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Casa da Bebida lança no Brasil o whisky Suntory Toki

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A Casa da Bebida, maior e-commerce de bebidas destiladas do Brasil, e o Famu Restaurante realizam o lançamento oficial, no país, do Whisky Toki, o novo queridinho da destilaria japonesa Suntory, em um evento especial, no próximo dia 29, no rooftop do Famu, no Setor Marista, em Goiânia.

Os convidados serão recebidos em uma noite de alta gastronomia, com um jantar harmonizado, com pratos da cozinha asiático-americana assinados pelo chef Lucas Duarte, acompanhados de coquetéis exclusivos com o Toki Suntory Whisky. Cada etapa do menu foi cuidadosamente pensada para criar a harmonização perfeita.

O Toki é elaborado a partir da mistura de whiskies de três destilarias de Suntory – Yamazaki, Hakushu e Chita – e traz uma proposta versátil para o consumidor, podendo ser apreciado puro ou em coquetéis. Apresenta as características essenciais de um blend de whisky Suntory: equilíbrio requintado, harmonia e personalidade.

Além disso, a combinação de Hakushu, um single malt leve e herbal, maturado em barris de carvalho americano de ex-bourbon, e whisky de grão da The Chita traz versatilidade e drinkability, perfeito para coquetéis.

Características do Toki

Teor Alcoólico: 43%
País: Japão
Produtor: Suntory
Volume: 700 ml
Cor: Ouro claro
Olfato: Frutas macias de pomar e mel de tomilho são acompanhadas por uma porção de hortelã-pimenta ao fundo.
Paladar: Mais maçã verde no palato conduz a brilhantes notas cítricas de toranja rosa.
Ervas amargas, amêndoas torradas e carvalho baunilha permanecem por baixo.
Final de Boca: Pimenta branca e gengibre acrescentam especiarias ao acabamento.

Serviço
Lançamento do Toki Suntory Whisky
Quando: 29 de outubro, a partir das 19h
Onde: Famu Restaurante (Av. D, Qd. D12, Lt. 8 e 9, Setor Marista, Goiânia, GO

Assessoria de imprensa
Palavra Comunicação

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Inez Resplande em Dubai

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A empresária goiana Inez Resplande está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participa, de 23 a 29 de outubro, do Global Experience, evento que promove conexões, inspiração, conhecimento e oportunidades.

Convidada para ministrar uma palestra, ela abordará o tema *“O Desejo de Ser Grande”*, compartilhando experiências e reflexões sobre crescimento e realização.

Durante a estadia, Inez também aproveita a oportunidade para conhecer os tradicionais atrativos turísticos da região.

Mais uma conquista que reforça sua trajetória de sucesso e empreendedorismo.

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Arte e talento na Feijoada do Elpídio.

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A artista plástica goiana Anna Rita Araújo é a responsável pela ilustração que estampará a frente da camiseta da tradicional Feijoada do Elpídio, marcada para o próximo dia 28 de novembro, em Goiânia.

Com mais de 30 anos de trajetória nas artes visuais, Anna Rita é também educadora e pesquisadora, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Artes pela Universidade de São Paulo (USP).

Sua produção artística se destaca pela pintura em tela e pela aquarela, com obras que exploram flores e jardins, articulando temas como memória, feminino e imaginário.

Entre 2025 e 2026, a artista apresentou exposições no Museu de Arte de Goiânia, na Grécia e nos Estados Unidos, ampliando a presença de sua produção artística no cenário nacional e internacional.

A participação de Anna Rita Araújo acrescenta arte e identidade à camiseta desta edição da Feijoada do Elpídio, unindo a tradição do evento à expressão artística de um talento goiano.

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As Três Forças

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Ela estava parada com a tela a sua frente no Jardim Botânico de Cairns. Olhava para o chão.

Umas sementes azuis. Identifiquei o desenho. Era um casuar. Ave comum nessa região. A artista abaixava com facilidade e levantava ocasionalmente em uma perna só. Carregou várias vezes o seu material por entre as folhas e raízes. Dispus-me a ajudá-la.

Apenas sorriu e agradeceu. Era pesado. Disse-me que depois iria caminhando até a piscina pública, pela Esplanade e que fazia isso praticamente todos os dias. Calculei a distância, ida e volta uns 8km. Alguns dias ela nadava, outros não.

Sempre gostou do mar, mas onde tem crocodilo de água salgada, não é bom arriscar. Minha curiosidade aumentou sobre quem era e sua provável idade. Mas nada peguntei.

A conversa em si estava boa. Contou-me sobre suas telas antigas e recentes. Sobre os bichos da floresta, das plantas e dos presentes do mar.

Esticou-se toda e explicou-me que é necessário fazer isso porque a posição em pé e depois sentada, estraga a coluna. Dissertou sobre raízes, bulbos e lírios. Falou de uma tela sua com esse tema e que estava aprendendo francês porque era encantada com as ninféias de Monet.

E que havia comprado uns gibis para estudar. Nos quadrados é do jeito que escreve e nos balões é do jeito que fala, disse categoricamente.

Depois falou numa língua que nunca escutei e sorriu. Dentes muito brancos. Nessa hora disse-me que nascera em 1966. Estava feliz com essa idade pois seu pai morrera com 30 anos e sua mãe com 40.

Perguntou-me de onde eu era, e opinou que português é uma língua difícil. Repetiu a palavra “obrigado” várias vezes. Resolveu fazer um diário depois dos 50 anos.

E adorava ficar decorando o nome científico de tudo que pinta e desenha. Sempre faz churrasco com as amigas no fim-de-semana.

Nas margens da lagoa. Perto da galeria onde expõe seus quadros. De repente uma algazarra. São quatro crianças pequenas vindo correndo em nossa direção. Ela é a vovó.

Teve filhos muito cedo. Um casal veio em nossa direção.

Bastou ela olhar para a turma que todas se calaram. Sentaram e ela foi explicando sobre o jardim, as plantas dali e como aquelas frutinhas faziam um sucesso danado com a ave corredora de capacete, o casuar.

A reverência que o casal fez quando se aproximou dela foi muito bonita e silenciosa. Uma energia tranquila naquele momento e eu ali. Caladinho. Eu que sempre falo bastante, aproveitei para aprender um pouco mais.

É muito bom isso. Observar para poder integrar. Chegou a orientadora do passeio guiado e cumprimentou-a com carinho e respeito.

Sua força física de caminhar, carregar pesos, abaixar e levantar, nadar e alongar é impressionante.

Assim como o sorriso que emite enquanto se exercita. Seu interesse constante pela Natureza, por línguas, uma memória testada dia-a-dia é uma força intelectual imensa.

Nem falo de suas telas que depois pude verificar que são lindas. E por fim a força moral, cada palavra sua é ponderada.

A paixão inequívoca dos netos e – não sei se era a filha ou o filho, pois ambos a trataram como mãe – a família, e somada a minha admiração.

Além da funcionária do Jardim Botânico. Uma inspiração enorme numa manhã amena, com as três maiores forças do ser humano naquela mulher singular: a física, a intelectual e a moral.

JB Alencastro é médico e escritor

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