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ABL Prime realiza meeting poderoso

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O arquiteto Allan Sávio e o engenheiro residente da obra do Salto Imperial, Matheus Dias da Silva, estiveram presentes no meeting realizado para o mercado imobiliário com objetivo de anunciar lançamento de nova safra de lotes no empreendimento, que fica na Rota dos Pirineus e já tem 40% de obras concluídas da primeira etapa. 

Toni Nascimento – Comunicação sem Fronteiras

Assessoria de Imprensa da ABL Prime

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Gatos sem cauda de Penang

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JB Alencastro especialmente para o D9 Notícias.

Entre o nosso apartamento e a praia de Tanjong Tokong existe uma pracinha. Muito bem arborizada, cercada pelo ar marítimo do quebra-mar ao lado esquerdo e o fluxo de pedestres, corredores e turistas vindos da “promenade” do lado direito. É um dos meus lugares favoritos aqui na Ilha de Penang, Malásia.

Gosto de me sentar ali ao fim de tarde, depois do sol se por, voltando da areia, o que ocorre por volta das 19h30. E então a mágica acontece. Gatos. Eles surgem de toda parte. Não é uma invasão orquestrada. Eles claramente pertencem aquele lugar. Poucos miados. Descubro os pratinhos de alimentação. Algumas pessoas aparecem e colocam comida para eles.

São bem cuidados. Muitos tem coleira e algumas delas com sininho. O que eles detestam, segundo me confidenciou um felino residente no local. A coloração é muito sortida. Existem os laranjões, os brancos, as tricolores, os rajados, os pretos, os “frajolas”, os tigrados e também o líder deles, o siamês.

Devo lembrar que o mais comum aqui é o gato Thai. Que era o siamês original. Mais quadrado, não tão magro e com o rosto menos triangular do que como o que vemos no Ocidente. Mas ainda muito atlético, com as pontas das orelhas, nariz, patas e cauda bem escuros. E aqueles olhos azuis hipnotizantes. Você precisa ter muita personalidade para mirar no olho de um deles por mais de um minuto. Eles sustentam a encarada.

Só de observar vejo que cada um deles têm uma personalidade diferente. Uns se aproximam de mim, muitos mantém uma distância regulamentar e ainda outros simplesmente me ignoram. Mas estou ali. Socializando lentamente. Depois de alguns dias começo a fazer parte da comunidade. Ouço miados lânguidos. Vejo corridinhas exibicionistas. E até algumas demostrações de força e territorialidade.

Arrisco acariciar aqueles que mais se aproximam. Agacho de cócoras, hábito adquirido há um ano e pouco, e fico relativamente na linha de visão deles. Muitos aproveitam esse momento e sobem no banco onde eu estava. Sempre em silêncio, vou perscrutando ao redor para verificar se identifico algum novo bichano no pedaço.

E aí então vem o Cotoco. Assim o apelidei. Vou descobrir seu nome real. Ele não tem rabo. Aliás, tem um resquício. Isso lhe dá uma nobreza imediata. Caminha lento entre a gataria. É respeitado. Parece ser mais velho, é um pouco maior do que os demais. Só um pouco. Sua presença atiça minha curiosidade. Teria sido um acidente? Uma espécie de marca feita pelo tutor? Uma nova raça, que desconheço? Ou uma mutação genética ocasional? Como os gatos Manx?

Assim como veio, foi. Não deu nem tempo de me aproximar, apesar de que ele notadamente checou minha presença. Fiquei meio que decepcionado. Já estava na hora de ir jantar e quando me levantei e fui caminhando deparei-me com ele. Só. Mas ao aproximar-me, vi que era outro gato. Parecido, mas menor. Mais ágil. Conversamos. Falo seis línguas, mas gatês, ainda bem, é universal. Nos entendemos imeditamente.

Ele é filho do Kuching, vieram de Brunei. A maioria da família deles nasce assim, como muitos “gatuskos” do Sudoeste Asiático. Por uma semana me observaram. Aprovaram. Acharam minha humanidade engraçada. O pessoal disse também que eu era legal e que não oferecia perigo, mas também não trazia comida. Concluiram que o meu interesse era gatológico, assim como o deles era antropológico.

Na verdade a atração do local era eu. Quantas vezes julgamos e somos julgados pela aparência? Pelo comportamento nem sempre habitual? Necessário um tempo para acostumarmos a quaisquer pessoas, gatos e tal. E nem sempre, agradaremos a todos. Não que isso seja mau. Miau.

JB Alencastro é médico e escritor.

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Amor de mãe

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JB Alencastro especialmente para o D9 Notícias.

Um resultado de exame, positivo. Um número apenas. Muda tudo.

O sentido de viver torna-se entrega, objetivo e propósito. Um turbilhão de sonhos e apreensões toma conta daquela mulher. E ela cresce, fica mais forte, aguenta qualquer provação pois dentro de si carrega a síntese da existência humana, sua perpetuação.

E para isso ela deseja o melhor para a criança.O ato de engravidar já é sublime, o de gestar ainda mais. Por vezes as circunstâncias são adversas.

Seja na saúde da mãe e – o que é pior para ela – do bebê. Mas isso não retira aquela onda de carinho que não cabe dentro de si. Carinho esse tão protetivo que jamais alguém conseguirá tirar dos braços de uma mãe o seu filho, sem que haja uma luta ferrenha. Insana. Superlativa.

O filho é amado sem explicação. Apenas o é. Os cuidados com ele, as preocupações, as vezes são tantas que ela esquece de cuidar de si mesma. Mas isso não leva a vulnerabilidade. Somente aumenta a sua potência de amar.

É o exemplo do gesto. Da acolhida. Da superação. Nenhuma pessoa consegue descrever o olhar de uma mãe para com os seus filhos. A poesia que isso envolve é pura luz. A predileção vai diretamente para quem dela mais precisa.

Apesar do amor ser exatamente igual. Isso explica o porquê de cancelar uma grande cirurgia, para levar um cobertor ao seu filho, na detenção, que sentiu frio a noite passada. “- Enquanto ele não estiver bem, eu não opero, doutor.”Por escrever desde muito jovem, o tema materno muitas vezes chegou a mim.

Tão fácil sentir poesia em uma mãe. Descrevi várias situações ao máximo que a imagem e a inspiração dada por elas, trouxe-me. Lembro-me bem quando vi pela primeira vez a estátua Pietà, na Basílica de São Pedro.

O impacto é enorme. Sei que os braços amorosos carregam toneladas de esperança e desvelo. Participando de competições pelo mundo. Treinando com afinco. Jamais consegui comparar a resiliência de uma mãe numa noite insone de febre e cuidados, com quaisquer atletas que encontrei.

Elas simplesmente não desligam, não reclamam, jamais se dão por vencidas. E não é só no sentido obstétrico “per se”. Na adoção, na substituição, ou outras situações semelhantes em que não foi possível parir, o sentimento é idêntico. A atitude também. Assisti a milhares de parto. Não vi nenhum abandono no hospital. Poucas rejeições.

E as poucas que presenciei depois transformaram-se em ligação completa e eterna. Como poeta, atleta e obstetra pude vivenciar a magia, dedicação e entrega inigualáveis ao deparar-me com uma mãe. E assim, pequenino que sou diante desta magnitude que é ser mãe e amar como tal, eu louvo. Louvo a mãe que tive. A mãe com quem convivo.

As mães que acompanhei. Louvo a Deus. O amor de vocês é incomparavelmente, o maior que eu já presenciei. E esse amor é o que existe de mais divino na terra dos homens. Obrigado, mães.

JB Alencastro é médio e escritor

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CasaCor Goiás

Visita.

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As arquitetas Eliane Mendonça e Cláudia Oliveira visitaram a CasaCor Goiás no final de semana e fizeram questão de uma merecida pausa para o café no espaço gastronômico do evento.

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