Gastronomia
Gastronomia Afetiva
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5 anos agoon
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Edna GomesVestida nas cores da meninice, voava tranquila nas asas da inocência. Levada, alcançava a imensidão do quintal que “era só meu”, sentindo os olhos faiscaram e o estômago se assanhar – feito abelha fazendo mel –, no instante exato e bom em que o olfato acordava o apetite com o cheiro bom e puro de temperos crus ou cozidos que minha mãe – e só ela – preparava antes de postar na mesa sua especialidade simples e deliciosa: a carne de panela que, com muito prazer e alguma gula inocente, desmanchava na boca e enfeitiçando a alma da menina curiosa atiçada pela fome saudável. Tinha também a paçoca de carne seca, com toque de bacon, iguaria preparada no pilão de madeira, ferramenta rústica e mágica na qual minha bisavó – e só ela –preparava alimentos dos deuses.
Aquela carne da panela, hoje, me faz recordar as férias longas e livres na fazenda. Lá, o som calmo do barulho poético vinha do berrante chamando a boiada. A meninada bebia da mesma água corrente e limpa, fresquinha. Apesar do mesmo plano, um rio que, tempos depois e adulta, me contou a filosofia nunca ser o mesmo e em lugar algum. O pomar, cheio de fruteiras, deleitava mangueiras pipocadas em flores de primavera que a magia do outono transformava em frutos amarelos e doces. Na cozinha, o cheiro forte da banha de porco dava o tom e tema da comida soberba e agridoce, que a minha mãe preparava – a fogo baixo –no fogão a lenha. Românticos, os cheiros e sabores convidaram, para mais aconchego, a família e quem estivesse mais perto.
O mundo da gastronomia é assim, uma vida forrada por camadas de amor sobrepostas com um naco bom e caro da alma na panela do dia a dia aflito, corrido e que me deixa intrigada. Aí então me pergunto: – Como me apaixonei pela cozinha e com que tempero ela me conquistou? Por qual razão fui gostar de comida que alimenta e conta das culturas muito mais do que da moda –efêmera – que cobre o corpo e veste a alma em elegância?
Quando criança era muito curiosa com as coisas que rodeavam meu mundo, ainda criança, as quais, e, de alguma forma, não compreendia por não conhecer ou conviver ainda. Nos dias de hoje, fazendo jornalismo ou me entregando, na cozinha, sou proativa e isso me faz percorrer com naturalidade e entusiasmo os vários caminhos, incluindo os da culinária – que me trouxeram até aqui – e isso me dá a necessidade de partilhar, dar continuação à memória aliada aos prazeres maiores da vida que são o ato de comer, beber, conversar enquanto a alma honesta se encarrega de cozinhar, ou, ao menos, visitar a cozinha, arena onde se preparam os pratos destinados a comemorar o prazer do convívio à mesma mesa e arena a qual demonstra-se, principalmente, como culinária ou a arte em forma de transmissão cultural com uma pitada enorme do convívio familiar.
Nas minhas viagens ao redor do mundo sempre me interessei mais pelos mercados do que por lojas que expõem nas vitrines os fetiches modernos das grifes internacionais. Quando pisei no chão de Paris, a primeira coisa que fiz foi ir a uma bolangerie para comprar a baguete recheada com queijo brie, devidamente saboreada, acompanhada de um champanhe Moet Chandon. Fiz questão de imitar a menina, agora adulta, e, depois do garboso lanche – sem medo nem compromisso – sentei no meio-fio da esquina, e, assistindo turistas em seu vaivém, iniciei a leitura de um dos romances de Eça de Queiroz – A cidade e as Serras–, verdadeira cozinha romanceada pelo autor que me proporcionou um dos dias mais simples e felizes da vida adulta temperada, ali, com dois ou três toques da menina “quase esquecida” em meio às tarefas diárias exacerbada na pitada de sal do mundo adulto que às vezes destila a alquimia e transforma, por um momento, o doce em amargo.
Voltando ao mundo da culinária, quem é capaz de dizer e sentir através das lembranças boas quais são os cinco gostos básicos que a gustação determina enquanto salgado ou amargo, doce ou azedo ou mesmo o desconhecido umami? Sim, isso mesmo: umami! Básico, reconhecido pelo paladar e encontrado em diversos alimentos como carnes e peixes, queijos e cogumelos, tomates. Um sabor diferenciado que as papilas gustativas simplesmente denominam de “o mais delicioso”.
A arte em equilibrar e combinar ingredientes é base da culinária e foi assim que aprendi a receita em comer e explorar os alimentos, surpreendendo sempre o meu paladar provocado na lida da cozinha. Assim ensino e entendo que combinar ingredientes é a base de tudo e somente desta maneira alcança-se a tão sonhada harmonia dentro da arena capaz de invadir os sentidos: a cozinha!
Na prática comecei a perceber que cozinhar sempre foi mais que uma arte, é um prazer. Cresci entre tachos e panelas a fumegar, dividindo a cozinha da minha mãe com outra muito significante para mim, aquela instalada na pensão da minha avó. Elegante e charmosa, ela se impunha em avental aprumado, com seu ar atarefado ia preenchendo os tabuleiros espalhados na cozinha com quitandas prontas para entrar no forno a lenha e saírem ao ponto, com um toque único de mágica, carinho e sabor.
É muito engraçado e interessante ver como as pessoas, hoje, relativamente tensas, ficam muito mais soltas depois de saborear uma barra de chocolate. Dizem que a barrinha tem poder e alimenta a alma. Eu mesma já me peguei às voltas com a insônia, na madrugada silenciosa e alguns pensamentos tolos que insistiam em me perturbar na lida com uma parte da vida, ou seja, aquele momento, às vésperas de uma grande decisão, turbilhão de ideias e ideais em conflito resolvido em grande parte com um pedaço de chocolate, ah! O tal poder do cacau, rico em proteínas, é um fortalecedor das minhas escolhas e das escolhas do mundo real.
Se há dois mundos que me agradam e completam, são eles: o da literatura e, claro, também a culinária, pois acredito que ler, comer e beber um bom vinho faz parte do meu bem-estar que afeta também, de maneira positiva, as pessoas ao meu redor.
Quais são mesmo os melhores momentos que a vida tem para nos dar que sobressaem àquele ligado à hora da mesa? Entre um bom prato de bacalhau e/ou uma carne assada, um bolo de chocolate acompanhado da taça de champanhe ou vinho, compartilhado em meio a sonhos e promessas, celebrando conquistas e alegrias e mesmo nos momentos íntimos quando dividimos as tristezas. Proust, por exemplo, construiu sua monumental obra Em Busca do Tempo Perdido partindo do ponto de sentir o cheiro e o gosto das madalenas. Muitas são as obras as quais, assim como O Banquete, do filósofo Platão; Madame Bovary, de Flaubert; O Amor nos tempos de Cólera, de Gabriel Garcia Marquez e ainda o mais recente Correções, de Jonathan Franzen, obras as quais contêm em si elementos que traduzem a ligação estreita e histórica entre os prazeres que provocam a comida e a literatura.
Assim, deixo aos leitores uma dica: não importa um livro enorme e sem fim nem se agrada com o banquete pomposo. A culinária lida e praticada, assim como os livros, traz um segredo fundamental: não se deve abusar, tampouco errar, num pequeno segredo que é a dose de sal.
VOCÊ PODE GOSTAR
Há reconhecimentos que se conquistam uma vez. E há aqueles que precisam ser reconquistados, ano após ano, garrafa após garrafa, decisão após decisão. É este segundo tipo de mérito que o restaurante Primrose, no Castelo Saint Andrews, celebra em 2026: pela oitava vez consecutiva, sua carta de vinhos recebe o selo da Wine Spectator, uma das distinções mais cobiçadas do universo enológico mundial. Não é sorte. É curadoria.
A adega do Primrose reúne hoje aproximadamente 300 rótulos distintos — entre vinhos, espumantes, fortificados, kits especiais e safras diversas de um mesmo nome — totalizando cerca de 450 garrafas e unidades, incluindo magnums e edições de coleção. São números que impressionam, mas o que realmente distingue esta adega é a lógica por trás deles: cada rótulo ocupa seu lugar por um motivo, nunca por acaso.
A vocação é claramente europeia. França e Itália lideram a representatividade, seguidas pelo Brasil — presença que revela orgulho pela produção nacional — e por Espanha, Portugal, Chile e Argentina. Bordeaux e Champagne dividem o protagonismo francês; Toscana e Piemonte respondem pela força italiana; Serra Gaúcha, Douro, Rioja, Mendoza e Ribera del Duero completam um mapa que atravessa continentes sem perder coerência. A proporção entre Velho e Novo Mundo — de 70% a 75% para o primeiro, entre 25% e 30% para o segundo — confirma uma coleção de raízes clássicas, mas com espaço deliberado para vozes emergentes.
Os nomes que fazem a diferença
Champagne Krug, Dom Pérignon e Veuve Clicquot. Cheval Blanc, Haut-Brion e Yquem, os grandes nomes de Bordeaux. Gaja, Fontanafredda e Braida, os embaixadores do Piemonte. Estes são apenas os primeiros capítulos de uma lista que inclui o Château Cheval Blanc 2006, o Château Haut-Brion 1994, o Château d’Yquem 1996, o Masseto 2009, o Solaia 2009 e verticais de Sassicaia que atravessam 2014, 2016, 2018 e 2021. Da Espanha, o Vega Sicilia Unico 2012, o Pingus 1998 e o Castillo Ygay Gran Reserva Especial 2010 elevam ainda mais o padrão.
Entre as garrafas de acesso mais restrito está o Krug Clos d’Ambonnay 1998 — produzido a partir de um único vinhedo murado de apenas 0,68 hectare, em quantidade tão limitada que sua presença na carta é, por si só, um acontecimento. Ao seu lado, o Masseto 2009, ícone absoluto da Toscana, e o Pingus 1998, símbolo maior da Espanha contemporânea, disputam o posto de garrafa mais rara e simbólica da casa — uma honra que também reivindicam o Château Cheval Blanc 2006 e o lendário Château d’Yquem 1996, considerado por muitos o maior vinho doce do mundo.
A filosofia por trás de cada escolha
Nenhum rótulo entra na adega do Primrose sem responder a critérios precisos: representatividade regional, potencial gastronômico, capacidade de proporcionar experiências exclusivas, diversidade de terroir e prestígio internacional do produtor. É essa disciplina que permite à carta abrigar, lado a lado, nomes consagrados como Dom Pérignon, Sassicaia e Vega Sicilia e pequenas joias como Damijan, Capoani e Atelier Tormentas — prova de que grandeza e descoberta não são valores opostos, mas complementares.
A seleção também dialoga com o mundo que se transforma: os vinhos de mínima intervenção de Damijan e Zidarich, os rosés premium de By Ott e Berne Romance, os espumantes de terroir brasileiros de Geisse e Capoani, e até opções zero álcool, como Ponto Nero e Luiz Argenta, convivem com os ícones cultuados por colecionadores. A carta do Primrose não apenas acompanha o mercado mundial do vinho — ela antecipa suas direções.
Vinho como parte da experiência, não como acompanhamento
No Primrose, a adega foi pensada para acompanhar toda a jornada à mesa: champagnes e espumantes abrem a experiência nos amuse-bouches, brancos de Borgonha, Chablis e do Chile conduzem os frutos do mar, Bordeaux, Piemonte e Toscana sustentam as carnes e os pratos de cocção longa, e Sauternes, Tokaji e Portos encerram a refeição nas sobremesas. Rótulos como o Château d’Yquem 1996, o Dom Pérignon 2003 e o Sassicaia 2016 têm estatura suficiente para protagonizar, sozinhos, um menu degustação inteiro — e já o fizeram.
Toda grande adega guarda memórias, e a do Primrose não é exceção. Champagnes importantes de Krug e Louis Roederer são abertos com frequência em celebrações de casamento, mas são as garrafas mais raras da coleção que costumam marcar os momentos mais decisivos — pela raridade, pelo prestígio e pelo peso emocional que carregam. E, para os hóspedes em busca do inesperado, vinhos fora do convencional como o Damijan Ribolla Gialla 2011, o Atelier Tormentas Âmbar 2015 e o Zidarich Vitovska 2010 raramente deixam de surpreender.
Sobre o Castelo Saint Andrews
Localizado em Gramado (RS), o Castelo Saint Andrews é um dos hotéis mais singulares do Brasil, com arquitetura inspirada nos castelos escoceses e uma proposta de hospitalidade que combina sofisticação, conforto e experiências gastronômicas únicas. Sua adega foi premiada pela Wine Spectator em oito edições, consolidando o hotel como referência em harmonização de vinhos no país. É o único hotel de montanha do sul do país membro da prestigiada associação Relais&Châteaux.
Sobre a Wine Spectator
A Wine Spectator é uma das publicações mais influentes do universo do vinho, referência global há mais de quatro décadas para consumidores, produtores e profissionais do setor. Seu selo de reconhecimento é concedido anualmente a uma seleção de restaurantes e hotéis ao redor do mundo cujas cartas de vinhos se destacam pela qualidade, diversidade e harmonização com a proposta gastronômica da casa — não é um prêmio pontual, mas uma avaliação renovada a cada ano. Ser premiado por oito anos consecutivos significa, portanto, manter esse padrão de excelência de forma contínua, sob o crivo de um dos julgamentos mais rigorosos do mercado.
Gastronomia
Sommelier Gina Facuri conduz noite de harmonização inspirada na tradição italiana
Publicado
3 semanas agoon
julho 22, 2026Por
Elpidio Fiorda
Experiência reunirá gastronomia, cultura do vinho e networking em evento gratuito promovido pela Brasal Incorporações
Os aromas, sabores e tradições italianas serão o ponto de partida para uma experiência que acontece no dia 23 de julho, em Goiânia. Conduzido pela sommelier Gina Facuri, fundadora da Reserva 35, uma das maiores referências em vinhos e destilados do Brasil, o evento “Uma Noite na Itália’’, que é gratuito mediante inscrição prévia, acontece das 19h às 23h na Central de Decorados da Brasal Incorporações.
Empresária, especialista em vinhos e destilados e apaixonada pelo universo da enogastronomia, Gina transformou sua experiência internacional em um projeto que hoje se destaca pela curadoria de rótulos e pela realização de experiências sensoriais. À frente da Reserva 35, ela assina a seleção de mais de 5 mil rótulos de diferentes regiões do mundo e conduz eventos que aproximam o público da cultura do vinho por meio de degustações, harmonizações e histórias por trás de cada garrafa.
Durante o encontro, Gina apresentará uma seleção especial de rótulos inspirados na tradição italiana, explicando características de cada vinho, suas origens e as harmonizações ideais. A degustação será acompanhada de um menu especialmente elaborado, proporcionando uma verdadeira imersão na gastronomia do país.
Experiência também abre espaço para novos negócios
Além da programação enogastronômica, a noite foi pensada para reunir investidores, profissionais e pessoas interessadas no mercado imobiliário em um ambiente propício para troca de experiências e geração de conexões.

Entre os participantes estará a STAY, empresa especializada na gestão de imóveis para locação de curta e longa temporada. Durante o evento, a equipe apresentará soluções voltadas à administração de apartamentos e compartilhará informações sobre estratégias para ampliar a rentabilidade de imóveis por meio de uma gestão profissional.
A iniciativa integra a Rodada de Negócios Storya, promovida pela Brasal Incorporações, que busca transformar o tradicional encontro de mercado em uma experiência de relacionamento, reunindo conteúdo, gastronomia e oportunidades de networking em um ambiente descontraído.
Serviço:
Uma Noite na Itália | Rodada de Negócios Storya
Data: 23 de julho (quarta-feira)
Horário: das 19h às 23h
Local: Central de Decorados Brasal Incorporações
Entrada: gratuita, mediante inscrição prévia.
Dora Teruel – Kasane
Assessora de Imprensa
Gastronomia
Do churrasco à comida da fazenda: Aparecida Shopping amplia polo gastronômico com novas operações
Publicado
3 semanas agoon
julho 22, 2026Por
Elpidio Fiorda
Chegada do Manda Picanha e do Divino Fogão, prevista para este mês de julho, reforça estratégia do empreendimento em diversificar a experiência dos consumidores com grandes redes, marcas regionais e novos conceitos gastronômicos
Mais do que um complemento às compras, a gastronomia se consolidou como um dos pilares dos shopping centers brasileiros. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 41% dos consumidores apontam a praça de alimentação entre os principais motivos para visitar esses empreendimentos, evidenciando o papel cada vez mais estratégico da alimentação na experiência dos clientes. É acompanhando esse movimento que o Aparecida Shopping amplia seu polo gastronômico com a chegada, em breve, do Manda Picanha, que inaugura sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, do Divino Fogão, uma das mais tradicionais redes de culinária inspirada na comida da fazenda do país, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito que também passará a integrar o mix gastronômico do empreendimento.

As inaugurações reforçam um mix gastronômico que reúne operações nacionais, marcas regionais e diferentes conceitos de alimentação. Da pausa para um açaí durante as compras ao almoço em família, do happy hour ao jantar, o empreendimento oferece opções para diferentes perfis de consumidores e consolida a gastronomia como um dos seus principais diferenciais.
Para o gerente de marketing do Aparecida Shopping, Raphael Souza, investir na gastronomia é acompanhar uma transformação no comportamento do consumidor, que busca empreendimentos capazes de oferecer conveniência, lazer e boas experiências em um único lugar.

“Hoje, muitas pessoas escolhem o shopping como destino para almoçar, encontrar amigos, comemorar uma data especial ou simplesmente viver uma boa experiência gastronômica. Nosso objetivo é construir um mix cada vez mais diversificado, reunindo grandes redes nacionais, marcas regionais e operações inéditas em Aparecida de Goiânia, para que cada visita ao shopping seja também uma oportunidade de desfrutar de boa gastronomia”, afirma.
Da entrada ao Piso 1
A experiência gastronômica começa antes mesmo de entrar no shopping. Na área externa, o Açaí do Ninja convida o público a fazer uma pausa refrescante com um cardápio que vai além das tradicionais tigelas. A rede é conhecida pelos copos em camadas, preparados com combinações de açaí, cupuaçu e diversos acompanhamentos, além de tigelas prontas ou personalizadas, nas quais o cliente pode escolher ingredientes como frutas, granola, leite em pó, leite condensado e paçoca.

Para quem deseja prolongar a experiência em casa, a unidade também oferece caixas de açaí e cupuaçu, garrafinhas e a tradicional Bomba de Açaí, um dos produtos de maior sucesso da marca.
Ainda na área externa, o Deck Chopp Brahma reúne chope, petiscos e refeições em um ambiente aberto e descontraído, tornando-se uma opção para happy hours, encontros entre amigos e confraternizações ao fim do dia.
Ao entrar no empreendimento, os corredores também reservam espaço para quem deseja uma pausa durante as compras. Quiosques de sorvetes, doces e outras guloseimas complementam a experiência dos visitantes e oferecem alternativas para diferentes momentos do passeio.

No Piso 1, o Agrobar leva ao shopping do coração de Aparecida de Goiânia um conceito inspirado no universo sertanejo e no agronegócio, unindo gastronomia, entretenimento e um ambiente pensado para reunir amigos e famílias, além de um happy hour com atrações musicais. A marca, que tem entre os sócios o cantor Luan Pereira, aposta em um cardápio com refeições, petiscos e bebidas, traduzindo o estilo de vida do campo em uma experiência descontraída dentro do shopping.
Manda Picanha estreia em Aparecida de Goiânia
Em breve, o Piso 1 receberá uma das principais novidades do Aparecida Shopping. O Manda Picanha escolheu o empreendimento para inaugurar sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, reforçando a confiança da marca no potencial de crescimento da cidade e na força do shopping como polo de consumo e lazer.
Especializada em carnes e cortes selecionados, a rede chega com uma proposta que vai além da gastronomia. A unidade contará com um deck voltado para a Avenida Independência, oferecendo um ambiente agradável para almoços, jantares e encontros entre amigos. O espaço também terá brinquedoteca, proporcionando mais conforto às famílias e ampliando a experiência de quem visita o shopping com crianças.

A chegada da franquia representa mais um passo na estratégia do Aparecida Shopping de atrair operações inéditas e diversificar seu mix gastronômico, ampliando as opções para quem busca desde refeições completas até momentos de convivência em um ambiente moderno e acolhedor.
Da comida da fazenda ao fast-food: diversidade marca a praça de alimentação
A praça de alimentação, localizada no Piso 2, reúne operações capazes de atender diferentes preferências gastronômicas, do almoço executivo ao lanche rápido, das refeições em família aos encontros entre amigos. Em breve, o espaço ganhará um importante reforço com a inauguração do Divino Fogão, uma das maiores redes de alimentação do país e referência em culinária inspirada na tradicional comida da fazenda, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito, conhecida por oferecer refeições, porções e sanduíches que conquistaram consumidores em diferentes regiões do país.
Com um buffet variado preparado diariamente, a marca aposta em receitas que remetem ao sabor da cozinha brasileira, oferecendo carnes, saladas, massas, acompanhamentos e sobremesas para quem busca uma refeição completa. Já o Frango no Pote amplia as opções para os apreciadores de frango crocante, com um cardápio composto por baldes de frango empanado, tiras, sanduíches e acompanhamentos. A chegada das duas franquias fortalece ainda mais a diversidade da praça de alimentação e a presença de grandes redes nacionais no empreendimento.
Entre as opções já consolidadas, o Spoleto permite que cada cliente monte sua própria refeição, combinando diferentes tipos de massas, molhos e ingredientes preparados na hora. O Giraffas, por sua vez, reúne pratos executivos, grelhados, sanduíches e porções em um cardápio versátil, pensado tanto para o almoço quanto para uma refeição rápida ao longo do dia.
Os apaixonados por hambúrgueres encontram no Burger King e no Bob’s duas das principais redes do segmento, conhecidas por seus sanduíches grelhados, acompanhamentos e sobremesas. Já o Subway completa as opções de fast-food com sanduíches personalizados, preparados de acordo com as preferências de cada cliente.
A gastronomia regional também marca presença no empreendimento. O Komiketo, rede genuinamente goiana, leva para a praça de alimentação pratos, sanduíches e petiscos inspirados nos sabores locais, enquanto a La Bella Pizzaria aposta em pizzas salgadas e doces para quem prefere compartilhar uma refeição em família ou entre amigos.
O tradicional pastel brasileiro também tem espaço garantido no centro de compras. No QG Pastéis, o público encontra opções artesanais com diversos recheios, além de porções que agradam diferentes paladares. Já a Cia do Chopp oferece um ambiente acolhedor para quem deseja reunir amigos, combinando bebidas, petiscos e refeições em um espaço pensado para momentos de descontração.

Gastronomia impulsiona investimentos e amplia a experiência dos clientes
Para Raphael Souza, a expansão do mix gastronômico vai além da chegada de novos restaurantes. Segundo ele, o fortalecimento da alimentação acompanha a evolução dos shopping centers, que se consolidaram como espaços de convivência, lazer e experiências.
“Cada nova operação representa investimentos, geração de empregos e mais opções para os consumidores. A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote demonstra a confiança de grandes marcas no potencial de consumo de Aparecida de Goiânia e reforça o compromisso do shopping em oferecer experiências cada vez mais completas para os nossos clientes”, destaca.
De acordo com o gerente de marketing, reunir franquias reconhecidas nacionalmente, marcas regionais e operações inéditas faz parte da estratégia de posicionamento do empreendimento, que busca atender diferentes perfis de consumidores em um único lugar.
“Nosso objetivo é que o cliente encontre no Aparecida Shopping muito mais do que um centro de compras. Queremos que ele venha para almoçar, tomar um café, encontrar amigos no happy hour, reunir a família no fim de semana ou experimentar uma nova operação gastronômica. Essa diversidade fortalece o empreendimento, movimenta a economia local e amplia o tempo de permanência dos visitantes”, afirma.
A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote reforça esse posicionamento e amplia um mix que combina grandes franquias nacionais, marcas regionais e operações com propostas distintas. Mais do que acompanhar uma tendência do varejo, o empreendimento investe na gastronomia como parte da experiência oferecida aos consumidores, fortalecendo seu papel como destino de compras, lazer, entretenimento e boa comida.
Johny Cândido
Jornalista
Registro Profissional nº GO 02807