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Aldeia do Vale Pirenópolis marca nova era de moradia integrada à natureza

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Empreendimento da Raiz Urbana une design orgânico, infraestrutura completa e conceito slow living em harmonia com o meio ambienteUm dos destinos turísticos mais encantadores do Brasil,

Pirenópolis dá um passo importante para consolidar seu protagonismo também no mercado imobiliário de luxo.

A Raiz Urbana lançou oficialmente o Aldeia do Vale Pirenópolis, condomínio horizontal de alto padrão que nasce aos pés do Morro do Frota com o propósito de unir arquitetura orgânica, preservação ambiental e conforto de resort, ressignificando o conceito de viver bem no interior de Goiás.

Para o prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Antônio, a chegada do empreendimento simboliza uma nova etapa de desenvolvimento responsável.

“Pirenópolis mudou o seu patamar dentro do contexto turístico brasileiro e internacional, e dentro dessa linha chega o Aldeia do Vale para somar com todo esse conjunto da cidade, selando ainda mais um novo conceito de maneira de morar respeitando a natureza, o que é fundamental”, declarou o prefeito.

O Aldeia do Vale Pirenópolis dá continuidade ao legado do Aldeia do Vale Goiânia (1996), referência nacional em urbanismo sustentável.

Construído aos pés do Morro do Frota, um dos símbolos ambientais e históricos da cidade, o novo condomínio de alto padrão terá apenas 152 terrenos, de 1.200 m² a 2.500 m², cercados por nascentes, córregos e Áreas de Preservação Permanente (Apps).

O Córrego do Ouro, por exemplo, atravessa  o terreno, criando um cenário natural único.Pirenópolis é uma cidade que foi fundada em 1727, e em dois anos celebra 300 anos de história, cultura, beleza e natureza preservada.

De acordo com o prefeito da cidade, com o desenvolvimento das cidades do entorno, como Brasília e Anápolis, Pirenópolis sofreu um momento de ostracismo.

“Naquele tempo, a cidade ficou congelada no tempo. Por um lado, isso foi bom, pois preservou a arquitetura, nossa mata e flora.

E agora, o Aldeia vem para somar com esse contexto pois valoriza tudo que foi resguardado durante esses anos”, declarou o prefeito Nivaldo Antônio.

Assim, a preocupação com o desenho do terreno e com o equilíbrio ambiental norteou todas as etapas do projeto.

A arquiteta e urbanista Andrea Accioly explica que o traçado foi pensado para respeitar a topografia local.

“A gente trabalha pensando nas curvas de nível para que tenham menos interferências possíveis no terreno na época das chuvas.

Assim, conseguimos administrar as águas para que elas não cheguem com muita intensidade no corpo hídrico.

”Uma das principais características do projeto é a implementação dos swales aos fundos de cada lote.

Essa é uma técnica que consiste na escavação de valas que acompanham o desenho topográfico do terreno, promovendo a retenção e infiltração no solo da água da chuva de maneira mais eficiente, reduzindo significativamente impactos de fortes eventos climáticos.

Nas bordas das valas de escoamento será implantada uma mata ciliar de árvores nativas, com uma distância de 8 a 15 metros do fundo de um lote a outro.

Desse modo, além de integração com a natureza e respeito ao terreno, os swales permitirão mais privacidade aos moradores. 

Para Paulo Roberto da Costa, sócio da Raiz Urbana, o Aldeia do Vale Pirenópolis chegará como um upgrade em relação ao Aldeia Goiânia, mas com a mesma preocupação  ambiental.

“Isso pode até reduzir em quantidade a área de vendas, mas, quando percebemos a compensação de áreas verdes e a elevação da qualidade de vida de quem vai ocupar esse espaço, é inestimável”, diz o empresário. 

Da área total do condomínio, 50,97% será de área verde, sendo que 30,95% é totalmente destinada à preservação – somando 120 mil m² de áreas de preservação de 200 mil m² de áreas verdes.

O condomínio também eleva o padrão de infraestrutura em empreendimentos de segunda moradia no Centro-Oeste, com fiação elétrica subterrânea e redes de água e esgoto conectadas à Saneago, algo inédito nesse tipo de produto na região.

Além disso, o lazer do Aldeia do Vale Pirenópolis foi planejado como um resort de alto padrão, com piscina de borda infinita, piscina infantil, duas quadras de tênis de saibro, quadras de areia, espaço gourmet, fireplace, bangalôs, spa, brinquedoteca de dois andares, academia de pé-direito duplo, piscina coberta aquecida e ofurôs.

Integrado a esses elementos, o Wellness Club funcionará como centro de experiências e convivência, com serviço de concierge inspirado na hotelaria de luxo, para ficar à disposição das demandas dos moradores.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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