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Gastronomia

Como harmonizar vinhos com churrasco

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Para os apaixonados pela boa gastronomia, saber harmo­nizar vinhos com carnes é uma regra básica. Mas se você não é um expert no assunto, tudo bem! A coluna Prazeres à Mesa explica de forma simples, como acertar na hora de escolher o vinho ideal para cada prato.

Alguns pontos devem ser ob­servados na hora de harmonizar vinhos com carnes. O primeiro passo é observar o modo de prepa­ro do prato e os temperos que se­rão utilizados na elaboração, para então escolher o rótulo certo para acompanhar cada tipo de carne. É preciso lembrar que harmoni­zar significa combinar os sabores dos ingredientes, para evitar que o sabor de um se sobreponha ao do outro e altere o paladar.

Vinho, por si só, já é uma delí­cia, mas todos sabemos como é bom quando ele acompanha uma boa comida, não é? Quem nunca fi­cou em dúvida de qual vinho esco­lher para acompanhar aquele pra­to especial? Ou vice-versa?

O avanço da tecnologia e as descobertas de novas técnicas, tanto no mundo do vinho quanto no da gastronomia, trouxeram no­vos sabores, novas texturas, varie­dades de aromas e aumentaram muito as possibilidades de exce­lentes combinações.

Os mais experientes no assun­to sugerem algumas regras, como vinhos tintos encorpados – como Malbec e Cabernet Sauvignon – har­monizam com carnes vermelhas, por exemplo. Na verdade, suges­tões como essas não devem ser en­caradas como regras, mas apenas como uma direção, uma ideia que pode ser seguida, mas sem obriga­ção, pois somos livres para criar no­vas combinações e a melhor har­monização sempre será a que mais agradar o seu paladar!

Uma das coisas mais interessan­tes e gostosas de fazer na hora de tomar um belo vinho é harmoni­zá-lo com as suas refeições! A in­tensidade do vinho usado depen­de principalmente de qual tipo de molho está sendo utilizado. Regra geral, quanto mais intenso o sabor do prato, mais encorpado deve ser o vinho. O que deve ser levado em conta na hora de escolher a bebida é o modo de preparo da receita e seus temperos. Tradicionalmente os pra­tos com carne vermelha são harmo­nizados com vinho tinto.

Você deve tomar cuidado com a incompatibilidade entre o tani­no do vinho e o sal. Certifique­-se que o excesso de sal tenha sido retirado da carne antes de consumi-la, dessa forma você aproveitará melhor a harmoni­zação entre sua carne e vinho!

Mas, afinal, será que todo tipo de carne vermelha combina com qual­quer vinho tinto? Não é bem assim!

Na hora do preparo, pequenos detalhes podem interferir na esco­lha do vinho. É o caso do cozimento a vapor, que pede algo mais delica­do. Se o ingrediente for defumado, exige uma bebida mais forte.

Fique atento com o excesso de alho (molhos e torradinhas), conservas, vinagre e limão em temperos, shoyo, ovos (cozidos, fritos, omeletes ou em maione­ses), alcachofra, folhas amargas (como agrião, rúcula e endívia), tomilho e alecrim. O vinho não cai bem em combinações exage­radas desses ingredientes.

Os brasileiros, por exemplo, be­bem mais vinho tinto do que bran­co. Mas isso não é ruim, pois o con­sumo de carne vermelha também é grande e, com essa, a melhor com­binação é o vinho tinto. Para encon­trarmos o vinho ideal, é necessário avaliar a quantidade de gordura pre­sente em cada corte, a intensidade de sabor e a maciez, sem, é claro, ig­norar os preparos especiais de cada receita, com seus molhos e acompa­nhamentos. Entenda:

Frangos grelhados ou assados pedem brancos leves, como char­donnay, chenin blanc, sauvignon blanc e riesling. Dependendo do preparo, com molho vermelho, por exemplo, podem ser harmoniza­dos com o tinto leve.

O corte de contrafilé é um dos nossos cortes mais tradicionais, principalmente para bifes grelha­dos. No Brasil, utilizamos a ponta do contrafilé, mesma parte da car­ne utilizada no bife ancho, um filé alto com gordura entremeada. Já o chorizo, corte horizontal do con­trafilé que consagrou o churrasco na América do Sul, principalmente da Argentina, no Uruguai e no Rio Grande do Sul, possui a camada de gordura na parte de cima. Em geral, os cortes de contrafilé são suculen­tos e fibrosos e, por isso, pedem vi­nhos encorpados e com muitos ta­ninos, mas nem tanta acidez, como um clássico Malbec argentino.

O filé é uma carne macia, sucu­lenta e magra, muito usada para preparar bifes, filés e o tradicional estrogonofe, mas não tão adequa­da para churrascos devido a sua baixa porcentagem de gordura. Para harmonizar com o filé mig­non, indico a uva Grenache, tão suculenta quanto esse corte.

O rabo de boi (rabada) é um cor­te com bastante gordura, já que fica muito próximo do osso, e com um sabor muito intenso. Por isso este corte exige um vinho com muitos ta­ninos e acidez elevada. A uva Tem­pranillo costuma produzir vinhos encorpados, mas, ao mesmo tem­pos, frutados, ideais para harmoni­zar o sabor intenso do rabo de boi.

Alcatra é uma carne mais fibro­sa e macia, um corte com mais gor­dura. Costuma ser servida inteira como bifes grelhados, mas tam­bém refogada e em picadinhos. Por causa da gordura, o vinho precisa ter certo corpo acidez alta, como o Carménère. O picadinho é um prato que combina muito bem com essa uva, já que é temperado com muitas ervas, ideal para har­monizar as notas herbáceas da cas­ta. Uso a alcatra para fazer o meu prato predileto típico da Borgonha, o Boeuf Bourguignon.

Toda a sintonia da harmoni­zação vem desse encontro entre uma carne cozida durante horas à baixa temperatura, muito ma­cia, expressando centenas de per­fumes de alecrim, de vinho, do defumado do bacon, etc., e um vinho “aéreo”, sem taninos mar­cantes e sutilmente ácido para deixar expressar essa carne que se derrete na boca. A minha suges­tão é um Bourgo- gne 2011, do­maine Jean-Claude Rateau – R$ 95,00 –Delacroix. Sensação úni­ca no paladar.

A costela é um corte que pos­sui muito gordurosa e, por isso, é também muito macia. A grande questão envolvida na harmoniza­ção da costela é se ela vai ou não acompanhar o molho barbecue. Caso faça parte do prato, opte por um Syrah de regiões quentes do Novo Mundo, que possuem cor­po e bastante fruta, ideal para combinar com o molho! Sem o barbecue, escolha um Syrah de lugar frio do Velho Mundo, que possui corpo e maior acidez, além dos toques de especiarias, perfei­ta para harmonizar com a gordu­ra da costela.

Preparações mais leves, como carpaccio e steak tartare, har­monizam bem com tintos menos encorpados, de boa acidez e baixa tanicidade, e também vinhos bran­cos. Para acompanhar o carpaccio, o Sauvignon Blanc é uma boa pedi­da. O tradicional prato francês, steak tartare, vai muito bem com Char­donnay, mas o casamento perfeito é mesmo com o Beaujolais.

A carne de porco é bastante versátil e um verdadeiro curin­ga na harmonização de vinhos. Cortes mais gordurosos, como pernil e costela, combinam com vinhos tintos, como Pinot Noir, Tempranillo e Merlot. Cor­tes mais magros e de sabor mais suave, como o lombinho, har­monizam com vinhos brancos Chardonnay e Riesling da Alsá­cia. Este último é sensacional.

Para outros cortes de carne vermelha, recomendo a esco­lha de um vinho tinto Cabernet Sauvignon ou Syrah. Além dis­so, você também pode harmo­nizar o vinho de acordo com o molho da carne.

Para molhos apimentados, pro­cure um vinho branco Sauvignon Blanc ou Riesling, sendo que o pri­meiro também é uma ótima esco­lha para carnes com molhos de li­mão. Já molhos amanteigados, de queijo ou mais encorpados pedem um vinho branco Chardonnay.

Carnes cozidas no seu pró­prio molho – como o frango en­sopado, ragu de cordeiro e posta cozida – combinam com o tinto encorpado e envelhecido. Embu­tidos harmonizam mais com vi­nhos brancos. A carne vermelha até pode ser servida com o vinho branco, mas o molho precisará ser leve, branco ou de queijo.

O coxão duro é um corte de car­ne com mais gordura e, por isso, é mais macio. Uma excelente car­ne para moer. Já o coxão mole é perfeito para assados, refogados e cozidos. Ambos os cortes pedem tempo maior de cozimento, já que são mais duras.Indico a uva Pais, pouco conhecida no Brasil. É uma uva nacional do Chile.

O lagarto é um corte muito usado para fazer carne de pane­la. Uma carne com pouca gordura e mais leve, que não pede um vi­nho com tantos taninos nem es­trutura, mas precisa de acidez para quebrar as suas fibras. Minha in­dicação é um Pinot Noir da Bor­gonha, com corpo mediano e boa acidez! Mas, atenção: se for colo­car molhos fortes, como rosbife com mostarda ou pimenta, tro­que o tinto por um rosé.

A picanha é uma carne ma­cia por causa da capa de gor­dura em que é envolta. Por isso ela precisa de um vinho com bastante tanino, mas também acidez, ou seja, um Cabernet Sauvignon da Argentina, como o Felino, é ideal. Indico também o vinho Goulart Malbec.

A fraldinha é um corte peque­no, com pouca gordura, fibrosa e macia. Não é à toa que é tão usada como peça de churrasco. Pede o acompanhamento de um vinho tinto de corpo médio e ta­ninos redondos, como um vinho de maioria Merlot da margem di­reita de Bordeaux.

A maminha possui um sabor suave e uma textura bastante ma­cia. Um vinho tinto mais leve e frutado é a combinação perfeita, principalmente se for feito da uva italiana Sangiovese.

Sendo assim, em resumo, as harmonizações de carnes nobres com gordura e vinhos mais encorpados, servidos em temperaturas mais altas, podem ser as mais agradáveis para aquele jantar aconchegante no inverno. Porém, de modo geral, a combinação entre carnes e vinhos oferece experiências gastronômicas incríveis em qualquer época do ano.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/conteudo-publicitario/badida/carnes-e-vinhos-que-tal-aproveitar-o-inverno-para-saborear-essa-harmonizacao/
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Edna Gomes- somelliere, gastronoma e jornalista

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Oito anos de excelencia

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Há reconhecimentos que se conquistam uma vez. E há aqueles que precisam ser reconquistados, ano após ano, garrafa após garrafa, decisão após decisão. É este segundo tipo de mérito que o restaurante Primrose, no Castelo Saint Andrews, celebra em 2026: pela oitava vez consecutiva, sua carta de vinhos recebe o selo da Wine Spectator, uma das distinções mais cobiçadas do universo enológico mundial. Não é sorte. É curadoria.

São aproximadamente 300 rótulos distintos — entre vinhos, espumantes, fortificados, kits especiais e safras diversas de um mesmo nome — totalizando cerca de 450 garrafas e unidades, incluindo magnums e edições de coleção. Foto Divulgação Castelo Saint Andrews

A adega do Primrose reúne hoje aproximadamente 300 rótulos distintos — entre vinhos, espumantes, fortificados, kits especiais e safras diversas de um mesmo nome — totalizando cerca de 450 garrafas e unidades, incluindo magnums e edições de coleção. São números que impressionam, mas o que realmente distingue esta adega é a lógica por trás deles: cada rótulo ocupa seu lugar por um motivo, nunca por acaso.


A vocação é claramente europeia. França e Itália lideram a representatividade, seguidas pelo Brasil — presença que revela orgulho pela produção nacional — e por Espanha, Portugal, Chile e Argentina. Bordeaux e Champagne dividem o protagonismo francês; Toscana e Piemonte respondem pela força italiana; Serra Gaúcha, Douro, Rioja, Mendoza e Ribera del Duero completam um mapa que atravessa continentes sem perder coerência. A proporção entre Velho e Novo Mundo — de 70% a 75% para o primeiro, entre 25% e 30% para o segundo — confirma uma coleção de raízes clássicas, mas com espaço deliberado para vozes emergentes.

Alguns dos rótulos que fazem a diferença. Foto Divulgação Castelo Saint Andrews


Os nomes que fazem a diferença

Champagne Krug, Dom Pérignon e Veuve Clicquot. Cheval Blanc, Haut-Brion e Yquem, os grandes nomes de Bordeaux. Gaja, Fontanafredda e Braida, os embaixadores do Piemonte. Estes são apenas os primeiros capítulos de uma lista que inclui o Château Cheval Blanc 2006, o Château Haut-Brion 1994, o Château d’Yquem 1996, o Masseto 2009, o Solaia 2009 e verticais de Sassicaia que atravessam 2014, 2016, 2018 e 2021. Da Espanha, o Vega Sicilia Unico 2012, o Pingus 1998 e o Castillo Ygay Gran Reserva Especial 2010 elevam ainda mais o padrão.


Entre as garrafas de acesso mais restrito está o Krug Clos d’Ambonnay 1998 — produzido a partir de um único vinhedo murado de apenas 0,68 hectare, em quantidade tão limitada que sua presença na carta é, por si só, um acontecimento. Ao seu lado, o Masseto 2009, ícone absoluto da Toscana, e o Pingus 1998, símbolo maior da Espanha contemporânea, disputam o posto de garrafa mais rara e simbólica da casa — uma honra que também reivindicam o Château Cheval Blanc 2006 e o lendário Château d’Yquem 1996, considerado por muitos o maior vinho doce do mundo.


A filosofia por trás de cada escolha

Nenhum rótulo entra na adega do Primrose sem responder a critérios precisos: representatividade regional, potencial gastronômico, capacidade de proporcionar experiências exclusivas, diversidade de terroir e prestígio internacional do produtor. É essa disciplina que permite à carta abrigar, lado a lado, nomes consagrados como Dom Pérignon, Sassicaia e Vega Sicilia e pequenas joias como Damijan, Capoani e Atelier Tormentas — prova de que grandeza e descoberta não são valores opostos, mas complementares.


A seleção também dialoga com o mundo que se transforma: os vinhos de mínima intervenção de Damijan e Zidarich, os rosés premium de By Ott e Berne Romance, os espumantes de terroir brasileiros de Geisse e Capoani, e até opções zero álcool, como Ponto Nero e Luiz Argenta, convivem com os ícones cultuados por colecionadores. A carta do Primrose não apenas acompanha o mercado mundial do vinho — ela antecipa suas direções.

Nenhum rótulo entra na adega do Primrose sem responder a critérios precisos: representatividade regional, potencial gastronômico, capacidade de proporcionar experiências exclusivas, diversidade de terroir e prestígio internacional do produtor. Foto Divulgação Castelo Saint Andrews


Vinho como parte da experiência, não como acompanhamento


No Primrose, a adega foi pensada para acompanhar toda a jornada à mesa: champagnes e espumantes abrem a experiência nos amuse-bouches, brancos de Borgonha, Chablis e do Chile conduzem os frutos do mar, Bordeaux, Piemonte e Toscana sustentam as carnes e os pratos de cocção longa, e Sauternes, Tokaji e Portos encerram a refeição nas sobremesas. Rótulos como o Château d’Yquem 1996, o Dom Pérignon 2003 e o Sassicaia 2016 têm estatura suficiente para protagonizar, sozinhos, um menu degustação inteiro — e já o fizeram.

Toda grande adega guarda memórias, e a do Primrose não é exceção. Champagnes importantes de Krug e Louis Roederer são abertos com frequência em celebrações de casamento, mas são as garrafas mais raras da coleção que costumam marcar os momentos mais decisivos — pela raridade, pelo prestígio e pelo peso emocional que carregam. E, para os hóspedes em busca do inesperado, vinhos fora do convencional como o Damijan Ribolla Gialla 2011, o Atelier Tormentas Âmbar 2015 e o Zidarich Vitovska 2010 raramente deixam de surpreender.

Sobre o Castelo Saint Andrews

Localizado em Gramado (RS), o Castelo Saint Andrews é um dos hotéis mais singulares do Brasil, com arquitetura inspirada nos castelos escoceses e uma proposta de hospitalidade que combina sofisticação, conforto e experiências gastronômicas únicas. Sua adega foi premiada pela Wine Spectator em oito edições, consolidando o hotel como referência em harmonização de vinhos no país. É o único hotel de montanha do sul do país membro da prestigiada associação Relais&Châteaux.

Sobre a Wine Spectator
 

A Wine Spectator é uma das publicações mais influentes do universo do vinho, referência global há mais de quatro décadas para consumidores, produtores e profissionais do setor. Seu selo de reconhecimento é concedido anualmente a uma seleção de restaurantes e hotéis ao redor do mundo cujas cartas de vinhos se destacam pela qualidade, diversidade e harmonização com a proposta gastronômica da casa — não é um prêmio pontual, mas uma avaliação renovada a cada ano. Ser premiado por oito anos consecutivos significa, portanto, manter esse padrão de excelência de forma contínua, sob o crivo de um dos julgamentos mais rigorosos do mercado.

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Gastronomia

Sommelier Gina Facuri conduz noite de harmonização inspirada na tradição italiana

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Experiência reunirá gastronomia, cultura do vinho e networking em evento gratuito promovido pela Brasal Incorporações

Os aromas, sabores e tradições italianas serão o ponto de partida para uma experiência que acontece no dia 23 de julho, em Goiânia. Conduzido pela sommelier Gina Facuri, fundadora da Reserva 35, uma das maiores referências em vinhos e destilados do Brasil, o evento “Uma Noite na Itália’’, que é gratuito mediante inscrição prévia, acontece das 19h às 23h na Central de Decorados da Brasal Incorporações.

Empresária, especialista em vinhos e destilados e apaixonada pelo universo da enogastronomia, Gina transformou sua experiência internacional em um projeto que hoje se destaca pela curadoria de rótulos e pela realização de experiências sensoriais. À frente da Reserva 35, ela assina a seleção de mais de 5 mil rótulos de diferentes regiões do mundo e conduz eventos que aproximam o público da cultura do vinho por meio de degustações, harmonizações e histórias por trás de cada garrafa.

Durante o encontro, Gina apresentará uma seleção especial de rótulos inspirados na tradição italiana, explicando características de cada vinho, suas origens e as harmonizações ideais. A degustação será acompanhada de um menu especialmente elaborado, proporcionando uma verdadeira imersão na gastronomia do país.

Experiência também abre espaço para novos negócios

Além da programação enogastronômica, a noite foi pensada para reunir investidores, profissionais e pessoas interessadas no mercado imobiliário em um ambiente propício para troca de experiências e geração de conexões.

Entre os participantes estará a STAY, empresa especializada na gestão de imóveis para locação de curta e longa temporada. Durante o evento, a equipe apresentará soluções voltadas à administração de apartamentos e compartilhará informações sobre estratégias para ampliar a rentabilidade de imóveis por meio de uma gestão profissional.

A iniciativa integra a Rodada de Negócios Storya, promovida pela Brasal Incorporações, que busca transformar o tradicional encontro de mercado em uma experiência de relacionamento, reunindo conteúdo, gastronomia e oportunidades de networking em um ambiente descontraído.

Serviço:

Uma Noite na Itália | Rodada de Negócios Storya
Data: 23 de julho (quarta-feira)
Horário: das 19h às 23h
Local: Central de Decorados Brasal Incorporações
Entrada: gratuita, mediante inscrição prévia.

Dora Teruel  – Kasane

Assessora de Imprensa

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Gastronomia

Do churrasco à comida da fazenda: Aparecida Shopping amplia polo gastronômico com novas operações

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Chegada do Manda Picanha e do Divino Fogão, prevista para este mês de julho, reforça estratégia do empreendimento em diversificar a experiência dos consumidores com grandes redes, marcas regionais e novos conceitos gastronômicos

Mais do que um complemento às compras, a gastronomia se consolidou como um dos pilares dos shopping centers brasileiros. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 41% dos consumidores apontam a praça de alimentação entre os principais motivos para visitar esses empreendimentos, evidenciando o papel cada vez mais estratégico da alimentação na experiência dos clientes. É acompanhando esse movimento que o Aparecida Shopping amplia seu polo gastronômico com a chegada, em breve, do Manda Picanha, que inaugura sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, do Divino Fogão, uma das mais tradicionais redes de culinária inspirada na comida da fazenda do país, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito que também passará a integrar o mix gastronômico do empreendimento.

As inaugurações reforçam um mix gastronômico que reúne operações nacionais, marcas regionais e diferentes conceitos de alimentação. Da pausa para um açaí durante as compras ao almoço em família, do happy hour ao jantar, o empreendimento oferece opções para diferentes perfis de consumidores e consolida a gastronomia como um dos seus principais diferenciais.

Para o gerente de marketing do Aparecida Shopping, Raphael Souza, investir na gastronomia é acompanhar uma transformação no comportamento do consumidor, que busca empreendimentos capazes de oferecer conveniência, lazer e boas experiências em um único lugar.

“Hoje, muitas pessoas escolhem o shopping como destino para almoçar, encontrar amigos, comemorar uma data especial ou simplesmente viver uma boa experiência gastronômica. Nosso objetivo é construir um mix cada vez mais diversificado, reunindo grandes redes nacionais, marcas regionais e operações inéditas em Aparecida de Goiânia, para que cada visita ao shopping seja também uma oportunidade de desfrutar de boa gastronomia”, afirma.

Da entrada ao Piso 1

A experiência gastronômica começa antes mesmo de entrar no shopping. Na área externa, o Açaí do Ninja convida o público a fazer uma pausa refrescante com um cardápio que vai além das tradicionais tigelas. A rede é conhecida pelos copos em camadas, preparados com combinações de açaí, cupuaçu e diversos acompanhamentos, além de tigelas prontas ou personalizadas, nas quais o cliente pode escolher ingredientes como frutas, granola, leite em pó, leite condensado e paçoca.

Para quem deseja prolongar a experiência em casa, a unidade também oferece caixas de açaí e cupuaçu, garrafinhas e a tradicional Bomba de Açaí, um dos produtos de maior sucesso da marca.

Ainda na área externa, o Deck Chopp Brahma reúne chope, petiscos e refeições em um ambiente aberto e descontraído, tornando-se uma opção para happy hours, encontros entre amigos e confraternizações ao fim do dia.

Ao entrar no empreendimento, os corredores também reservam espaço para quem deseja uma pausa durante as compras. Quiosques de sorvetes, doces e outras guloseimas complementam a experiência dos visitantes e oferecem alternativas para diferentes momentos do passeio.

No Piso 1, o Agrobar leva ao shopping do coração de Aparecida de Goiânia um conceito inspirado no universo sertanejo e no agronegócio, unindo gastronomia, entretenimento e um ambiente pensado para reunir amigos e famílias, além de um happy hour com atrações musicais. A marca, que tem entre os sócios o cantor Luan Pereira, aposta em um cardápio com refeições, petiscos e bebidas, traduzindo o estilo de vida do campo em uma experiência descontraída dentro do shopping.

Manda Picanha estreia em Aparecida de Goiânia

Em breve, o Piso 1 receberá uma das principais novidades do Aparecida Shopping. O Manda Picanha escolheu o empreendimento para inaugurar sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, reforçando a confiança da marca no potencial de crescimento da cidade e na força do shopping como polo de consumo e lazer.

Especializada em carnes e cortes selecionados, a rede chega com uma proposta que vai além da gastronomia. A unidade contará com um deck voltado para a Avenida Independência, oferecendo um ambiente agradável para almoços, jantares e encontros entre amigos. O espaço também terá brinquedoteca, proporcionando mais conforto às famílias e ampliando a experiência de quem visita o shopping com crianças.

A chegada da franquia representa mais um passo na estratégia do Aparecida Shopping de atrair operações inéditas e diversificar seu mix gastronômico, ampliando as opções para quem busca desde refeições completas até momentos de convivência em um ambiente moderno e acolhedor.

Da comida da fazenda ao fast-food: diversidade marca a praça de alimentação

A praça de alimentação, localizada no Piso 2, reúne operações capazes de atender diferentes preferências gastronômicas, do almoço executivo ao lanche rápido, das refeições em família aos encontros entre amigos. Em breve, o espaço ganhará um importante reforço com a inauguração do Divino Fogão, uma das maiores redes de alimentação do país e referência em culinária inspirada na tradicional comida da fazenda, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito, conhecida por oferecer refeições, porções e sanduíches que conquistaram consumidores em diferentes regiões do país.

Com um buffet variado preparado diariamente, a marca aposta em receitas que remetem ao sabor da cozinha brasileira, oferecendo carnes, saladas, massas, acompanhamentos e sobremesas para quem busca uma refeição completa. Já o Frango no Pote amplia as opções para os apreciadores de frango crocante, com um cardápio composto por baldes de frango empanado, tiras, sanduíches e acompanhamentos. A chegada das duas franquias fortalece ainda mais a diversidade da praça de alimentação e a presença de grandes redes nacionais no empreendimento.

Entre as opções já consolidadas, o Spoleto permite que cada cliente monte sua própria refeição, combinando diferentes tipos de massas, molhos e ingredientes preparados na hora. O Giraffas, por sua vez, reúne pratos executivos, grelhados, sanduíches e porções em um cardápio versátil, pensado tanto para o almoço quanto para uma refeição rápida ao longo do dia.

Os apaixonados por hambúrgueres encontram no Burger King e no Bob’s duas das principais redes do segmento, conhecidas por seus sanduíches grelhados, acompanhamentos e sobremesas. Já o Subway completa as opções de fast-food com sanduíches personalizados, preparados de acordo com as preferências de cada cliente.

A gastronomia regional também marca presença no empreendimento. O Komiketo, rede genuinamente goiana, leva para a praça de alimentação pratos, sanduíches e petiscos inspirados nos sabores locais, enquanto a La Bella Pizzaria aposta em pizzas salgadas e doces para quem prefere compartilhar uma refeição em família ou entre amigos.

O tradicional pastel brasileiro também tem espaço garantido no centro de compras. No QG Pastéis, o público encontra opções artesanais com diversos recheios, além de porções que agradam diferentes paladares. Já a Cia do Chopp oferece um ambiente acolhedor para quem deseja reunir amigos, combinando bebidas, petiscos e refeições em um espaço pensado para momentos de descontração.

Gastronomia impulsiona investimentos e amplia a experiência dos clientes

Para Raphael Souza, a expansão do mix gastronômico vai além da chegada de novos restaurantes. Segundo ele, o fortalecimento da alimentação acompanha a evolução dos shopping centers, que se consolidaram como espaços de convivência, lazer e experiências.

“Cada nova operação representa investimentos, geração de empregos e mais opções para os consumidores. A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote demonstra a confiança de grandes marcas no potencial de consumo de Aparecida de Goiânia e reforça o compromisso do shopping em oferecer experiências cada vez mais completas para os nossos clientes”, destaca.

De acordo com o gerente de marketing, reunir franquias reconhecidas nacionalmente, marcas regionais e operações inéditas faz parte da estratégia de posicionamento do empreendimento, que busca atender diferentes perfis de consumidores em um único lugar.

“Nosso objetivo é que o cliente encontre no Aparecida Shopping muito mais do que um centro de compras. Queremos que ele venha para almoçar, tomar um café, encontrar amigos no happy hour, reunir a família no fim de semana ou experimentar uma nova operação gastronômica. Essa diversidade fortalece o empreendimento, movimenta a economia local e amplia o tempo de permanência dos visitantes”, afirma.

A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote reforça esse posicionamento e amplia um mix que combina grandes franquias nacionais, marcas regionais e operações com propostas distintas. Mais do que acompanhar uma tendência do varejo, o empreendimento investe na gastronomia como parte da experiência oferecida aos consumidores, fortalecendo seu papel como destino de compras, lazer, entretenimento e boa comida.

Johny Cândido

Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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