Confraternizações impulsionam aumento na procura por chope, que ganha espaço entre empresas pela praticidade, segurança e volume para grandes eventos.
Com a chegada da temporada de festas e confraternizações de fim de ano, produtores cervejeiros relatam uma elevação na demanda por chopp, especialmente para eventos corporativos e de grande escala.
De acordo com o empresário Murillo Porto, proprietário da Distribuidora Cervejaria Oktos (Goiânia), a tendência vem se intensificando em 2025.
“Estamos vendo cada vez mais empresas planejando confraternizações com antecedência e optando por chopp de qualidade para atender melhor seu evento e valorizar sua equipe.”, lembra Murillo que vários chopes da Cervejaria Oktos, empresa Goiana, vem sendo premiadas em concursos nacionais, como por exemplo o Chopp Oktos Pilsen medalha de Ouro pela ABRACERVA (Associação Brasileira da Cerveja Artesanal).
Segundo ele, muitas corporações fazem pedidos para 10, 15 barris ou mais: “É um volume significativo, e para nós esse período acaba sendo estratégico, com Nohaal e logística conseguimos atender melhor nossos clientes em especial aos pedidos em escala com antecedência.
”Esse comportamento vai ao encontro de projeções do setor cervejeiro. Em Minas Gerais, por exemplo, o Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas (SindBebidas) estima um aumento de até 20% nas vendas de chopp e cervejas artesanais durante a temporada de confraternizações de final de ano.
Além disso, dados mais amplos sobre a produção no Brasil reforçam a relevância desse segmento: conforme a Pesquisa Industrial Anual (PIA) do IBGE, mais de 90% da produção de bebidas alcoólicas industrializadas em 2024 foram cervejas e chopps.
Para Murillo, o movimento reflete não apenas a sazonalidade, mas uma mudança de comportamento do consumidor:
“As pessoas estão mais atentas à procedência das bebidas, valorizando não só o sabor, mas a segurança e a previsibilidade logística, especialmente quando se trata de eventos importantes com equipes inteiras reunidas.
Neste sentido a Cervejaria Oktos também é destaque, pelo 4º ano consecutivo ao receber o Selo Alimento Confiável do SENAI, que é um compromisso com a qualidade, segurança e boas práticas de fabricação.”
Além disso, dados mais amplos sobre a produção no Brasil reforçam a relevância desse segmento: conforme a Pesquisa Industrial Anual (PIA) do IBGE, mais de 90% da produção de bebidas alcoólicas industrializadas em 2024 foram cervejas e chopps.
Para Murillo, o movimento reflete não apenas a sazonalidade, mas uma mudança de comportamento do consumidor: As pessoas estão mais atentas à procedência das bebidas, valorizando não só o sabor, mas a segurança e a previsibilidade logística, especialmente quando se trata de eventos importantes com equipes inteiras reunidas.
Neste sentido a Cervejaria Oktos também é destaque, pelo 4º ano consecutivo ao receber o Selo Alimento Confiável do SENAI, que é um compromisso com a qualidade, segurança e boas práticas de fabricação.”
Outro ponto destacado por ele é a necessidade de planejamento: como os equipamentos para armazenar e servir chope são finitos, o final do ano exige confirmação antecipada.
“Quem deixa para última hora corre o risco de não conseguir barril, estrutura ou equipe para servir direito”, alerta.
A Oktos, cervejaria sediada em Aparecida de Goiânia, combina tradição e inovação. Fundada com inspiração em cervejarias europeias, a fábrica evoluiu muito desde 2006, a linha Pilsen já conquistou reconhecimento nacional. Para as empresas que planejam confraternizações desse tipo, Murillo reforça: “Faça a reserva cedo, garanta qualidade e segurança, e transforme a celebração em um momento realmente memorável.”
A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.
A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.
O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.
A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.
O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.
Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.
Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.
O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.
Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.
A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.
Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.
O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.
O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.
Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.
E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?