Connect with us

Notícias

Especialista revela novo sonho de imóvel da classe média goiana

Publicado

on

Veja os pontos que você não deve ignorar na hora de fazer um upgrade de moradiaSegundo a pesquisa anuário DataZap de 2024, elaborada pelo grupo OLX, a geração X, representada por pessoas de 41 a 60 anos, é a que concentra a maior parte do público comprador de imóveis, correspondendo a 51%. 

Estratificando aqueles acima de 50 anos, a maior parte não está comprando seu primeiro imóvel e, sim, fazendo um upgrade – buscando melhorias na moradia.

O mesmo desejo se concentra como uma busca da classe média. Segundo a pesquisa, 59% dos compradores estão na classe B.

Ou seja, aproximadamente seis em cada dez pertencem à esta classe. 

Conforme o levantamento, há mais interesse em apartamentos (43%) do que casas de rua (34%) e quanto ao tamanho do imóvel buscado, o intervalo mais indicado pelo público, é o de 61 a 90m² (41%), mas também há interesse em imóveis maiores de até 150 m² ou mais.

 

O especialista imobiliário Henrique Campelo, avalia que nesta fase a família já está mais experiente e  já sabe o que é importante para ela.

Ele disse que recebe frequentemente pessoas interessadas no upgrade de moradia na Euro Incorporações, empresa onde é gerente comercial, marketing e relacionamento com o cliente, e percebe que já existe um direcionamento para alguns itens, que em geral, são atrativos para este público em Goiânia.

“Ter uma ou mais vagas de garagem, vista livre, sol da manhã e acesso a áreas verdes, costumam estar entre os itens mais procurados, além da localização com mais segurança e boa rede de serviços”, destaca o executivo. 

Para aqueles que estão em busca de comprar um imóvel que possa oferecer mais qualidade de moradia, com a promoção do viver em comunidade, ao lazer e o contato com a natureza, é necessário estar atento a alguns pontos importantes para não comprar gato por lebre e depois se arrepender. 

Veja dicas do gerente comercial Henrique Campelo:  

1 – Sol da manhã.

Busque se certificar de que a unidade escolhida vai oferecer esse aspecto com seu corretor de imóveis, inclusive observe e busque informações sobre construções e áreas destinadas a construções futuras muito próximas, pois elas podem impactar a iluminação natural de seu novo imóvel.

2 – Vagas de garagem.

A necessidade de pelo menos uma vaga de garagem é destacada pela maioria das pessoas, porém é importante avaliar a rotina atual e uma perspectiva futura de sua família.

Fatores como número de pessoas que têm carro e o tipo de veículo que usam são importantes, pois em algumas situações somente uma vaga pode não ser suficiente ou gerar problemas futuros com os vizinhos na hora de estacionar. 

3 – Vista livre.

 Este ponto é sensível, pois existem diversos casos em Goiânia, principalmente em bairros muito adensados, em que consumidores viram seu sonho se tornar pesadelo, pois a vista não era, de fato, definitiva.

Por isso, vale consultar até o Plano Diretor para ver se ali na região ainda há liberação para mais construções ou buscar imóveis com vista para áreas de preservação ou para grandes condomínios horizontais, para garantir que a vista seja definitiva mesmo.

4- Acesso a área verde.

Projetos próximos a parques e praças públicas têm um grande potencial de atratividade, porém estes locais podem deixar de receber manutenções adequadas e se tornarem inviáveis para uso frequente ou até receber um alto fluxo de pessoas, o que também pode ser um inconveniente para algumas pessoas. No caso de buscar um upgrade de moradia, pense na alternativa de adquirir um imóvel que ofereça uma área verde própria, privativa e com boa infraestrutura.

5 – Mais espaço.

Geralmente as famílias de classe média que buscam upgrade na moradia são casadas e têm filhos, portanto, o espaço é importante.

Porém, comprar um imóvel muito grande pode ser tornar inviável do ponto de vista financeiro.

Vale a pena consultar se o projeto oferece escaninho para que a família possa organizar itens de uso esporádico. Assim a casa fica mais organizada e os espaços podem ser melhor aproveitados com o que importa: viver. 

Para comparar

Um exemplo dado por Henrique para ilustrar os itens acima é o Parque El Retiro, em construção pela Euro Incorporações no Park Lozandes.

“O El Retiro, que é o quarto projeto do complexo residencial que está sendo construído no Park Lozandes, em Goiânia, veio com esta proposta de atender famílias que querem melhorar a qualidade de moradia com um conceito de lifestyle dinâmico, mas que valorize o bem-estar e o pertencimento que hoje é um diferencial”, destaca ele.

O prédio conta com três vagas de garagem em tamanhos maiores, vista livre e definitiva, acesso a um parque privativo com mais de 7 mil metros quadrados de área verde e além disso, dois escaninhos para cada unidade habitacional. 

Com torre única e 35 pavimentos, o El Retiro contará com quatro apartamentos por andar, com metragens variando entre 143 m² e 164 m², e 02 penthouses exclusivas de 340 m², a maior metragem quadrada da região.

Os apartamentos contam com três suítes; sala e cozinha integradas; varanda com churrasqueira a carvão; elevador social privativo em todos os apartamentos; área de serviço reservada, por onde se tem acesso à laje técnica e infraestrutura pronta para ar condicionado central.

A área de lazer oferece salão de festas, varanda gourmet e brinquedoteca, além de academia, com consultoria e assinatura da Flex, piscina aquecida e com tratamento de ozônio, sauna, playground e pet place. 

Outro destaque fica por conta do estacionamento, que terá três andares de subsolo.

Todas as unidades têm três vagas de garagem, sendo 38% individuais e maiores que a média do mercado e chegam a 35 m².

A empresa também incluiu no projeto dois escaninhos por apartamento, sendo um no subsolo e um no próprio andar.

CONTINUE LENDO
CLIQUE PARA COMENTAR

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

Publicado

on

Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

CONTINUE LENDO

Notícias

Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

Publicado

on

Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

CONTINUE LENDO

Comemoração

Comemorações

Publicado

on

Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

CONTINUE LENDO
Advertisement

noticias