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Arte

Samuel Caixeta assina exposição que conecta arte e motovelocidade

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Mostra reúne 12 obras da série Velocidade da Alma, além de capacetes artísticos e esculturas exclusivas. A “Além da Pista” tem entrada gratuita e pode ser conferida no Bougainville Shopping de 08 a 31 de maio

Apaixonados por arte e motovelocidade podem aproveitar neste mês de maio a exposição “Além da Pista” no Espaço Arte, piso 2 do Bougainville Shopping. Com expografia e curadoria do artista Samuel Caixeta, a mostra reúne obras de 12 artistas que atuaram na série Velocidade da Alma, criando ao vivo durante a Volta Motociclística do Brasil, em Goiânia, traduzindo em cores e formas a adrenalina do universo sobre duas rodas. Além das telas, a exposição conta com capacetes artísticos e esculturas.

As telas, que são o ponto central da exposição, foram produzidas em meio ao som dos motores e à energia de um grande evento que reuniu milhares de pessoas. Os artistas Samuel Caixeta, Amos Rocha, Cláudio Caixeta, Eduardo Grafirma, Gatitto, Job Bento, José Löwa, Júlia Barbosa, Lua Casabone, Mercia Pereira, Renato Grifith e Tchella Queiroga traduziram, em tempo real, suas percepções sobre velocidade, liberdade e a coragem de acelerar mesmo sem garantias.

“A ideia é falar sobre a essência de quem vive intensamente, convidar o público a vivenciar a velocidade para além do físico. Mais do que observar, é para sentir.”, comenta Samuel Caixeta. Com entrada gratuita, a visitação segue aberta, do dia 8 até o final do mês, durante o horário de funcionamento do shopping.

Reconhecido internacionalmente, Samuel Caixeta é artista neoexpressionista, com obras exibidas em importantes circuitos de arte ao redor do mundo. Sua atuação como curador e criador reforça a proposta da mostra e compromisso do shopping em proporcionar momentos de cultura e convivência.

Serviço:

Exposição Além da Pista

Expografia e curadoria: Samuel Caixeta

Local: Espaço Arte, Piso 2, Bougainville Shopping

Período: de 8 a 31 de maio

Entrada: Gratuita

Da Cidade o Coração, Shopping Bougainville

Com 36 anos de trajetória, o Bougainville é um tradicional ponto de encontro no Setor Marista, o bairro mais nobre da capital. Reúne operações de moda, gastronomia, beleza e entretenimento, além de proporcionar momentos de respiro, em um ambiente acolhedor e charmoso.

O shopping tem orgulho de fazer parte da história de Goiânia e oferece cultura, diversão e praticidade para os moradores da região. Possui a primeira sala VIP de cinema da cidade, a única agência VAPT VUPT com emissão de passaporte, o tradicional Empório Piquiras, entre outras marcas goianas. A gestão é da administradora de shopping centers NIAD.

Dora Teruel  – Kasane

Assessora de Imprensa

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Arte

Do Vale do Araguaia para o circuito internacional: Gerson Fogaça reafirma presença na arte contemporânea

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Com mais de quatro décadas de trajetória, o artista goiano Gerson Fogaça consolida sua presença no circuito internacional das artes visuais com uma produção marcada pela abstração, pela intensidade cromática e por uma investigação contínua sobre cidade, tempo e transformação.

Nascido na Cidade de Goiás, Fogaça passou a infância e parte da adolescência em Britânia, no Vale do Araguaia. Foi nesse contexto do interior goiano, entre precariedades materiais e experiências decisivas, que começou a se formar o olhar que mais tarde daria consistência à sua linguagem artística.

“Meu pai era carpinteiro, meu avô marceneiro e minha avó lavadeira. Venho de uma família preta, atravessada pela pobreza e por muitas fraturas. Meu avô fazia caixões, e eu cresci sob a presença silenciosa deles, pendurados na sala da casa. Era uma visão que me assombrava. Durante muito tempo, não compreendi o alcance daquela imagem sobre mim. Só depois percebi que aquela convivência precoce com a morte, o medo e o desamparo havia deixado marcas fundas no meu imaginário. Minha avó revestia os caixões com tecido azul, quando eram para crianças, e roxo, quando destinados aos adultos”, recorda o artista.

O desenho surgiu cedo. Aos oito anos, Fogaça já desenhava; pouco depois, foi incentivado pela diretora de uma escola e deixou Britânia para seguir em Goiânia. “Comecei a desenvolver meu trabalho e fui descoberto pela diretora de uma escola. Com 14 anos, saí da cidade e fui para Goiânia. Entrei em um museu pela primeira vez aos 16 anos”, relembra.

Ao longo do tempo, construiu uma linguagem visual singular, em que a cidade aparece como campo de tensão, deslocamento e reinvenção. Sua pintura, de base abstrata, elabora questões ligadas à transformação dos espaços urbanos e às relações humanas inscritas nesses processos.

Com carreira iniciada nos anos 1980, Gerson Fogaça desenvolveu uma produção consistente e reconhecida, participando de salões, exposições individuais e coletivas em diferentes países. Em 2026, sua atuação internacional se reafirma com a exposição “Antes que Desaparezca”, além de projetos e participações previstos na Cidade do México, na Flórida, em Córdoba e em São Paulo.

Ao longo de sua trajetória, suas obras circularam por instituições e espaços expositivos de relevância no Brasil e no exterior, entre eles o Centro Cultural Las Rozas, em Madri; o Museo de Arte Alejandro Otero e o Museu de Arte Contemporânea de Caracas; o Museo Histórico y Militar de Chile, em Santiago; o Museu Nacional, em Brasília; a Caixa Cultural, no Rio de Janeiro; a Casa da América Latina, em Lisboa; o Miami Hispanic Cultural Arts Center e o Museum of Contemporary Art of the Americas, em Miami, além de espaços em Berlim, Havana, Palma de Mallorca, Buenos Aires, La Paz, Salvador, Campinas e Goiânia.

Mais do que acumular exposições, Fogaça sustenta uma pesquisa coerente, capaz de estabelecer diálogo com diferentes contextos sem perder vínculo com sua origem. Sua obra parte do interior de Goiás e, a partir do Brasil profundo, alcança outros territórios e outras camadas de leitura.

Em paralelo à presença internacional, o artista também voltou seu olhar para Britânia. Ao lado da produtora cultural Malu da Cunha, iniciou em 2025 a criação do Instituto Cultural Urukum, voltado à arte contemporânea, à formação, à realização de oficinas de arte e à ampliação do acesso cultural no Vale do Araguaia.

O projeto busca fortalecer a vida cultural de uma região historicamente distante dos grandes centros, criando condições para a realização de exposições, ações formativas e atividades educativas, em diálogo com artistas, curadores, instituições e com a população originária da região.

“É uma maneira de devolver tudo aquilo que recebi e pensar nas crianças do presente, mas com um olhar para o futuro”, afirma o artista.

Davi Brandão

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Arte

Lelé em Piri

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O legado de um arquiteto que transformou o Brasil  –A cidade histórica de Pirenópolis se prepara para receber um evento cultural de grande relevância a partir de maio de 2026. A exposição “Lelé em Piri” será inaugurada no dia 22 de maio, com um coquetel para convidados, e aberta ao público a partir de 23 de maio, no acolhedor Espaço Cultural escultora Maria Guilhermina, localizado na charmosa Pousada Relais Amadeus.

O evento presta uma homenagem abrangente ao arquiteto João Filgueiras Lima (1932–2014), conhecido carinhosamente como Lelé, uma das figuras mais importantes da arquitetura brasileira do século XX. Reconhecido por Lúcio Costa como um dos grandes mestres da área, Lelé teve uma trajetória profundamente ligada ao desenvolvimento urbano de Brasília, para onde se mudou em 1957. Lá, participou da construção da primeira superquadra da nova capital e colaborou com nomes icônicos como Oscar Niemeyer.

A exposição em Pirenópolis busca destacar não apenas sua produção arquitetônica, mas também sua relação afetiva com o interior goiano. Durante o início da década de 1980, Lelé frequentou a região com regularidade e chegou a residir na cidade de Abadiânia entre 1982 e 1984, a convite de Frei Mateus Rocha, então vice-reitor da Universidade de Brasília. Foi nesse período que ele implantou soluções inovadoras para a construção de escolas e creches rurais, utilizando sistemas industrializados com argamassa armada e aço — uma de suas maiores contribuições à arquitetura social e funcional no Brasil.

Esse momento em Goiás representa um capítulo especialmente simbólico na trajetória de Lelé, tanto pelo impacto social de suas obras quanto pelas conexões humanas que estabeleceu. Um exemplo concreto dessa presença ainda pode ser visto no tradicional Restaurante Jerivá, cuja concepção inicial contou com traços do arquiteto, a pedido de seu amigo João Benko.

A mostra “Lelé em Piri” propõe uma imersão sensorial na vida e obra do arquiteto, reunindo fotografias assinadas por Maylena Clécia Gonçalves e Tarcísio Paniago, além de contar com a produção cultural de Gilberto Lacerda Santos. As imagens, que estarão disponíveis para venda, capturam diferentes fases e aspectos da carreira de Lelé, evidenciando sua busca por uma arquitetura mais humana, eficiente e acessível.

Ao longo de sua carreira, Lelé acumulou diversos prêmios e reconhecimentos, como o Colar de Ouro do Instituto de Arquitetos do Brasil, o Prêmio da Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo e a Medalha de Ouro da Federação Pan-Americana de Associações de Arquitetos, consolidando seu legado tanto no Brasil quanto no exterior. Também recebeu títulos acadêmicos de prestígio, como o de Professor Emérito da UnB e Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, estado onde deixou importantes contribuições em infraestrutura urbana e hospitalar.

Com visitação aberta de terça a domingo, das 14h às 18h, a exposição representa uma oportunidade única para moradores e visitantes de Pirenópolis conhecerem mais de perto a trajetória de um arquiteto que revolucionou a forma de pensar a construção no Brasil. Mais do que uma mostra artística, “Lelé em Piri” é um convite à reflexão sobre arquitetura, inovação e compromisso social, em um cenário que une história, cultura e memória.

Expediente:

Lelé em Piri

Espaço Cultural escultora Maria Guilhermina, Pousada Relais Amadeus

Rua Caparaó, Quadra 1, Lotes 02 e 03, Setor Meia Ponte, Pirenópolis – GO

22 de maio de 2026, 20h: coquetel de abertura (para convidados)

Exposição pública à  partir de 23 de maio de 2026, das 14h às 18h, de terça a domingo

Fonte : Assessoria de imprensa

Foto : Acervo Pessoal

Edição : Sula Costa  Sula Costa MTB 0003600|GO

Executive Director | International Producer

Costa Consulting CO | CNPJ: 21.859.872.0001-80

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Arte

Projeto Um Piano para Jaraguá.

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A histórica Igreja Nossa Senhora do Rosário foi palco da 2ª edição do projeto Um Piano para Jaraguá”, reunindo música de câmara, elegância e grande público. Aplausos para o refinado trio formado por Luciano Pontes (violino), Emerson Nazario (violoncelo) e Ana Flávia Frazão (piano), que encantaram a plateia com um repertório de excelente gosto coordenado por Gyovana Carneiro

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