do governo Bolsonaro. No relatório, a PF afirma que em dois anos de apuração “nenhuma prova consistente” da interferência de Bolsonaro foi encontrada e que todas “as testemunhas ouvidas foram assertivas em dizer que não receberam orientação ou qualquer pedido, mesmo que velado, para interferir ou influenciar investigações”. Nas redes sociais, Moro disse na noite desta quarta (30) que “a Polícia Federal produziu um documento de 150 páginas para dizer que não houve interferência do presidente na PF”, mas “certamente, as quatro trocas de diretores da PF falam mais alto do que as 150 páginas desse documento”. ​Uma das provas apresentadas por Moro à época, e citadas no relatório, são as mensagens enviadas pelo presidente em que ele fala da intenção de tirar Maurício Valeixo da direção do órgão e indicar Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência e amigo da família presidencial. Em 22 de abril de 2020, Bolsonaro diz ao então ministro da Justiça: “Moro, o Valeixo (então diretor da PF) sai essa semana”, “Isto está decidido”, “Você pode dizer apenas a forma”, “A pedido ou ex oficio”. Em resposta, Moro diz: “Presidente sobre esse assunto precisamos conversar pessoalmente, estou ah [sic] disposição para tanto”. No mesmo dia, o presidente manda a Moro um link de texto do site O Antagonista, com o título: “PF na cola de 10 a 12 deputados bolsonaristas”. Moro responde: “Isso eh fofoca. Tem um Dpf [Delegado de Polícia Federal] atuando por requisição no inquérito da fake News e que foi requisitado pelo Min Alexandre [de Moraes]”. Bolsonaro, no dia seguinte, encaminha o mesmo link da reportagem e diz: “Mais um motivo para a troca”. Segundo relatório do delegado Leopoldo Soares Lacerda, Bolsonaro não cometeu um ato contrário à lei ao pedir a troca do diretor-geral da corporação a Moro porque cabe ao presidente escolher a equipe ministerial e também os chefes vinculados aos ministérios.

 

Rosa Weber nega arquivamento de inquérito sobre Bolsonaro – A ministra Rosa Weber (STF) negou nesta quarta-feira (30) pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, para arquivar inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso do processo de compra da vacina indiana Covaxin. Nesse inquérito, o presidente é investigado sob suspeita de prevaricação. O caso Covaxin se tornou centro da CPI da Covid no Senado, inflamou protestos pelo impeachment do presidente e expôs uma série de contradições no discurso bolsonarista sobre vacinas e combate à corrupção. O PGR havia seguido o entendimento da Polícia Federal, que, em 31 de janeiro, disse que não foi identificado crime, porque não havia dever funcional do presidente da República de “comunicar eventuais irregularidades de que tenha tido conhecimento” a órgão de investigação. De acordo com o delegado William Tito Schuman Marinho, “juridicamente, não é dever funcional (leia-se: legal), decorrente de regra de competência do cargo, a prática de ato de ofício de comunicação de irregularidades pelo presidente da República”. Aras concordou com a tese da PF. A ministra Rosa Weber discordou e disse que “é perfeitamente possível extrair, do próprio ordenamento jurídico-constitucional, competência administrativa vinculada a ser exercida pelo chefe de Governo”.

 

Lira pressiona, e Fux marca julgamento de Silveira – O ​presidente Arthur Lira (PP-AL) defendeu nesta quarta-feira (30) a inviolabilidade da Câmara, mas criticou o uso midiático das dependências da Casa pelo deputado Daniel Silveira (União-RJ) e pressionou o STF (Supremo Tribunal Federal) a analisar a ação contra o bolsonarista que tramita na corte. Após a cobrança de Lira, o presidente do STF, Luiz Fux, decidiu marcar para 20 de abril o julgamento da ação penal contra Silveira. O ministro inicialmente estudava marcar o julgamento para maio, devido aos feriados de Páscoa e de Tiradentes. Lira emitiu nota nesta quarta sobre a controvérsia envolvendo o deputado, após o ministro Alexandre de Moraes ter ordenado na tarde desta terça (29) que a polícia fosse à Câmara colocar tornozeleira eletrônica em Silveira. No comunicado, o presidente da Câmara defende que decisões judiciais sejam cumpridas, mas ressalta que a “inviolabilidade da Casa do Povo deve ser preservada.” “Ideal que o STF analisasse logo os pedidos do deputado Daniel Silveira e que a Justiça siga a partir desta decisão”, continua Lira na nota. A seguir, o presidente da Câmara disse condenar “o uso midiático das dependências da Câmara” e ressaltou novamente a inviolabilidade do local.

 

PT contra-ataca na Bahia – Duas semanas depois de perder o apoio do PP, um de seus principais aliados, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), contra-atacou nesta quarta-feira (30) e levou para a sua base aliada o MDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima. O partido fazia parte do arco de alianças do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) e agora vai engrossar a coligação para a candidatura do secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues, ao Governo da Bahia. Geddel, que está em liberdade condicional desde fevereiro na condenação por lavagem de dinheiro no caso do bunker com R$ 51 milhões em Salvador, foi cortejado nas últimas semanas tanto pelo governador Rui Costa quanto pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto. Geddel não possui cargo de comando no MDB, mas segue como figura influente nas decisões do partido. Ele estava presente no anúncio da parceria na tarde desta quarta na sede do MDB da Bahia, mas ficou longe dos holofotes. O senador Jaques Wagner (PT) também participou do ato, assim como o ex-deputado federal Luiz Argôlo, que está em liberdade condicional da pena que cumpre da condenação na Operação Lava Jato. Abordado por jornalistas, Geddel afirmou que não estava participando do evento: “Eu sou curioso, vim aqui só para ver o movimento. Tenho uma reunião aqui em cima”, disse, enquanto seguia para o elevador do prédio comercial onde fica a sede do MDB baiano. O presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Geraldo Júnior (MDB), será indicado candidato a vice-governador. A chapa, que ainda tem o senador Otto Alencar (PSD) como candidato ao Senado, será apresentada lançada nesta quinta-feira (31) em ato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A reviravolta dá novo gás à candidatura petista na Bahia, que enfrentou uma série de atritos internos e sofreu baixas nas últimas semanas. A principal delas foi a do vice-governador João Leão (PP), que rompeu com o PT após uma aliança de 13 anos e será candidato ao Senado na chapa de ACM Neto.

Por orçamento secreto, partidos entram na disputa para indicar ministros – As trocas na Esplanada dos Ministérios por causa das eleições deste ano provocaram embates entre partidos e o Palácio do Planalto nesta semana. As siglas se movimentaram e tentaram emplacar nomes, principalmente para as pastas com os cofres mais gordos, como o Ministério do Desenvolvimento Regional, para terem a garantia de que as emendas de relator, do orçamento secreto, serão pagas. O pagamento dessas emendas é muitas vezes usado como arma eleitoral pelos políticos para atrair votos em seus redutos nos Estados, o que as torna mais importantes e estratégicas neste período. Por enquanto, o governo está se programando para liberar R$ 16,5 bilhões neste ano, até dezembro. Há ainda outros R$ 18,8 bilhões de emendas do chamado orçamento secreto de anos anteriores que ainda não foram pagos. Os valores fazem crescer os olhos das lideranças que querem garantir a reeleição em outubro. Justamente por isso, há uma pressão para que a liberação da maior parte dos recursos ocorra antes das eleições. A lei eleitoral proíbe o pagamento de emendas nos três meses anteriores à disputa. O governo, no entanto, deve priorizar a nomeação de secretários executivos dos ministérios onde os titulares vão deixar o cargo. Com a saída de Tarcísio de Freitas do comando da Infraestrutura para concorrer ao governo de São Paulo, por exemplo, quem deve assumir é Marcelo Sampaio, que é também genro do ministro da Secretaria-geral, Luiz Eduardo Ramos.

 

Deu ruim – A história do relógio Piaget de Lula ainda vai render. O ex-presidente disse que ganhou a peça de presente quando estava no Planalto. Não disse quem deu. Um servidor público não pode receber presentes de valor superior a R$ 100. No caso dos presidentes da República, há exceções, por exemplo, objetos de uso pessoal. A oposição aos petistas já pegou as declarações de Lula no evento do PSol.

 

Lula: ‘Exército não serve para a política’ – No último evento da sua primeira passagem com agenda política no Rio neste ano, o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) fez discurso em tom de campanha, atacou o presidente Jair Bolsonaro (PL), a atuação de militares na política e afirmou que a esquerda voltará a ganhar as eleições. O ex-presidente participou de um ato na UERJ do Grupo de Puebla, fórum que reúne lideranças internacionais de esquerda. No palco com o petista estavam a ex-presidente Dilma Rousseff; os ex-ministros Aloizio Mercadante e Celso Amorim; Ernesto Samper, ex-presidente da Colômbia, José Luís Zapatero, ex-presidente da Espanha, entre outros políticos. O ex-presidente passou a maior parte do discurso falando de política externa, lembrando as gestões petistas e criticou a falta de integração do Brasil com a América Latina e a África. No trecho final, se dedicou a falar da crise econômica brasileira e do cenário eleitoral de 2022. Ele criticou a atuação excessiva de militares no governo Bolsonaro – o ministro da Defesa, Braga Netto, é cotado para vice na chapa do presidente. — O papel dos militares não é puxar saco de Bolsonaro nem de Lula. Eles têm que ficar acima das disputas políticas. Exército não serve para política, ele deve servir para proteger a fronteira e o país de ameaças externas. Na sequência, o petista partiu para o ataque contra Bolsonaro. — Ele é tão frágil e boçal que, como não tem partido político, pegou a camisa da seleção e a bandeira dizendo que é o partido dele. Vamos mostrra que as cores da bandeira brasileira não são desse fascista. Essa bandeira é nossa — disse, erguendo uma bandeira na sequência. Antes de Lula, Dilma também fez uma fala em ritmo eleitoral criticando o governo Bolsonaro sobre a condução da Petrobras e o crescimento dos índices relacionados a fome no país. Além disso, fechou seu breve discurso com uma frase chamando para si a responsabilidade por erros nas gestões petistas. — Quando deixei o governo, eu avisei, nós voltaremos. Os nossos erros são meus, os nossos acertos são nossos — disse Dilma.

 

Michelle é escalada para rodar o país em campanha – Depois de muita insistência, a coordenação de campanha de Jair Bolsonaro finalmente convenceu o presidente da República a permitir que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, participasse mais ativamente no esforço de buscar a reeleição. Aos compromissos ligados à posição de primeira-dama, Michelle se somará aos eventos de agenda do Governo relacionados às mulheres. A etapa inicial da nova estratégia será colocar Michelle para viajar ao Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, acompanhando a divulgação de um programa de empreendedorismo para mulheres liderado por Daniella Marques, secretária de Produtividade e Competitividade da equipe do ministro Paulo Guedes (Economia). Chamado de “Brasil para elas”, o programa fornecerá crédito e treinamento aos microempreendedores, com foco principalmente em mulheres que hoje são atendidas por programas de assistência governamental, como o Auxilio Brasil. Michelle é considerada pelo grupo como um valioso ativo eleitoral, especialmente porque Bolsonaro tem uma grande rejeição no eleitorado feminino.

 

Eduardo Cunha tentará voltar à Câmara – O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha filiou-se ao PTB nesta terça-feira com o objetivo de disputar uma vaga de deputado federal na eleição deste ano para o estado de São Paulo. O partido apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). Alvo de acusações de corrupção, Cunha Cunha foi condenado a 24 anos e 10 meses de prisão. Ele foi demitido e preso em regime fechado entre 2016 e 2020, quando foi transferido para prisão domiciliar. Em maio do ano passado, a prisão foi revogada. Em dezembro do ano passado, Cunha teve uma vitória judicial, quando a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região anulou sua condenação e encaminhou o processo à Justiça Eleitoral. No recurso, a defesa do ex-deputado argumentou que ele foi condenado por um juiz que não pôde julgá-lo e baseado apenas nas declarações não comprovadas de delatores de corréus. Apesar da anulação dessa condenação, o ex-presidente da Câmara permanece inelegível devido à Lei da Ficha Limpa, já que teve o mandato de deputado cassado, em 2016. Uma de suas filhas, Danielle, deve ser candidata a vice no Rio.

 

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Novena em Louvor a Nossa Senhora da Assunção 2026

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De 7 a 16 de agosto, programação reúne celebrações, sacerdotes convidados, momentos de espiritualidade, barracas, ações solidárias e shows católicos.

Evento integra o calendário religioso da capital e reforça a vocação de Goiânia como destino de turismo de fé.

Entre os dias 7 e 16 de agosto, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção, na Vila Itatiaia, realiza a tradicional Novena em Louvor a Nossa Senhora da Assunção, padroeira da comunidade, reunindo milhares de fiéis em dez dias de intensa programação religiosa, cultural e comunitária.

Neste ano, a celebração ganha ainda mais relevância por marcar os 40 anos da Paróquia Nossa Senhora da Assunção, uma comunidade que se consolidou como referência de evangelização, grandes eventos religiosos e ações sociais em Goiânia

A programação contará com Santa Missa diária, pregações, sacerdotes convidados, momentos de oração, apresentações musicais, barracas gastronômicas e o tradicional sorteio solidário, movimentando moradores da capital e visitantes de diversas cidades goianas. 

A expectativa da organização é que, ao longo dos dez dias, a Novena receba um público expressivo, repetindo o sucesso de grandes celebrações promovidas pela paróquia nos últimos anos.

A comunidade já se tornou conhecida por realizar eventos que unem espiritualidade, cultura e acolhimento, como a tradicional encenação da Paixão de Cristo, que atrai milhares de pessoas e contribui para fortalecer o turismo religioso em Goiás. 

Turismo religioso em crescimentoMuito além da dimensão espiritual, a Novena representa um importante movimento para a economia local.

A festa também fortalece a identidade cultural da região Norte de Goiânia e integra um conjunto de manifestações religiosas que colocam Goiás em destaque no cenário nacional do turismo de fé.

Nos últimos anos, o estado consolidou-se como um dos principais destinos religiosos do país, impulsionado por grandes eventos como a Romaria do Divino Pai Eterno, em Trindade, além das celebrações promovidas por diversas paróquias e santuários.

Nesse contexto, a Novena da Assunção amplia o calendário de eventos religiosos da capital, oferecendo uma experiência de acolhimento, oração e convivência comunitária. 

Dez dias de fé e comunhãoA programação foi preparada para envolver todas as idades, reunindo famílias, jovens, crianças e idosos em uma grande experiência de evangelização.

Durante a novena haverá:

Santa Missa todos os dias, às 19h30;

Pregações com sacerdotes convidados;

Participação especial de bispos e religiosos;

Apresentações musicais católicas;

Barracas com comidas típicas;

Sorteio solidário;

Espaços de convivência para toda a família.

Entre os convidados estão Dom João Justino, Dom Danival Milagres, Pe. Marcos Rogério, Pe. Cidimar, Pe. Carlos, Pe. João Aurélio, Pe. Dione Piza, Pe. Marco Aurélio, Pe. Ailton, William Sanfona, a Fraternidade São João Paulo II e o cantor Tony Allysson, proporcionando uma programação diversificada ao longo dos dez dias.

Programação em dois locais.

A Novena será realizada em dois espaços para melhor acolher o público.

De 7 a 11 de agosto:

Paróquia Nossa Senhora da Assunção – Vila Itatiaia;

De 12 a 16 de agosto: Estacionamento do Clube dos Bancários.

A mudança para o Clube dos Bancários na segunda etapa da festa permitirá receber um número ainda maior de participantes, oferecendo mais conforto e estrutura para as celebrações e atividades comunitárias.

Uma devoção que atravessa gerações

Celebrada em 15 de agosto, a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora recorda a crença da Igreja Católica de que Maria foi elevada apo Céu em corpo e alma, tornando-se sinal de esperança para todos os cristãos.

Na Vila Itatiaia, essa devoção atravessa gerações e se tornou parte da história da comunidade.

Famílias inteiras participam da festa há décadas, transformando a Novena em um momento de reencontro, fortalecimento da fé e renovação espiritual.

Além do aspecto religioso, a celebração também reforça valores de solidariedade, voluntariado e participação comunitária, reunindo centenas de voluntários na organização das celebrações, da acolhida aos visitantes e das ações beneficentes promovidas durante o evento.

Para o pároco Padre Marcos Rogério, a Novena representa um convite para que toda a sociedade viva dias de esperança e comunhão.

“A Novena em Louvor a Nossa Senhora da Assunção é muito mais do que uma programação religiosa.

É um tempo de reencontro com Deus, de fortalecimento das famílias, de acolhimento e de unidade.

Queremos abrir as portas da nossa comunidade para receber todos aqueles que desejam viver essa experiência de fé.

Nossa Senhora continua apontando o caminho para Cristo e nos ensina a dizer o nosso ‘sim’ todos os dias.

Esperamos cada fiel e cada família para celebrarmos juntos esses dez dias de graças e bênçãos.

”Serviço:

Novena em Louvor a Nossa Senhora da Assunção 2026

Data: 7 a 16 de agosto de 2026

Horário: Santa Missa diariamente às 19h30

Locais:

7 a 11 de agosto – Paróquia Nossa Senhora da Assunção (Vila Itatiaia)

12 a 16 de agosto – Estacionamento do Clube dos Bancários

Programação:

Santa Missa diária

Pregações

Sacerdotes convidados

Apresentações musicais

Barracas gastronômica

Sorteio solidário

A programação completa está disponível nas redes sociais da paróquia: 

www.instagram.com/paroquiaassuncao

Assessoria de Imprensa

Rafael Batista

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Monólogo “Espiraldemí”

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Estreia em Brasília e convida o público a refletir sobre memória, ancestralidade e a construção do corpo brasileiro

Espetáculo de Likidah Mazindandú, com direção de Diadorim Silva e Letícia Medeiros, realiza apresentações gratuitas entre os dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.

O que constrói o que é ser brasileiro? É a partir dessa pergunta que nasce Espiraldemí, monólogo escrito, concebido e interpretado por Likidah Mazindandú, que estreia em Brasília nos dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, às 19h, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.

Com entrada gratuita, mediante retirada de ingressos pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290) o espetáculo propõe uma travessia entre passado, presente e futuro para revisitar memórias individuais e coletivas, questionando os processos históricos que moldaram a identidade brasileira.

A dramaturgia reflete sobre a história do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas.

Rememorando histórias de brasileiros atravessados pela violência colonial e pelo Estado, a obra convida o público a refletir sobre a necessidade de construir uma política de memória e resistência.

Entre lembranças pessoais e coletivas, investiga os impactos das políticas de embranquecimento, os apagamentos históricos produzidos pelo colonialismo e os caminhos de retorno às ancestralidades negras como possibilidade de construção de futuroMais do que uma narrativa linear, Espiraldemí compreende o tempo como uma espiral em constante movimento.

Inspirado em cosmopercepções afro-brasileiras e no cosmograma bakongo, o espetáculo articula teatro, dança emúsica para criar uma experiência cênica em que passado, presente e futuro coexistem.

Em cena, histórias de violência, permanência, resistência e reinvenção se entrelaçam na busca por uma atualização que resgate as “configurações originais” desse corpo brasileiro.

“Caminhar para a sétima direção, em muitas tradições, é o caminho do autoconhecimento. Esse é o percurso de Espiraldemí.

Um monólogo que rememora a construção do território brasileiro, as políticas de esquecimento e apagamento racial, a construção da branquitude brasileira e a necessidade de retorno às tradições, à terra e ao território para a concepção de futuros possíveis”, afirma Likidah Mazindandú.

Para a direção, assinada por Diadorim Silva e Letícia Medeiros, a montagem estabelece um diálogo entre ancestralidade e tecnologia.

“O que acontece quando a virtualidade clama por uma atualização de um sistema sobrecarregado de traumas? Espiraldemí apresenta um encontro entre o humano e o robótico, onde o esquecimento é vendido como remédio e o progresso é pintado de branco.

A peça convida o público a romper o silêncio e a encarar o reflexo de um solo sagrado, mas roubado”, destaca Diadorim.

A preparação corporal, conduzida por Mylena Edna, investiga a construção da identidade de um corpo formado pelo encontro de raízes afro-indígenas e atravessado pelo colonialismo.

A encenação cruza histórias reais, personagens simbólicos e questões contemporâneas, como o capitalismo, a destruição do Cerrado e as permanências das violências estruturais, reafirmando o teatro como espaço de elaboração da memória e de imaginação de outros futuros.

A estreia de Espiraldemí marca a chegada aos palcos de uma dramaturgia que propõe revisitar a história do Brasil por meio de perspectivas afrodiaspóricas.

Ao articular ancestralidade, memória e resistência em uma linguagem que reúne teatro, dança, música e projeções, o espetáculo reafirma a potência da produção teatral do Distrito Federal e amplia o debate sobre identidade, pertencimento e construção de futuros possíveis.

A dramaturgia da obra também está publicada pela Editora Minimalismos e segue disponível para aquisição no catálogo da editora, permitindo que leitores conheçam o texto para além da experiência cênicas.

Comprometido com a democratização do acesso à cultura, Espiraldemí oferece recursos de acessibilidade em todas as apresentações.

Todas as sessões contarão com interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo maior acesso ao público surdo.

Já as apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também contarão com audiodescrição, ampliando a experiência de pessoas cegas e com baixa visão.

A iniciativa reafirma o compromisso da produção com uma experiência artística inclusiva, reconhecendo a acessibilidade como parte essencial do direito à cultura.

O espetáculo é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sobre o autor

Likidah Mazindandú é artista, dramaturgo, escritor e educador nascido e criado no Distrito Federal.

Graduado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduado em Cultura e Educação pela FLACSO Brasil, desenvolve pesquisas e criações que articulam ancestralidade, memória, corpo e cosmopercepções afrodiaspóricas.

Sua atuação transita entre o teatro, a performance, a literatura e as artes visuais.

Vencedor da Premiação Sesc de Jovem Dramaturgia em 2018, é autor de dramaturgias, performances e publicações que investigam as relações entre identidade, território e imaginação de futuros para corpos historicamente marginalizados.

Em Espiraldemí, sua mais recente criação cênica, aprofunda essas investigações ao refletir sobre a formação do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas, propondo um diálogo entre memória, ancestralidade e resistência.

SERVIÇO:

Espetáculo Espiraldemí

Datas: 1º, 2, 8 e 9 de agosto. 

Horário: às 19h.

Local: Espaço Pé Direito – Vila Telebrasília. 

Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada pelo Sympla.

Retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290 

Acessibilidade:

Todas as sessões contam com intérprete de Libras.

As apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também terão audiodescrição.

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Notícias

Image Hunter promove treino na Serra da Canastra com Jorge Negretti.

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Piloto multicampeão percorreu diferentes trechos testando a DesertX, da Ducati, big trail que estará presente na 34ª edição do Sertões Petrobras 2026.

A convite da Image Hunter, o lendário piloto do motocross nacional Jorge Negretti testou a Ducati DesertX, modelo que fará parte da estrutura da equipe durante o Sertões Petrobras 2026.

A ação, realizada no mês de julho, levou Negretti e Adriano Galante, piloto oficial da equipe Ducati Image Hunter Rally Team, a percorrerem trechos da Serra da Canastra para avaliar o desempenho da big trail em diferentes condições de terreno.

Durante os treinos, a Ducati DesertX passou por cenários de avaliação, demonstrando desempenho, resistência e preparação para os próximos desafios.

A motocicleta será um dos destaques da Image Hunter, equipe oficial da Ducati, na 34ª edição do Sertões Petrobras, que acontecerá entre os dias 22 e 30 de agosto de 2026.  

“A presença dele reflete um momento importante para os nossos projetos e reforça o compromisso que temos em trazer o melhor do motociclismo para Goiás.

Estamos preparando novidades para os próximos meses, com uma agenda focada em novas ações com Jorge Negretti que devem movimentar o universo do motociclismo”, afirma Walmir Cunha, fundador da Image Hunter.

A atividade também marcou o início de uma nova fase de preparação, com foco no planejamento técnico e operacional para as competições. Nos próximos dias, representantes da Image Hunter participarão de eventos que integram o calendário da temporada.

A programação terá início com o inédito Sertões Series Paraná, dando sequência a uma série de ações que antecedem o Sertões Petrobras 2026.

 Sobre Walmir Cunha e a Image Hunter Natural de Goiânia, o advogado e empresário Walmir Cunha transformou uma paixão pessoal em um projeto empresarial voltado ao universo das duas rodas.

Apaixonado por motociclismo, percorreu mais de 45 países de motocicleta, acumulando experiências que deram origem à criação da Image Hunter.Inicialmente voltada para a organização de expedições e experiências de mototurismo, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos e passou a desenvolver projetos ligados à produção de conteúdo, treinamento, experiências exclusivas e articulação de eventos esportivos, como a vinda do MotoGP, Campeonato Brasileiro de Motocross e Campeonato Sul-Americano de Motocross para Goiânia.

Hoje, a Image Hunter atua conectando marcas, pilotos, competições e entusiastas do motociclismo, com iniciativas que vão desde viagens internacionais até a participação na realização de eventos de grande porte. Entre os projetos futuros estão novas expedições para França, Estados Unidos e Argentina, além da segunda edição da Volta Motociclística, evento que busca resgatar a história do motociclismo em Goiás e valorizar o patrimônio cultural de Goiânia.

FatoMais Comunicação

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