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CEO da PH Empreendimentos recebe título internacional.

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O CEO da PH Empreendimentos, Leandro Coradini, foi reconhecido como Diplomata Civil pela Jethro International, em cerimônia realizada no dia 28 de abril de 2026, na Cidadela de Cascais, em Portugal.

A distinção é concedida a lideranças com atuação relevante na promoção de conexões institucionais e no desenvolvimento de iniciativas com alcance internacional.

O reconhecimento ocorre em um momento de reposicionamento da companhia, que vem ampliando sua atuação para além do mercado nacional, com foco na construção de parcerias estratégicas e na incorporação de referências globais ao desenvolvimento de seus projetos.

À frente desse movimento, Coradini conduz uma reestruturação interna que marca uma mudança de patamar operacional.

“Estamos vivendo um novo momento na PH Empreendimentos, marcado por uma evolução estrutural e organizacional consistente.

Avançamos na profissionalização de áreas estratégicas como vendas, marketing, engenharia e finanças, além de estruturarmos uma frente dedicada à expansão internacional.

Esse movimento também nos levou a uma revisão do nosso portfólio de produtos e do landbank, sempre com o compromisso de trazer para Porto Belo referências e padrões do que há de mais relevante no cenário global”, afirma.

A transformação reflete uma agenda mais ampla de qualificação da operação, com foco em governança, especialização e capacidade de execução.

Em um setor cada vez mais competitivo e orientado por experiência, a adoção de referências internacionais passa a ser não apenas diferencial, mas requisito para projetos que buscam maior valor agregado.

Nesse contexto, a nomeação como Diplomata Civil amplia o campo de relacionamento institucional da empresa e cria novas possibilidades de interlocução com agentes e organizações inseridos em dinâmicas globais de desenvolvimento.

O movimento também sustenta o próximo ciclo da PH Empreendimentos, que prepara o lançamento do maior projeto de seu portfólio, com início de obras previsto para o próximo semestre. A estratégia indica um avanço estruturado, baseado em visão de longo prazo e na capacidade de traduzir tendências internacionais em soluções aderentes ao mercado local.

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Inez Resplande em Dubai

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A empresária goiana Inez Resplande está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participa, de 23 a 29 de outubro, do Global Experience, evento que promove conexões, inspiração, conhecimento e oportunidades.

Convidada para ministrar uma palestra, ela abordará o tema *“O Desejo de Ser Grande”*, compartilhando experiências e reflexões sobre crescimento e realização.

Durante a estadia, Inez também aproveita a oportunidade para conhecer os tradicionais atrativos turísticos da região.

Mais uma conquista que reforça sua trajetória de sucesso e empreendedorismo.

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Arte e talento na Feijoada do Elpídio.

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A artista plástica goiana Anna Rita Araújo é a responsável pela ilustração que estampará a frente da camiseta da tradicional Feijoada do Elpídio, marcada para o próximo dia 28 de novembro, em Goiânia.

Com mais de 30 anos de trajetória nas artes visuais, Anna Rita é também educadora e pesquisadora, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Artes pela Universidade de São Paulo (USP).

Sua produção artística se destaca pela pintura em tela e pela aquarela, com obras que exploram flores e jardins, articulando temas como memória, feminino e imaginário.

Entre 2025 e 2026, a artista apresentou exposições no Museu de Arte de Goiânia, na Grécia e nos Estados Unidos, ampliando a presença de sua produção artística no cenário nacional e internacional.

A participação de Anna Rita Araújo acrescenta arte e identidade à camiseta desta edição da Feijoada do Elpídio, unindo a tradição do evento à expressão artística de um talento goiano.

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As Três Forças

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Ela estava parada com a tela a sua frente no Jardim Botânico de Cairns. Olhava para o chão.

Umas sementes azuis. Identifiquei o desenho. Era um casuar. Ave comum nessa região. A artista abaixava com facilidade e levantava ocasionalmente em uma perna só. Carregou várias vezes o seu material por entre as folhas e raízes. Dispus-me a ajudá-la.

Apenas sorriu e agradeceu. Era pesado. Disse-me que depois iria caminhando até a piscina pública, pela Esplanade e que fazia isso praticamente todos os dias. Calculei a distância, ida e volta uns 8km. Alguns dias ela nadava, outros não.

Sempre gostou do mar, mas onde tem crocodilo de água salgada, não é bom arriscar. Minha curiosidade aumentou sobre quem era e sua provável idade. Mas nada peguntei.

A conversa em si estava boa. Contou-me sobre suas telas antigas e recentes. Sobre os bichos da floresta, das plantas e dos presentes do mar.

Esticou-se toda e explicou-me que é necessário fazer isso porque a posição em pé e depois sentada, estraga a coluna. Dissertou sobre raízes, bulbos e lírios. Falou de uma tela sua com esse tema e que estava aprendendo francês porque era encantada com as ninféias de Monet.

E que havia comprado uns gibis para estudar. Nos quadrados é do jeito que escreve e nos balões é do jeito que fala, disse categoricamente.

Depois falou numa língua que nunca escutei e sorriu. Dentes muito brancos. Nessa hora disse-me que nascera em 1966. Estava feliz com essa idade pois seu pai morrera com 30 anos e sua mãe com 40.

Perguntou-me de onde eu era, e opinou que português é uma língua difícil. Repetiu a palavra “obrigado” várias vezes. Resolveu fazer um diário depois dos 50 anos.

E adorava ficar decorando o nome científico de tudo que pinta e desenha. Sempre faz churrasco com as amigas no fim-de-semana.

Nas margens da lagoa. Perto da galeria onde expõe seus quadros. De repente uma algazarra. São quatro crianças pequenas vindo correndo em nossa direção. Ela é a vovó.

Teve filhos muito cedo. Um casal veio em nossa direção.

Bastou ela olhar para a turma que todas se calaram. Sentaram e ela foi explicando sobre o jardim, as plantas dali e como aquelas frutinhas faziam um sucesso danado com a ave corredora de capacete, o casuar.

A reverência que o casal fez quando se aproximou dela foi muito bonita e silenciosa. Uma energia tranquila naquele momento e eu ali. Caladinho. Eu que sempre falo bastante, aproveitei para aprender um pouco mais.

É muito bom isso. Observar para poder integrar. Chegou a orientadora do passeio guiado e cumprimentou-a com carinho e respeito.

Sua força física de caminhar, carregar pesos, abaixar e levantar, nadar e alongar é impressionante.

Assim como o sorriso que emite enquanto se exercita. Seu interesse constante pela Natureza, por línguas, uma memória testada dia-a-dia é uma força intelectual imensa.

Nem falo de suas telas que depois pude verificar que são lindas. E por fim a força moral, cada palavra sua é ponderada.

A paixão inequívoca dos netos e – não sei se era a filha ou o filho, pois ambos a trataram como mãe – a família, e somada a minha admiração.

Além da funcionária do Jardim Botânico. Uma inspiração enorme numa manhã amena, com as três maiores forças do ser humano naquela mulher singular: a física, a intelectual e a moral.

JB Alencastro é médico e escritor

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