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Aquilombamento Sonoro estreia no Ocupa Çarê

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Agenda de apresentações gratuitas acontece entre março e julho para ampliar a participação de artistas fora do eixo tradicional da cidade

São Paulo, março de 2025 – Com o propósito de elaboração e execução de projetos afrocentrados artísticos e culturais, a Sá Menina Plataforma de Artes dá início a mais um capítulo na sua história e apresenta Aquilombamento Sonoro, que se inicia no próximo dia 14 de março e ocupa o Instituto Çarê, espaço cultural na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, até o mês de julho com diversas atrações gratuitas.
 

“O Aquilombamento Sonoro é um ato de resistência, um espaço de encontro e celebração das nossas raízes. Queremos fortalecer narrativas ancestrais e construir novos caminhos para a ampliar a participação de artistas fora do eixo tradicional da cidade. A cultura é nosso território, e a arte, nossa ferramenta de transformação e estamos muito felizes de poder contar com o apoio do Instituto Çarê, um espaço que também acolhe as nossas ideias e lutas”, afirma Renato Gama, escritor, compositor, produtor musical e responsável pela curadoria do Aquilombamento Sonoro.
 

Ocupa Çarê

O Instituto Cultural Çarê deu início ao programa do seu Núcleo de Música Ocupa Çarê, que consiste na construção conjunta de uma programação com curadoria feita por produtoras e produtores, coletivos e artistas, aberta à experimentação, interação, criação e oferta de atividades nos espaços do Çarê, em um recorte temporal de 3 a 5 meses.
 

Para 2025, a produtora Sá Menina foi convidada a ocupar o Çarê de março a julho, criando o Aquilombamento Sonoro, um projeto que propõe uma multiplicidade de acões e interações, desenhando uma trajetória a partir dos quintais de resistência da produção afro-centrada na cidade.
 

Gama no Samba

Abrindo a programação de ocupação na sexta-feira (14), a partir das 18h30, o projeto Gama no Samba, idealizado pelo bacharel em contrabaixo, Ronaldo Gama, junto do músico e produtor, Jhony Guima, além de amigas e amigos do samba, apresenta um repertório que não só revisita o importante legado do samba, recheado de clássicos de grandes nomes, como Luis Carlos da Vila, Almir Guineto, Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, entre outros e outras.
 

O projeto se apresenta novamente no dia 21 de março (sexta-feira), no mesmo horário, desta vez com a participação especial da cantora, compositora e pesquisadora, Luciana Oliveira, que conta com 20 anos de carreira e três álbuns lançados, além de ser autora do catálogo de Cantoras Negras Brasileiras, livro que traz registros detalhados para preservar as histórias e contribuições de cantoras negras para a música brasileira.
 

Dando Ideia

Durante toda a ocupação, o Aquilombamento Sonoro promoverá encontros para trocas de conhecimento e formação, contando sempre com a participação de convidadas e convidados especiais.

Já no dia 25 de março (terça-feira), a partir das 19h, acontece a roda de conversa Dando Ideia, com a participação de Kelly Adriano e Juliana Vicente. 

Kelly Adriano/Divulgação

Pesquisadora, educadora, gestora cultural e mãe, Kelly é também ativista antirracista com Doutorado em Ciências Sociais pela Unicamp, mestrado em antropologia pela USP e graduação em Ciências Sociais também pela USP, com o principal tema de pesquisa o samba, a antropologia urbana, antropologia política, além de estudos de gênero, identidade e ancestralidade.

Juliana Vicente/Divulgação

Juliana Vicente é diretora, roteirista, produtora e fundadora da Preta Portê Filmes. Criadora das séries “Afronta!”, “Afrofluxo: o som da música preta”, e, do curta “Cores e Botas”. Além disso, dirigiu a novela “Terra e Paixão” e o documentário “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”. Foi premiada com a coprodução “A Terra e a Sombra” no Festival de Cannes e com “Diálogos com Ruth de Souza”, vencedor do prêmio de Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio. Criadora da video-instalação Terra Nakupa que integrou o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza, vencedor do Leão de Ouro 2023.

AFROJAM-SP/Divulgação

AFROJAM

Encerrando a programação de março do Aquilombamento Sonoro, o AFROJAM-SP se apresenta no sábado (29), a partir das 16h. O projeto celebra as sonoridades negras em toda sua multiplicidade. Com curadoria cuidadosa e inovadora, o grupo conta com músicos expoentes da cena paulistana e nacional, promovendo encontros inesquecíveis entre artistas e o público. As “sessions” musicais exploram uma ampla gama de estilos, como jazz, samba, rap, funk, afrobeat, R&B, soul, dentre outros gêneros que têm suas raízes nas culturas negras.
Integração da comunidade

Visando a inclusão de jovens da comunidade, moradores do Bairro Vila Leopoldina, onde o Instituto Çarê está localizado, o Aquilombamento Sonoro, acompanhará cinco estagiários em processo formativo que participarão da programação e produção do evento.

“O Çarê se entende como um espaço de convivência e de encontros que se relaciona com a comunidade, com as ancestralidades e constrói relações de afeto e respeito com públicos diversos. Os projetos e programas que ocuparão o ano de 2025 foram desenhados para que todas, todos e todes se sintam acolhidos e percebam, a partir das interações, o cuidado com que é pensada toda a programação, ampliando o diálogo com as artes, proporcionando experiências musicais e culturais transformadoras, fortalecendo identidades e cultivando relações. Para além do apoio financeiro através de uma bolsa de acompanhamento, queremos proporcionar novas experiências aos jovens, para que imaginem caminhos possíveis para estar no mundo”, acredita Karina Saccomanno, Gestão Geral do Instituto Çarê.

Serviço Festival Aquilombamento Sonoro

14/03 – Gama no Samba – 18h30

21/03 – Gama no Samba convida Luciana Oliveira – 18h30

25/03 – Dando Ideia (Kelly Adriano e Juliana Vicente) – 19h

29/03 – Afrojam – 16h

Local: Instituto Çarê – R. Dr. Avelino Chaves, 138 – Vila Leopoldina, São Paulo

Entrada Gratuita / Sujeito a lotação
Mais informações: Link e Link 

Sobre Sá Menina

A Sá Menina Plataforma de Artes traz a história de quintais de resistência criados por afrodescendentes, e afirma a força da vida, assim como a árvore Baobá. É ponto de encontro! Reúne o contemporâneo e a tradição, desenvolvendo linguagens artísticas e proporcionando espaços seguros de acolhimento, de criação e de expansão de saberes

Co-fundada pelo premiado artista, diretor, escritor, compositor e produtor musical, Renato Gama, a Sá Menina nasce em outubro de 2014 na Vila Nhocuné, Zona Leste de São Paulo, com o propósito de elaboração e execução de projetos afrocentrados artísticos e culturais.

Há mais de dez anos fortalece a potência criativa artistas que nasceram ̀ margem dos grandes centros urbanos, uma plataforma múltipla transdisciplinar, que cria diálogo entre música, teatro, literatura, audiovisual, arte de rua, artes plásticas, diversificando e ampliando olhares no intuito de partilhar histórias.

Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/samenina_sm/

Sobre Instituto Çarê

Somos uma associação civil sem fins lucrativos, nascida em 2019, como desdobramento da experiência do ateliescola acaia, com quem praticamos vizinhança, bons afetos e experiências.

Çarê, para os Mẽbêngôkre¹, é o broto ou a raiz. Estas palavras revelam muito dos nossos objetivos: ser um pedaço de chão para nascer, brotar e crescer, por meio do cultivo das relações, das interações e das trocas em múltiplos e diversos contextos.

Queremos ser e oferecer este solo fértil para o desenvolvimento de produções artísticas e culturais brasileiras, especialmente as de grande potência e negligenciadas, bem como de ações e projetos de proteção à biodiversidade.

E como onde há vida há memória, o Çarê vem atuando para preservá-la por meio da construção de um acervo com importantes fragmentos da história da arte e da cultura brasileiras, que devem ser difundidos e ter seu acesso democratizado.

Vida e memória implicam conhecimento, o que nos leva a promover e refletir sobre educação, e a apoiar importantes pesquisas que abordam as desigualdades que persistem e atingem a população periférica no Brasil.

Nossos fazeres são mediados e viabilizados por núcleos de ação que trocam entre si e se complementam. Esses núcleos atuam nos campos de acervo, música, artes visuais e socioambiental. Quer saber? Visite o nosso site Link

¹ AUTODENOMINAÇÃO DO POVO CONHECIDO COMO KAYAPÓ DO SUL.
 

Race Comunicação

Guilherme Olhier – Nina Vazzoler
comunicacao.samenina@agenciarace
.com.br

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Eventos

Bossa Nova em destaque com duo Primas

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O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo,
apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta-
feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da
Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a
bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas
pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de
excelência.
O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No
repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso,
Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar
que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma
Míriam Veiga.
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho
individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da
Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria.
Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves
(violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader
Gomes (bateria).

Serviço
Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa)
Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo)
Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno)
Data: 16 de outubro, sexta-feira
Horário: 20h30
Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340)
Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)

As cantoras

Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram
suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos
da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred
Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã
Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas
cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília.
Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o
virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA),
cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros
Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud,
Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell,
dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação
especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio
Zotarelli e outros em Cazadero California.
Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também
em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na
cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto
Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais.
Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A
Cores, que está disponível nas plataformas digitais.

Entrevista / Míriam Veiga
Em que consiste o projeto Toca da Bossa?
O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na
Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o
gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato
pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa
próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas
apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas
cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos
convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a
poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de
um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com
música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada
na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o
cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da
música.

Por que a escolha pela bossa nova?
Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais
sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se
dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo
de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música
popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é
afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável.
Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB
e também tem influência da bossa em sua produção musical.

Qual a ligação das cantoras com a bossa nova?
A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas
carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a
espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe:
harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e
ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras
inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda
para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João
Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros
cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das
Primas que sempre apreciaram este estilo musical.

A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem
muitos ouvintes. Qual a razão?
O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com
dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada —
emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que
cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de
artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E
há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um
ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E
é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse
movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando
a bossa para as novas gerações.

Quem são as inspirações?
João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra —
os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina,
Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que
provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à
frente da cena.

No repertório vocês incluem alguma composição autoral?
Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos
consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre
espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que
participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova
lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição
e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de
jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma
de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em
Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.

As apresentações serão sempre no mesmo local?
Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada
temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público,
sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no
conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e
atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço
intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto
circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.

Qual a periodicidade?
Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do
projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro
agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a
série como quem coleciona as edições de uma coleção.

O duo terá convidados especiais no palco?

Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem
ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e
convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre
novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor,
instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só
para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação
do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo
talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz
Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).

A formação da banda será sempre a mesma?
Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e
percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do
projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se
reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo,
outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital,
mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova
gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.

Ana Cláudia Rocha

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Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo apresentam o espetáculo “Altos e Baixo” em Goiânia

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Show de stand up comedy será realizado no dia 11 de outubro, às 18h, no Teatro PUC, com histórias sobre juventude, relacionamentos e situações do cotidiano. Os ingressos estão disponíveis no site Ingresso Digital

O Teatro PUC, em Goiânia, recebe no dia 11 de outubro, às 18h, o espetáculo “Altos e Baixo”, um show de stand up comedy que reúne os humoristas goianos Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo, personagem interpretado por Leonardo Gomes. A apresentação parte das experiências dos três artistas para transformar histórias da juventude, relacionamentos amorosos e situações do cotidiano em momentos de humor.

Os ingressos estão disponíveis no Ingresso Digital (https://ingressodigital.com/), com valores entre R$ 15 a R$ 70, de acordo com o setor escolhido na plateia e o tipo de ingresso (inteira, social ou meia).

A proposta do espetáculo nasceu da dinâmica entre três personalidades diferentes que, apesar das particularidades, encontram na amizade e no humor uma forma de contar histórias que fazem parte da vida de muita gente. No palco, os humoristas compartilham situações que, muitas vezes, parecem improváveis ou exclusivas de suas próprias trajetórias, mas que acabam despertando identificação no público.

Com diferentes estilos e perspectivas, Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo conduzem a apresentação a partir de experiências pessoais e observações sobre o dia a dia. As histórias abordam temas como juventude, relações amorosas e os percalços da vida adulta, sempre com espaço para improviso e situações inesperadas.

O nome “Altos e Baixo” também resume a mensagem central do espetáculo: a vida é marcada por momentos bons e difíceis, mas o bom humor pode ser uma maneira de atravessar os acontecimentos do cotidiano. A apresentação busca transformar essas experiências em uma noite de diversão, aproximando os artistas do público por meio de histórias com as quais diferentes pessoas podem se identificar.

SERVIÇO:

Espetáculo Altos e Baixo em Goiânia

Data: 11 de outubro

Horário: 18h

Local: Teatro PUC (Avenida Fued José Sebba, Quadra A 16 1184, Goiânia)

Ingressos: https://ingressodigital.com/evento/22051/altos-e-baixo

Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

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Guerreiras do K-Pop são atração de programação especial de Dia das Crianças em Bar de  Goiânia

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Evento acontece nesta segunda-feira (12), no Tatu Bola, com apresentação inspirada no universo do K-pop, recreação e brinquedos; crianças de até 10 anos têm entrada gratuita

As Guerreiras do K-Pop serão uma das atrações de uma programação especial de Dia das Crianças em Goiânia nesta segunda-feira (12). O evento acontece no Tatu Bola Goiânia, das 10h30 às 18h30, com brinquedos e atividades recreativas voltadas ao público infantil.

A apresentação das Guerreiras do K-Pop está marcada para as 11h45 e leva ao espaço referências da música e da cultura pop coreana, universo que ganhou espaço entre crianças e adolescentes.

Além do espetáculo, a programação terá recreação e brinquedos disponíveis ao longo do dia, oferecendo uma opção para pais que procuram atividades para aproveitar o feriado com os filhos.

As atividades começam às 10h30 e seguem até as 18h30. Crianças de 0 a 10 anos têm entrada gratuita. Para crianças de 11 a 14 anos, o ingresso custa R$ 15. A partir dos 15 anos, o valor é de R$ 25.

Serviço – Dia das Crianças no Tatu Bola Goiânia
Data: segunda-feira, 12 de outubro
Horário: das 10h30 às 18h30
Local: Tatu Bola Goiânia
Endereço: Av. Cel. Eugênio Jardim, 184, Setor Marista – Goiânia
Programação: recreação, brinquedos e Guerreiras do K-Pop às 11h45
Ingressos: crianças de 0 a 10 anos – entrada gratuita | de 11 a 14 anos – R$ 15 | a partir de 15 anos – R$ 25
@tatubola.goiania —

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