Festival gastronômico reúne menus completos a valores fixos e amplia opções para quem estará na cidade durante a etapa internacional
Goiânia entra no circuito de grandes eventos internacionais com a chegada do MotoGP 2026, marcado para os dias 20 a 22 de março, e a movimentação na cidade também impulsiona o setor gastronômico.
Até o dia 12 de abril, a capital recebe a 9ª edição da Goiânia Restaurant Week, com menus completos a preços fixos em mais de 40 restaurantes participantes.
Com valores a partir de R$ 59,90 no almoço, o festival se apresenta como uma alternativa para quem deseja aproveitar a culinária local durante o período do evento esportivo.
A proposta desta edição é o tema “A Cozinha dos Campeões”, que convida chefs a criarem pratos inspirados em países vencedores da Copa do Mundo.
Restaurantes próximos ao Autódromo para incluir no roteiroLocalizado na GO-020, o Autódromo está cercado por bairros onde se concentra boa parte dos restaurantes participantes.
Confira opções com fácil acesso ao circuito:
Região próxima ao Autódromo (até cerca de 10 minutos)El Argentino Lozandes — Park Lozandes
Região Marista (cerca de 10 a 15 minutos)
Alma Boutique Bar — Setor Marista
Abruzzo — Setor Marista
Grano Cucina Italiana — Setor Marista
Casa Cortela — Setor Marist
Empório Confrades — Setor Marista
Forneria 1121 — Setor Marista
Hattori Sabores do Japão — Setor Marista
Café Coreto — Setor Marista
Região Bueno / Oeste (cerca de 15 a 20 minutos)
La Tavola Pizza e Pasta — Setor Bueno
Quattrocento Forneria — Setor Bueno
Botelli — Setor Oeste
Sax Coffee & More — Setor Oeste
A concentração de restaurantes nessas regiões facilita o deslocamento de quem estará na cidade para acompanhar o MotoGP, com opções tanto para almoço quanto para jantar.
Restaurantes oferecem menus completos com inspiração internacionalEntre os participantes, alguns estabelecimentos apresentam menus que dialogam com o tema da edição e trazem combinações que misturam referências internacionais e ingredientes locais.
No Abruzzo, o menu inclui entrada com salada tricolore, seguida por pratos como o linguini Squadra Azurra ou o risoto Campione del Mondo.
A sobremesa é o tetra profiteroles de ganache.
Já o Alma Boutique Bar aposta em opções variadas desde a entrada, com alternativas como saladinha, croqueta ou mini burguer do dia.
Entre os principais, aparecem o “Copa del Pollo”, com galeto assado e purê rústico, e o robalo mexicano com salsa de manga.
A sobremesa é a Banoffe Alma, com doce de leite, banana e chantilly.
No El Argentino (unidade Lozandes), o cardápio traz opções como empanada aberta de carne ou bruschetta com jamón na entrada.
Entre os principais, estão o bife ancho com papa al plomo, a coxa desossada assada na parrilla ou ravioli de ricota e espinafre.
As sobremesas incluem chocotorta argentina e cheesecake com frutas vermelhas.
Variedade de pratos reforça opções durante o período do MotoGP
Outros restaurantes participantes também apresentam menus alinhados ao tema.
No Grano Cucina Italiana, o cliente pode escolher entre antepastos com creme de queijo ou croquete de filé, além de pratos como risoto de legumes grelhados, cappelletti com fonduta de queijo ou agnalotti de mignon.
As sobremesas incluem affogato ou cannoli de brigadeiro.
Segundo Cristiano Santana Vaz, do Grupo Grano Cucina Italiana, a coincidência entre o MotoGP e a Restaurant Week deve impactar diretamente o movimento do restaurante.
“Nossa expectativa é de aumento no fluxo de clientes, já que a cidade recebe mais turistas, o que amplia a procura por experiências gastronômicas”, afirma.
Ele destaca que a casa se preparou para o período.
“Implementamos menus exclusivos, disponibilizamos cardápios em diferentes idiomas e reforçamos o treinamento da equipe”, explica.
Para ele, eventos como o MotoGP também fortalecem o setor gastronômico local.
A Casa Cortela oferece combinações como broa com pernil e stracciatella ou salada da casa na entrada.
O prato principal é um arroz caldoso de filé curado com ovo frito, e as sobremesas variam entre cheesecake de café com doce de leite ou brownie com gelato.
Na Quattrocento Forneria, o menu inclui saladas com porchetta ou polenta trufada na entrada.
Entre os principais, estão a pizza Bologna Bianca e o caneloni de salmão.
Para finalizar, há opções como gelato al forno ou sobremesa inspirada em Romeu e Julieta.
Evento acompanha aumento de visitantes na capital
Realizada de 12 de março a 12 de abril, a 9ª Goiânia Restaurant Week acontece em um período estratégico para o setor, com expectativa de aumento no fluxo de visitantes na cidade por conta do MotoGP.
Segundo o idealizador da Brasil Restaurant Week, Fernando Reis, o formato de preços fixos facilita o acesso à gastronomia. “
A referência dos preços fixos permite que o cliente saiba quanto vai gastar, o que contribui para uma experiência mais tranquila durante a refeição”, afirma.
Além da proposta gastronômica, o festival também incentiva uma ação social.
Durante o evento, o público pode contribuir com doações de R$ 2 destinadas à Vila São Cottolengo, instituição que atende pessoas com deficiência em Goiás.
Serviço:
9ª edição da Goiânia Restaurant Week
12 de março a 12 de abril de 2026
Conheça os restaurantes participantes e menus www.restaurantweek.com.br Instagram @restaurantweekbrasil
Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.
O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:
Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.
Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.
A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.
A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.
De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.
Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.
Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.
“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.
A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.
O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.
“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.
Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.
Serviço
*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito
Temporada: Últimas semanas
Sessões:Quinta e sexta: 20h
Sábado: 17h e 20h
Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical
Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.
A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.
O prazo está se esgostando.
A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.
A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar
Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?
A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.
A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.
De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“
A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.
Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.
Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.
Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.
Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.
Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.
Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.
“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.
*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.
Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.
Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).
Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.
Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.
Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.
A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.
Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.
– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá
*Serviço*
Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio
Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.
Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.