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Com 80% do core business concentrado em oncologia, Hemolabor celebra 50 anos e inaugura novo ciclo com expansão e investimento em educação

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Sócios Hemolabor: Levy Sebastião Rocha Pires – Hematologista; Luis Henrique Ribeiro Gabriel – Patologista Clínico; Simone Ribeiro Gabriel de Araújo – Biomédica; Augusto Ribeiro Gabriel – Oncologista; e Francisco Pereira Borges – Hematologista.

Instituição referência em onco-hemato, banco de sangue e diagnósticos apresenta novo posicionamento e se prepara para abrir novos laboratórios e um centro educacional em 2026.

O Hemolabor, Centro Integrado de Oncologia, Hematologia e Diagnóstico composto por hospital voltado exclusivamente ao paciente oncológico e hematológico, banco de sangue e laboratórios, com certificado de excelência ONA nível 3 em todas as unidades, chega aos 50 anos de história em um novo momento.

Após a reestruturação feita neste ano, a instituição traçou metas ambiciosas para continuar crescendo com investimentos ainda maiores para a área de oncologia – que hoje representa 80% do core business, ao mesmo tempo em que investe em expansão laboratorial e firma uma importante parceria educacional.

Instituição referência em onco-hemato, banco de sangue e diagnósticos apresenta novo posicionamento e se prepara para abrir novos laboratórios e um centro educacional em 2026

“Esses 50 anos são o início de uma nova era para o Hemolabor.

Passamos por um processo profundo de reposicionamento, fortalecendo a gestão, a tecnologia e a assistência aos nossos pacientes, que contam com um hospital 24 horas, além de atendimento domiciliar por meio do nosso laboratório, isso somado aos equipamentos de alta tecnologia no Banco de Sangue, como o Reveos – um robô usado na automação do processo de produção de hemocomponentes, que é um dos 3 que existentes no Brasil”, afirma Simone Gabriel, sócia-diretora do Hemolabor.

A área de inovação tecnológica também segue presente na Instituição, e o laboratório também se diferencia pela automação da Anatomia Patológica.

Já o Banco de Sangue, que atende mais de 30 hospitais em Goiânia, opera com o Reveos, robô de automação que processa hemocomponentes em apenas 30 minutos – único em Goiás e um dos três em operação no Brasil -, garantindo maior eficiência e segurança no processo transfusional.

“Há 50 anos o pioneirismo é um pilar do Hemolabor.

Buscamos sempre a melhor tecnologia e temos uma equipe formada por médicos PhDs e professores universitários para oferecer o melhor tratamento para nossos pacientes”, destaca Dr. Augusto Gabriel, sócio-diretor do Hemolabor, que também possui também uma máquina de resfriamento capilar, que reduz a queda de cabelo durante o tratamento quimioterápico.

Com mais de 400 colaboradores e hospital com 12 apartamentos, 12 boxes individuais e 8 cadeiras no salão masculino e 8 no feminino, o Hemolabor quer se tornar o maior serviço privado de saúde de Goiás dedicado à oncologia, sustentado por inovação, ensino e cuidado integral.

Presença acadêmica.

O próximo ano também será um marco para o Hemolabor que está firmando uma parceria estratégica para ampliar a sua presença no meio acadêmico.

Com um grande expertise na prática clínica e profissionais altamente capacitados, o novo projeto irá oferecer programas de residência, cursos de atualização e formação continuada, fortalecendo o ecossistema de ensino e pesquisa em saúde do estado de Goiás.

“Somos referência no segmento de oncologia e hematologia, e acreditamos que temos muito a oferecer aos profissionais da saúde em termos de conhecimento, além de maximizar o desenvolvimento científico na nossa área com trocas ainda mais intensas entre os profissionais.

Para isso, essa parceria será fundamental. Estaremos ainda mais próximos das pessoas, com novos serviços, novas unidades e novas formas de ensinar e cuidar”, afirma Dr. Luis Henrique Gabriel, sócio-diretor do Hemolabor.

Ao celebrar meio século de história, o Hemolabor não apenas revisita o passado, mas o transforma em alicerce para o futuro.

Sobre o Hemolabor

Fundado em 1975, o Hemolabor é um Centro Integrado de Oncologia, Hematologia e Diagnóstico composto por hospital voltado exclusivamente ao paciente oncológico e hematológico, banco de sangue e laboratórios, localizado em Goiás.

Com certificação ONA 3 Plena, a Instituição olha para a jornada completa do paciente ao oferecer hospital próprio 24h, laboratório de análises clínicas, banco de sangue, centro médico e equipe multiprofissional especializada com atendimento personalizado com tecnologia de ponta e equipe altamente qualificada.

https://hemolabor.com.br/ 

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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