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Depois dos 40, ainda dá para ganhar músculo?

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Por Lucas Trainer, profissional de Educação Física

A ideia de que existe uma idade limite para começar a musculação afasta pessoas das academias. Aos 40, 50 ou 60 anos, é comum ouvir que o tempo de ganhar músculo passou.

A ciência mostra que a capacidade de responder ao treinamento de força permanece com o envelhecimento.

O que precisa mudar é o planejamento, conforme cada pessoa.Uma revisão publicada em 2024 na revista Experimental Gerontology reuniu 32 estudos com pessoas de 65 anos ou mais.

Os resultados apontaram aumento do tamanho dos músculos e das fibras musculares com o treinamento resistido supervisionado. Isso não significa que todos terão a mesma evolução, mas ajuda a desfazer a ideia de que começar mais tarde torna o esforço inútil.

Antes de pensar em carga, considero essencial entender o ponto de partida.

A pessoa já treinou? Está parada há quanto tempo? Tem alguma limitação? Qual é seu objetivo e quantos dias consegue reservar para se exercitar?

A idade integra essa avaliação, mas não substitui o histórico, a condição física e a rotina.

Um erro frequente é tentar recuperar anos de inatividade em poucas semanas.

O entusiasmo inicial pode levar a uma frequência difícil de sustentar e à escolha de cargas incompatíveis com o preparo atual.

Prefiro um programa possível de cumprir, que permita aprender os movimentos e evoluir com orientação.Progredir não significa aumentar o peso a qualquer custo.

Envolve observar a execução, o controle e a resposta ao exercício. O desafio deve acompanhar a capacidade do aluno, com ajustes.

Quem retorna após uma pausa também precisa respeitar a condição atual, sem usar o desempenho do passado como obrigação.

A Organização Mundial da Saúde recomenda atividades de fortalecimento dos principais grupos musculares em pelo menos dois dias da semana para adultos.

Essa orientação é uma referência de saúde pública; a organização do treino para ganhar massa muscular exige uma avaliação individual.

Também importante considerar as condições de saúde e buscar avaliação médica quando houver doenças, sintomas ou dúvidas sobre a prática.

O planejamento precisa dialogar com essas necessidades.Ganhar músculo depois dos 40 é uma possibilidade real.

O objetivo pode ser estético, mas o valor do treino também está em preservar força e autonomia. Começar exige menos pressa e mais continuidade.

O melhor programa é aquele que respeita sua história e permite construir a próxima etapa.

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Giovanna Veríssimo escolhe look de Camila Vieira para o Método CIS.

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Estrategista de imagem cuidou do visual da palestrante no encerramento do evento, em Goiânia, e destaca a importância de vestir mulheres a partir de sua identidade, essência e valores

A estrategista de imagem Giovanna Veríssimo foi responsável pela escolha do look usado por Camila Vieira no último dia do Método CIS, em 17 de outubro, em Goiânia.

O treinamento aconteceu entre os dias 15 e 17, no Centro de Convenções da PUC Goiás.Formada em Consultoria de Imagem pela École Supérieure de Relooking Brasil, Giovanna reúne mais de duas décadas de experiência trabalhando com a imagem feminina.

Sua trajetória, construída inicialmente no universo da moda, hoje se estende à estratégia de imagem e ao posicionamento de mulheres.

Giovanna participava do evento quando surgiu a oportunidade de vestir a palestrante.

Segundo ela, a indicação veio de pessoas de Goiânia.

O convite trouxe para os bastidores um princípio que orienta seu trabalho: a importância de compreender quem é a mulher antes de escolher o que ela vai vestir.

Eu acredito que, antes de vestir, precisamos valorizar o ser. Meu trabalho não é simplesmente escolher roupas bonitas ou seguir tendências.

É compreender a identidade, a essência e os valores de cada mulher para que sua imagem seja uma expressão verdadeira de quem ela é”, afirma.

Para a produção de Camila, Giovanna buscou traduzir visualmente características que reconhece na palestrante, como feminilidade, elegância e espiritualidade.

A proposta foi valorizar sua beleza de maneira natural e sofisticada, sem recorrer a modismos ou elementos que desviassem a atenção da mensagem que ela transmite ao público.

“A Camila é uma mulher que carrega valores muito fortes.

Minha intenção não era criar uma imagem para chamar atenção, mas escolher uma produção que refletisse sua essência, sua feminilidade e sua espiritualidade.

A roupa precisava realçar sua beleza, sem se sobrepor à mulher que ela é”, explica.

Na escolha da produção, Giovanna também fez questão de prestigiar a moda goiana.

O look foi selecionado na Loja Dois, marca parceira da estrategista, com 25 anos de atuação vestindo mulheres em Goiás.

A escolha recebeu uma resposta positiva de Camila, que, segundo Giovanna, demonstrou entusiasmo com o look e destacou o quanto a produção estava alinhada à sua essência, considerando-a especialmente adequada para o encerramento do treinamento.

A repercussão também chegou por meio do público.

Giovanna relata ter recebido mensagens elogiando a produção e destacando a elegância da palestrante na última noite do evento.

Para a estrategista, a experiência reforçou a relação entre imagem e identidade que orienta seu trabalho.

Em sua avaliação, uma produção bem-sucedida não é necessariamente aquela que mais chama atenção, mas a que comunica com autenticidade os valores e a personalidade de quem a veste.“Acredito que a verdadeira elegância começa no ser.

Quando uma mulher reconhece sua identidade e seu valor, a imagem passa a ser uma extensão de tudo aquilo que ela carrega dentro de si”, conclui.

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Competição de fisiculturismo em Goiânia terá atleta que subirá ao palco com suporte de oxigênio.

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Após uma trajetória marcada por 27 internações, Lucas Pulmão se prepara com o treinador goiano Lucas Trainer para disputar o All Star Super Contest, em dezembro.

O cilindro de oxigênio faz parte da rotina de Lucas Vinicius Lopes e deve acompanhá-lo em mais um desafio no fisiculturismo.

Conhecido como Lucas Pulmão, o atleta tem participação prevista no All Star Super Contest 2026, marcado para 12 de dezembro, no Centro de Convenções da PUC Goiás, em Goiânia.

Diagnosticado com fibrose cística ainda bebê, ele se prepara sob orientação do goiano Lucas Trainer para voltar aos palcos.A participação dará continuidade a uma trajetória que já mobilizou milhões de pessoas nas redes sociais.

Antes de realizar o sonho de competir pela primeira vez, Lucas acumulava 27 internações relatadas e enfrentava uma rotina de tratamentos e hospitalizações. O suporte de oxigênio, presente em seu dia a dia, também o acompanhou naquela apresentação.

Em depoimento publicado pelo Instituto Unidos pela Vida, o atleta contou que as internações chegaram a interromper seus estudos.

O desejo de competir, porém, permaneceu.

A preparação para o palco passou a fazer parte de uma vida em que os objetivos esportivos precisam conviver com as necessidades de cuidado com a saúde.

Foi nesse caminho que Lucas Pulmão encontrou Lucas Trainer. Profissional de Educação Física, competidor e preparador de atletas, o goiano participou da preparação e dos bastidores da apresentação, com orientações sobre poses e ajustes para o momento da entrada no palco.

Registros divulgados pelo canal Frango de Academia mostram o treinador ao lado do atleta antes e depois da competição.

Em uma das cenas, Lucas Trainer expressa o significado daquela parceria: “Fico lisonjeado em poder te preparar”.A história ganhou projeção para além do público que acompanha o fisiculturismo.

Segundo dados dos painéis do Instagram fornecidos pelo preparador em setembro de 2026, duas publicações sobre Lucas Pulmão no perfil @luucas.trainer somavam mais de 12 milhões de visualizações.

Os vídeos apresentaram tanto a participação na competição quanto os bastidores da preparação.Agora, a parceria tem um novo objetivo.

Segundo Lucas Trainer, o planejamento é que Lucas Pulmão volte a competir no All Star Super Contest, campeonato da NPC que reunirá atletas de diferentes categorias na capital goiana.

O treinador acompanha a preparação para a apresentação de dezembro e pretende estar novamente ao lado do atleta nos bastidores.

Com experiência na preparação de competidores em diferentes estados brasileiros, Lucas Trainer reúne em seu trabalho planejamento de treinos, condicionamento físico e orientação para apresentações.

Na trajetória com Lucas Pulmão, esse acompanhamento também é marcado pelas particularidades de um atleta que concilia o esporte com uma rotina contínua de tratamento.

Para Lucas Pulmão, o encontro em Goiânia representa a oportunidade de dar sequência a uma escolha: participar do esporte que desejava praticar e construir novos objetivos a partir de sua própria realidade.

Depois da primeira apresentação com suporte de oxigênio, o próximo palco já está no horizonte — e tem data marcada para dezembro.

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Sua empresa está gastando mais para cobrar do que para receber.

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Com 9,3 milhões de empresas inadimplentes no Brasil, especialista em direito bancário explica por que a recuperação de crédito exige análise de custos, documentação e capacidade de pagamento do devedor.

Vender, entregar e não receber compromete o caixa de uma empresa.

O prejuízo, porém, pode aumentar quando as tentativas de cobrança consomem tempo e recursos sem trazer retorno.

Entre negociações frustradas, honorários e despesas processuais, recuperar um crédito exige uma avaliação que vai além do valor da dívida: é preciso entender quais medidas são juridicamente adequadas e economicamente viáveis.

O cenário reforça essa necessidade. Segundo levantamento da Serasa Experian divulgado em 20 de outubro, o Brasil chegou a 9,3 milhões de empresas inadimplentes em agosto de 2026, recorde da série histórica e alta de 14,3% em relação ao mesmo mês de 2025.

As dívidas negativadas somaram R$ 244,4 bilhões.

Para Guilherme Augusto, advogado especialista em direito bancário, a decisão de recorrer à Justiça precisa considerar as perspectivas de recebimento e os custos envolvidos.

“Antes de ajuizar uma cobrança, o empresário precisa avaliar se realmente compensa.

Às vezes, ele já teve o prejuízo de não receber, ainda vai gastar com custas processuais e honorários e, mesmo depois de todo esse investimento, pode descobrir que o devedor não possui bens para pagar a dívida”, explica.

Essa avaliação envolve contratos, comprovantes de entrega ou de prestação do serviço, garantias, vencimentos e informações patrimoniais obtidas por meios legais.

A documentação ajuda a definir o procedimento adequado, enquanto a análise econômica permite ponderar despesas, tempo e possibilidades de recuperação.

A ausência de patrimônio penhorável pode limitar o resultado da cobrança. O artigo 921 do Código de Processo Civil prevê a suspensão da execução quando não são localizados o devedor ou bens penhoráveis.

Também estabelece regras para a prescrição intercorrente, que pode levar à extinção do processo, observados os requisitos legais.

Assim, uma decisão favorável não garante, por si só, o recebimento imediato.As medidas extrajudiciais também devem integrar a estratégia.

Notificações, negociações formalizadas e protestos, quando cabíveis, são alternativas que precisam ser avaliadas conforme a documentação e as particularidades da dívida.

Nem toda dívida precisa ir para a Justiça. Dependendo do caso, uma notificação extrajudicial, um protesto ou uma negociação bem conduzida podem trazer resultado sem que o empresário precise arcar imediatamente com as despesas de um processo”, afirma Guilherme Augusto.

Dentro da empresa, acompanhar vencimentos, registrar contatos e definir responsáveis pela cobrança ajuda a identificar atrasos e organizar providências.

A orientação jurídica pode apoiar essa rotina, avaliar propostas de acordo e indicar quando o encaminhamento judicial se justifica.

A escolha deve considerar a realidade de cada negócio, sem presumir que uma mesma solução funcionará para todos os devedores.

“Muitas vezes, o empresário acredita que contratar uma assessoria jurídica será mais uma despesa para a empresa.

Mas ele precisa colocar na ponta do lápis quanto já perdeu com clientes inadimplentes e quanto gastou tentando recuperar essas dívidas.

Dependendo da realidade da empresa, esse acompanhamento pode sair muito mais barato”, conclui o advogado.

Serviço*l

Sua empresa está gastando mais para cobrar do que para receber?

Advogado especialista em direito bancário: Guilherme Augusto 

Instagram: @guilhermeaugustorc

Contato: (62) 98130-9458

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