Melhor restaurante da região Centro-Oeste marca presença no arraial do Projeto Buscapé, em Camburi
Gil Guimarães, da Casa Baco (Brasília), é um dos chefs convidados para as festa gastronômica com renda 100% revertida para as crianças do litoral norte de SP
A Casa Baco, de Brasília, eleita a melhor cozinha da região Centro-Oeste pela revista Prazeres da Mesa, leva uma de suas especialidades para o Arraial Gastronômico do Projeto Buscapé, que acontece nos dias 26, 27 e 28 de julho (sexta, sábado e domingo), em Camburi, São Sebastião (litoral norte de São Paulo
No domingo, o chef Gil Guimarães prepara a carne de sol de black angus, curada na Casa Baco, com purê de requeijão do sertão e demi glace de pé de porco. Toda a renda será revertida para as ações sociais do Projeto Buscapé, que atende crianças e adolescentes da praia de Boiçucanga (também em São Sebastião) e região.
“É um projeto lindo, que me dá orgulho de ajudar um pouquinho”, diz Gil. “O trabalho do Eudes é um exemplo para todo chef brasileiro.”
Eudes Assis, chef do restaurante Taioba, em Camburi, está à frente do Projeto Buscapé. Nativo de Boiçucanga, ele trabalhou no restaurante Fasano, em São Paulo, e estudou gastronomia na escola Le Cordon Bleu, em Paris. Depois retornou ao litoral norte para promover a cultura caiçara e se engajar em obras sociais.
A Casa Baco é onde o Cerrado encontra o mundo. Com duas unidades em Brasília (shopping Casa Park e Mané Mercado), serve cozinha autoral brasileira, destacando o território culinário do cerrado com intervenções de outras regiões brasileiras. Entre os ingredientes que compõem o mosaico de sabores de Gil Guimarães, estão a castanha de baru, o cajuzinho do cerrado e a pimenta de macaco, além de queijos e embutidos produzidos no Distrito Federal e arredores. O cardápio inclui também pratos da culinária italiana, carnes na parrilla e pizzas napolitanas certificadas pela AVPN (Associação da Verdadeira Pizza Napolitana).
Além de Gil, mais de 100 chefs participam do Arraial Gastronômico do Projeto Buscapé. Entre eles, Mara Salles (do restaurante Tordesilhas, SP), Selma Shiraishi (Aizomê, SP), Luca Gozzani (grupo Fasano), Benny Novak (Ici Bistrô e Tappo Trattoria, SP) e Monica Rangel (Gosto com Gosto, Visconde de Mauá, MG). O serviço de bebidas contará com a especialista em cachaça Isadora Fornari e o casal de sommelières Daniela Bravin e Cássia Campos, entre outros.
Sobre Gil Guimarães
Economista, chef e padeiro formado na França, o mineiro Gil Guimarães abriu a Baco, em Brasília, em 1999. No início, era apenas uma banca no Quituart – coletivo de restaurantes e bares no bairro Lago Norte. A unidade da Asa Norte surgiu no ano seguinte e, em 2003, Gil inaugurou a Baco da Asa Sul. Foi nessa época que ele criou alguns sabores de pizza que se tornaram clássicos e nunca saíram do cardápio: gorgonzola com pera, shimeji com alho-poró e calabresa bêbada (flambada na cachaça), entre outros.
Então surgiu Nápoles na vida do chef mineiro. Gil se apaixonou pelo estilo napolitano de fazer pizza – aquele que deu origem a todos os outros – e o introduziu na Baco. Em 2012, a casa recebeu a certificação da AVPN (Associazione Verace Pizza Napoletana), selo de qualidade reconhecido no mundo inteiro. Foi uma das primeiras pizzarias no Brasil a satisfazer os rígidos critérios técnicos da associação napolitana.
Em seus 25 anos de trajetória, a Baco acumulou premiações. A revista Prazeres da Mesa a elegeu como a melhor pizza do Brasil por duas vezes e em Brasília, ganhou 23 prêmios de melhor pizza, concedidos por publicações como Veja Brasília e revista Gula.
Gil Guimarães também é dono da Casa Baco, com unidades no shopping Casa Park e no Mané Mercado, centro gastronômico ao lado do estádio Mané Garrincha. Além de pizzas napolitanas, a Casa Baco oferece pratos autorais das culinárias italiana e brasileira, com ingredientes típicos do cerrado.
Sobre o Projeto Buscapé
O Projeto Buscapé existe desde 2009, contribuindo para a formação de mais de 170 crianças e jovens das escolas de bairros da Costa Sul de São Sebastião.
Desde 2016, o projeto tem sua sede própria, que fica em Boiçucanga. A instituição é uma associação sem fins lucrativos que promove aulas culinárias, esportivas e culturais para as crianças. O objetivo é desenvolver um programa completo para que, no futuro, esses jovens possam se tornar profissionais capacitados e que se interessem em trabalhar em áreas como Gastronomia, Turismo, Artesanato, Música, Atletismo, Judô, Jiu-Jitsu e Natação.
A área de gastronomia do Projeto é coordenada por Eudes Assis, chef nascido na região e que se tornou um grande incentivador da culinária caiçara e da gastronomia brasileira, depois de formar seus conhecimentos de cozinha em viagens de estudos e trabalho por mais de 40 países, durante cinco anos. De volta ao Brasil e a São Paulo, passou a promover a culinária típica de sua região e a criar novas propostas dentro da alta gastronomia para ingredientes como os pescados locais, a mandioca e a taioba. No Projeto Buscapé, integrou-se para distribuir esse conhecimento às crianças e encontrou um lugar para seu espírito empreendedor social.
É uma obra sensível, intensa e profundamente humana, escrita pela jornalista, poeta e sommelière Edna Gomes, que transforma o vinho em personagem e confidente, quase como um divã, para narrar dores, renascimentos, memórias e reflexões sobre o tempo, o amor e a vida. Muito além de falar sobre a origem do vinho ou aspectos técnicos, o livro propõe uma viagem emocional: o vinho aparece como metáfora, presença e companhia em momentos de silêncio, perdas e reconstruções. Em uma narrativa em primeira pessoa, Edna conduz o leitor por capítulos que misturam poesia, ironia elegante e crítica social, revelando como o vinho pode ser abrigo, lucidez e cura simbólica, uma conversa íntima entre a mulher e sua própria alma. Com uma escrita que transita entre o lírico e o real, “O Vinho e Eu” toca temas universais como solidão, pertencimento, preconceito, etarismo, fake news, fragilidade humana e espiritualidade. Tudo isso sem perder a leveza: a autora costura humor refinado, sensualidade sutil e cenas cotidianas, mostrando que viver é também aprender a degustar a existência com mais delicadeza. Mais do que um livro sobre vinho, “O Vinho e Eu” é um livro sobre gente, sobre o que nos parte e o que nos refaz. Uma obra que acolhe o leitor como quem oferece uma taça: verdade, afeto e profundidade. Título: O Vinho e Eu Autora: Edna Gomes Gênero: Crônica / Literatura contemporânea / Prosa poética Lançamento: 2026 (previsto abril)
Loja itinerante funcionará das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º) com atendimento presencial e delivery
A Região Noroeste e arredores recebem, pela primeira vez, a carreta da Perdomo Doces neste fim de semana. A unidade móvel da famosa confeitaria artesanal ficará estacionada na entrada principal do Shopping Cerrado, atendendo ao público das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º), inclusive com a opção de pedidos via delivery.
Além de doces que unem sabor, criatividade e apresentação impecável, a loja itinerante aposta em uma combinação de cenografia temática, iluminação e ambientação planejada para oferecer uma experiência envolvente e instagramável. O espaço foi projetado para atender desde o cliente que deseja fazer uma pausa doce durante as compras até quem busca presentes criativos.
A ação faz parte do projeto “Perdomo pelo Brasil”, uma loja itinerante sobre rodas criada para celebrar os 10 anos da marca e levar suas criações para mais perto do público. O projeto já passou por cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, e teve paradas especiais de Natal no Centro-Oeste e no Triângulo Mineiro. O Shopping Cerrado fica na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia.
Espumantes, brancos de alta acidez e rosés ganham espaço nas mesas de verão
Com a chegada do verão e das altas temperaturas, o consumo de vinhos no Brasil passa por uma adaptação natural. Em vez dos rótulos mais encorpados, ganham protagonismo bebidas mais leves, frescas e versáteis, que dialogam melhor com o clima quente e com momentos descontraídos. Em Goiânia, esse comportamento já é percebido na Decanter Goiânia, especializada em vinhos nacionais e importados.
Segundo o sommelier José Filho Anjos, responsável pela enoteca, o verão amplia a busca por estilos que priorizam frescor e leveza. “O verão pede vinhos que sejam, acima de tudo, refrescantes e versáteis. Aqui na Decanter Goiânia, a nossa aposta para os dias quentes são os espumantes, brancos de alta acidez, os rosés vibrantes e até alguns tintos mais leves, que trazem o frescor necessário à mesa”, explica.
A preferência acompanha um comportamento cada vez mais comum entre consumidores: beber vinho em momentos informais, ao ar livre, em encontros entre amigos ou refeições mais leves. “Não tenha medo de explorar. O segredo é manter a garrafa gelada e aproveitar momentos descontraídos”, resume o sommelier.
Entre os rótulos que traduzem esse perfil de consumo, José Filho destaca o Hermann Alvarinho Jovem 2025, produzido no Brasil a partir de uma uva emblemática de Portugal, conhecida pela acidez vibrante e frescor, além do Luigi Bosca Rosé 2024, de estilo delicado, com notas cítricas e florais que reforçam a sensação de leveza. Para quem prefere tintos, a indicação é o Luis Cañas Maceración Carbónica 2024, elaborado para ser bebido jovem, com taninos macios e perfil suculento, ideal para dias mais quentes.
O movimento reforça uma mudança no modo de consumir vinho no país, que deixa de estar restrito a ocasiões formais e passa a integrar o cotidiano, inclusive no verão. Para José Filho, a transformação amplia o diálogo entre o vinho e o clima brasileiro. “O importante é escolher rótulos que combinem com a estação e com o momento. O vinho também é sobre prazer e leveza”, conclui.