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Paróquia Nossa Senhora da Assunção receberá Relíquias de São Padre Pio em Goiânia

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A Paróquia Nossa Senhora da Assunção, localizada na Vila Itatiaia em Goiânia, está prestes a receber um tesouro espiritual: as relíquias de São Padre Pio. No dia 9 de outubro, fiéis e devotos terão a oportunidade de venerar essas preciosas relíquias, que fazem parte de uma peregrinação especial.

As relíquias de São Padre Pio, um dos santos reverenciados, têm percorrido diversas igrejas e comunidades ao redor do mundo. Agora, é a vez de Goiânia e da Paróquia Nossa Senhora da Assunção receber as relíquias para grandiosos momentos de devoção. A chegada das relíquias representa não apenas um momento de fé, mas também fortalece o papel da Paróquia no roteiro turístico religioso de Goiânia, do estado de Goiás e de todo o Brasil.

O Padre Marcos Rogério destaca o momento, “As relíquias são sinais da presença do Santo no nosso meio, e nos dá a possibilidade de contemplar na veneração a graça e a transformação de Deus em nossa vida”, disse.

São Padre Pio, também conhecido como São Pio de Pietrelcina, foi um frade capuchinho italiano que viveu no século XX. Sua vida foi marcada por profunda espiritualidade, caridade e os estigmas — as marcas das chagas de Cristo em seu próprio corpo. Sua devoção e intercessão continuam a inspirar milhões de pessoas em todo o mundo.

As relíquias autênticas de São Pio de Pietrelcina, que vão estar disponíveis para veneração pública, são as seguintes:

·        Crostas das feridas de São Pio;

·        Lenço de São Pio usado durante a missa para enxugar suas lágrimas;

·        Uma mecha de cabelo de São Pio;

·        Luva Branca de São Pio;

·        Um pedaço do manto de São Pio.

A programação para o dia 9 de outubro inclui a veneração das Relíquias das 7h às 11h, o terço da Divina Misericórdia às 15h, logo em seguida o Santo Rosário às 16h, seguido pelo terço da família às 19h e a Santa Missa às 19h30. Toda a comunidade e visitantes estão convidados a participar e experimentar a presença espiritual desses momentos.

A Paróquia Nossa Senhora da Assunção fortalece a sua inclusão no roteiro turístico religioso, realizando diversos eventos e se consolidando como trajeto de devoção. A peregrinação das relíquias de Padre Pio iniciou em Goiânia no dia 5 de outubro, passando pelo Santuário-Basílica do Divino Pai Eterno em Trindade, o Santuário-Basílica Sagrada Família em Goiânia, a Catedral Metropolitana de Goiânia, e a Paróquia N. Sra. Aparecida e Santa Edwiges, finalizando o roteiro no dia 9 na Paróquia Nossa Senhora da Assunção.

Serviço:

Paróquia Nossa Senhora da Assunção recebe as relíquias de São Padre Pio

Dia: 09 de outubro

Horário: A partir das 7h da manhã

Local: Paróquia Nossa Senhora da Assunção – Vila Itatiaia – Goiânia-GO

Fotos: Divulgação

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Inez Resplande em Dubai

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A empresária goiana Inez Resplande está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participa, de 23 a 29 de outubro, do Global Experience, evento que promove conexões, inspiração, conhecimento e oportunidades.

Convidada para ministrar uma palestra, ela abordará o tema *“O Desejo de Ser Grande”*, compartilhando experiências e reflexões sobre crescimento e realização.

Durante a estadia, Inez também aproveita a oportunidade para conhecer os tradicionais atrativos turísticos da região.

Mais uma conquista que reforça sua trajetória de sucesso e empreendedorismo.

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Arte e talento na Feijoada do Elpídio.

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A artista plástica goiana Anna Rita Araújo é a responsável pela ilustração que estampará a frente da camiseta da tradicional Feijoada do Elpídio, marcada para o próximo dia 28 de novembro, em Goiânia.

Com mais de 30 anos de trajetória nas artes visuais, Anna Rita é também educadora e pesquisadora, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Artes pela Universidade de São Paulo (USP).

Sua produção artística se destaca pela pintura em tela e pela aquarela, com obras que exploram flores e jardins, articulando temas como memória, feminino e imaginário.

Entre 2025 e 2026, a artista apresentou exposições no Museu de Arte de Goiânia, na Grécia e nos Estados Unidos, ampliando a presença de sua produção artística no cenário nacional e internacional.

A participação de Anna Rita Araújo acrescenta arte e identidade à camiseta desta edição da Feijoada do Elpídio, unindo a tradição do evento à expressão artística de um talento goiano.

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As Três Forças

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Ela estava parada com a tela a sua frente no Jardim Botânico de Cairns. Olhava para o chão.

Umas sementes azuis. Identifiquei o desenho. Era um casuar. Ave comum nessa região. A artista abaixava com facilidade e levantava ocasionalmente em uma perna só. Carregou várias vezes o seu material por entre as folhas e raízes. Dispus-me a ajudá-la.

Apenas sorriu e agradeceu. Era pesado. Disse-me que depois iria caminhando até a piscina pública, pela Esplanade e que fazia isso praticamente todos os dias. Calculei a distância, ida e volta uns 8km. Alguns dias ela nadava, outros não.

Sempre gostou do mar, mas onde tem crocodilo de água salgada, não é bom arriscar. Minha curiosidade aumentou sobre quem era e sua provável idade. Mas nada peguntei.

A conversa em si estava boa. Contou-me sobre suas telas antigas e recentes. Sobre os bichos da floresta, das plantas e dos presentes do mar.

Esticou-se toda e explicou-me que é necessário fazer isso porque a posição em pé e depois sentada, estraga a coluna. Dissertou sobre raízes, bulbos e lírios. Falou de uma tela sua com esse tema e que estava aprendendo francês porque era encantada com as ninféias de Monet.

E que havia comprado uns gibis para estudar. Nos quadrados é do jeito que escreve e nos balões é do jeito que fala, disse categoricamente.

Depois falou numa língua que nunca escutei e sorriu. Dentes muito brancos. Nessa hora disse-me que nascera em 1966. Estava feliz com essa idade pois seu pai morrera com 30 anos e sua mãe com 40.

Perguntou-me de onde eu era, e opinou que português é uma língua difícil. Repetiu a palavra “obrigado” várias vezes. Resolveu fazer um diário depois dos 50 anos.

E adorava ficar decorando o nome científico de tudo que pinta e desenha. Sempre faz churrasco com as amigas no fim-de-semana.

Nas margens da lagoa. Perto da galeria onde expõe seus quadros. De repente uma algazarra. São quatro crianças pequenas vindo correndo em nossa direção. Ela é a vovó.

Teve filhos muito cedo. Um casal veio em nossa direção.

Bastou ela olhar para a turma que todas se calaram. Sentaram e ela foi explicando sobre o jardim, as plantas dali e como aquelas frutinhas faziam um sucesso danado com a ave corredora de capacete, o casuar.

A reverência que o casal fez quando se aproximou dela foi muito bonita e silenciosa. Uma energia tranquila naquele momento e eu ali. Caladinho. Eu que sempre falo bastante, aproveitei para aprender um pouco mais.

É muito bom isso. Observar para poder integrar. Chegou a orientadora do passeio guiado e cumprimentou-a com carinho e respeito.

Sua força física de caminhar, carregar pesos, abaixar e levantar, nadar e alongar é impressionante.

Assim como o sorriso que emite enquanto se exercita. Seu interesse constante pela Natureza, por línguas, uma memória testada dia-a-dia é uma força intelectual imensa.

Nem falo de suas telas que depois pude verificar que são lindas. E por fim a força moral, cada palavra sua é ponderada.

A paixão inequívoca dos netos e – não sei se era a filha ou o filho, pois ambos a trataram como mãe – a família, e somada a minha admiração.

Além da funcionária do Jardim Botânico. Uma inspiração enorme numa manhã amena, com as três maiores forças do ser humano naquela mulher singular: a física, a intelectual e a moral.

JB Alencastro é médico e escritor

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