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Grupo Emirates anuncia lucro recorde no ano fiscal de 2025–26

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A Emirates registrou os melhores resultados financeiros de sua história e consolidou-se como a companhia aérea mais lucrativa do mundo. No ano fiscal de 2025–26, a empresa alcançou um bruto recorde de AED 22,8 bilhões (US$ 6,2 bilhões), além de uma receita histórica, impulsionada pela forte demanda em diferentes segmentos de clientes e mercados ao longo do ano. Divulgação: Emirates

DUBAI, Emirados Árabes Unidos, 7 de Maio de 2026 – O Grupo Emirates divulgou hoje seu Relatório Anual de 2025–26, alcançando novos níveis recordes de lucro, receita e saldo de caixa, apesar de um 12º mês turbulento e desafiador em seu ano fiscal.
 

Para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2026, o Grupo Emirates registrou:

  • lucro recorde antes dos impostos de AED 24,4 bilhões (US$ 6,6 bilhões), alta de 7% em relação ao ano passado, e margem antes dos impostos de 16,2%
  • receita recorde de AED 150,5 bilhões (US$ 41 bilhões), crescimento de 3% sobre os resultados do ano anterior
  • nível recorde de ativos em caixa de AED 59,6 bilhões (US$ 16,2 bilhões), aumento de 12% em comparação ao ano passado
  • EBITDA de AED 41,1 bilhões (US$ 11,2 bilhões), refletindo sua forte rentabilidade operacional.

A Emirates mantém sua posição como a companhia aérea mais lucrativa do mundo, registrando:

  • lucro recorde antes dos impostos de AED 22,8 bilhões (US$ 6,2 bilhões), crescimento de 7% em relação ao ano anterior, e margem antes dos impostos de 17,4%
  • receita histórica de AED 130,9 bilhões (US$ 35,7 bilhões), um aumento de 2% em comparação ao ano passado
  • maior nível já registrado de ativos em caixa totalizando AED 54,9 bilhões (US$ 15 bilhões), 10% acima do registrado em 31 de março de 2025.

dnata apresentou crescimento e desempenho sólidos em todas as suas unidades de negócios, registrando:

  • lucro antes dos impostos de AED 1,6 bilhão (US$ 437 milhões), aumento de 2% em relação ao ano anterior, e margem antes dos impostos de 6,8%
  • receita recorde de AED 23,6 bilhões (US$ 6,4 bilhões), crescimento de 12%
  • forte posição de caixa, com ativos de AED 4,7 bilhões (US$ 1,3 bilhão), avanço de 28%.

O Grupo declarou dividendos de AED 3,5 bilhões (US$1 bilhão) para a sua proprietária Investment Corporation of Dubai (ICD).

A alíquota de imposto corporativo aplicada ao Grupo Emirates nos Emirados Árabes Unidos aumentou de 9% para 15% neste ano, devido à adoção das regras tributárias do Pilar Dois no país. Após contabilização da carga tributária, o lucro líquido do Grupo alcançou AED 21 bilhões (US$ 5,7 bilhões), alta de 3% em relação a 2024–25.

“Esses resultados excepcionais, apesar de desafios significativos no último mês do nosso ano fiscal, reafirmam a força e a resiliência do modelo de negócios do Grupo Emirates, que se baseia em segurança, excelência, inovação, pessoas e parcerias”, afirmou Sua Alteza Sheikh Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO da Emirates Airline e do Grupo Emirates.
 


Xeique Ahmed bin Saeed Al Maktoum, Presidente e Diretor Executivo da Emirates Airline e do Grupo, anuncia os resultados financeiros recordes do grupo para 2025–26. Apesar de um 12º mês desafiador do seu ano fiscal, o grupo alcança novos recordes de lucro, receita e saldo de caixa ao final do ano. A Emirates continua sendo a companhia aérea mais lucrativa do mundo no ciclo de reporte de 2025–26. Divulgação: Emirates


“Nos primeiros 11 meses de 2025–26, o cenário em todo o Grupo foi muito positivo. A forte demanda pelos nossos produtos e serviços impulsionou a receita, e alcançamos margens saudáveis graças aos nossos investimentos contínuos em produto, pessoas, tecnologia e marca. Mês após mês, fomos superando nossas metas”, acrescentou.

“Em 28 de fevereiro, a atividade militar interrompeu de forma significativa o tráfego aéreo comercial global na região do Golfo, incluindo os Emirados Árabes Unidos. A Emirates e a dnata se mobilizaram rapidamente para apoiar nossos colaboradores e passageiros afetados, proteger nossos recursos e garantir a continuidade dos negócios”.

“Temos a sorte de estar sediados em Dubai, onde anos de investimentos em infraestrutura e um ecossistema de aviação integrado permitiram ao governo garantir rapidamente corredores seguros para voos comerciais. A Emirates e a dnata vêm, desde então, restabelecendo gradualmente as operações no aeroporto de Dubai. Embora ainda estejamos operando com uma capacidade de passageiros inferior ao período anterior à interrupção, as operações de carga foram ampliadas para apoiar o transporte de bens essenciais para e através dos Emirados Árabes Unidos”, explicou Sua Alteza Sheikh Ahmed. 

“O Grupo Emirates já enfrentou crises e interrupções antes. Em cada ocasião, focamos nossos esforços em nossos clientes e em nossas pessoas, e, a cada vez, nos recuperamos ainda mais fortes”, reforçou.

“Nossas pessoas são uma grande parte do nosso sucesso, o que nos permites responder com agilidade em um ambiente operacional dinâmico. Gostaria de agradecer a todos os nossos colaboradores — eles realmente exemplificam as qualidades que diferenciam o Grupo Emirates em momentos desafiadores”.

“Sou grato a Sua Alteza Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum e a seus filhos, Sua Alteza Sheikh Hamdan e Sua Alteza Sheikh Maktoum, pela liderança de Dubai e pelo apoio inabalável à aviação — o Grupo Emirates tem orgulho de contribuir para a estratégia de Dubai sob sua liderança. Também agradeço imensamente a todos os nossos parceiros do ecossistema que mantêm a aviação global em movimento. Sua colaboração e solidariedade são inestimáveis e refletem o espírito de parceria que é central na forma como o Grupo Emirates opera”, finalizou o presidente e CEO.Em 2025–26, o Grupo investiu coletivamente AED 17,9 bilhões (US$ 4,9 bilhões) em novas aeronaves, instalações, equipamentos e nas mais recentes tecnologias para apoiar seus planos de crescimento.

quadro total de colaboradores do Grupo cresceu 8%, atingindo 130.919 funcionários, à medida que a Emirates e a dnata continuaram suas atividades de recrutamento em todo o mundo para apoiar a expansão das operações e fortalecer suas capacidades futuras. A força de trabalho de cidadãos dos Emirados Árabes Unidos no Grupo também cresceu e ultrapassou 4 mil funcionários, demonstrando o sucesso de seus programas para atrair, desenvolver e reter talentos locais.

“Neste momento, as atividades militares entre os EUA, Israel e o Irã estão suspensas sob um acordo de cessar-fogo. Esperamos uma resolução clara das hostilidades em breve e um retorno à estabilidade do mercado. Mas, enquanto isso, não estamos parados de braços cruzados”, comentou Xeique Ahmed sobre as perspectivas para 2026-27.

“Do ponto de vista de combustível, a Emirates está bem protegida até 2028-29; além disso trabalhamos com nossos fornecedores para garantir os volumes necessários para sustentar nossas operações atuais e nossa expansão aos níveis pré-interrupção. Na dnata e em todo o Grupo, nossas frentes de negócios, escala, diversificaçãoo de portfólio e anos de investimentos nos proporcionam resiliência e agilidade para enfrentar quaisquer desafios de curto prazo”.
 

“O Grupo Emirates entra em 2026–27 com reservas de caixa robustas, o que nos permite avançar com nossos planos de fortalecimento do negócio sem recorrer a medidas reativas de controle de custos. Nosso programa de entrega e modernização de aeronaves seguirá em ritmo acelerado, assim como os investimentos planejados em novas instalações e equipamentos. Emirates e dnata continuarão focadas em oferecer produtos e experiências ao cliente líderes do setor, se diferenciando no cenário global, atraindo os melhores talentos e entregando valor às comunidades que atendemos.”
 

“Nossos fundamentos permanecem sólidos. O modelo de negócios consolidado do Grupo Emirates segue inalterado. A posição de Dubai como centro estratégico dos comércio, negócios e dos fluxos de viagens globais continua a mesma. Nossa ambição de ser os melhores do mundo e de servir ao mundo permanece inalterada”, afirma Xeique Ahmed.

Desempenho da Emirates
 

A capacidade total de passageiros e carga da Emirates aumentou 1% atingindo 60,6 bilhões de capacidade de transporte medida em toneladas-quilômetro disponíveis (ATKMs) em 2025–26.
 

Durante o ano, a Emirates lançou quatro novos destinos — Da Nang, Hangzhou, Siem Reap e Shenzhen — e adicionou serviços a destinos já existentes para atender à demanda de clientes. Em 31 de março, sua rede global abrangia 152 cidades em 80 países. A companhia também ampliou suas parcerias para 32 acordos de codeshare e 117 parceiros interline, oferecendo aos clientes acesso integrado a mais de 1.700 cidades além de sua própria rede.

A Emirates ampliou sua frota de passageiros com a entrega de 15 aeronaves Airbus A350 neste ano, passando a oferecer aos viajantesseus produtos mais recentes, incluindo a popular classe Premium Economy e um sistema de entretenimento de bordo de nova geração. Em 31 de março, a companhia possuía 19 aeronaves A350 em sua frota, operando voos para 21 destinos.

O total da frota ao final do ano era de 277 aeronaves, com idade média de 10,8 anos.

Durante o Dubai Airshow de 2025, a Emirates anunciou novos investimentos em frota no valor de US$ 41,4 bilhões a preços de tabela, incluindo a encomenda de mais 65 aeronaves Boeing 777-9 e outras oito aeronaves Airbus A350-900. Em 31 de março, a carteira de pedidos da companhia somava 367 aeronaves, composta por: 54 A350, 270 Boeing 777X, 35 Boeing 787 e oito cargueiros 777F, com entregas previstas até 2038.

Ao posicionar estrategicamente sua capacidade para atender à crescente demanda nos diferentes mercados, a receita total da Emirates no ano fiscal cresceu 2%, alcançando AED 130,9 bilhões (US$ 35,7 bilhões). As flutuações cambiais em alguns dos principais mercados da companhia impactaram positivamente sua rentabilidade em AED 332 milhões (US$ 90 milhões).
 

O forte desempenho comercial da companhia gerou um fluxo de caixa operacional de AED 32 bilhões (US$ 8,7 bilhões) em 2025–26, permitindo à companhia sustentar seus planos de crescimento.

Os custos operacionais totais aumentaram 2% em relação ao último ano fiscal. Combustível e despesas com pessoal foram os dois principais componentes de custo da companhia aérea em 2025–26, seguidos pelos custos de propriedade (depreciação e amortização). O combustível representou 29% dos custos operacionais, ante 31% em 2024–25. A conta de combustível da companhia registrou leve queda para AED 31,2 bilhões (US$ 8,5 bilhões), em comparação com AED 32,6 bilhões (US$ 8,9 bilhões) no ano anterior, já que a redução do preço médio do combustível (queda de 7%) compensou um aumento de 1% no volume abastecido devido à ampliação das operações.

Impulsionada pela forte demanda por viagens em todos os segmentos de mercado e pela capacidade da companhia de conquistar a preferência dos clientes por meio de sua ampla malha aérea, produtos e serviços de qualidade, a Emirates alcançou um novo lucro líquido recorde de AED 19,7 bilhões (US$ 5,4 bilhões), superando o resultado de AED 19,1 bilhões (US$ 5,2 bilhões), registrado no ano anterior, com uma margem líquida de 15,0%. O melhor desempenho financeiro da história da companhia e do setor aéreo no ano fiscal de 2025–26.

A Emirates transportou 53,2 milhões de passageiros em 2025–26 (queda de 1%), enquanto a capacidade de assentos recuou 1%. A companhia aérea registrou taxa de ocupação de passageiros de 78,4%, ligeiramente abaixo dos 78,9% do ano anterior. O rendimento por passageiro aumentou 4%, alcançando 38,1 fils (10,4 centavos de dólar americano) por passageiro-quilômetro pago (RPKM).
 

A companhia seguiu investindo para aprimorar a experiência dos clientes. Em novembro, foi anunciadoum acordo com a Starlink para equipar sua frota com Wi-Fi de alta velocidade. A implementação avançou rapidamente e, até 31 de março, 21 aeronaves já contavam com o serviço, oferecendo conectividade líder a bordo, com novas instalações previstas ao longo dos próximos meses..
 

Ao longo do ano, o programa de modernização da frota, avaliado eme US$ 5 bilhões, continuou em ritmo acelerado. Até o momento, 91 aeronaves – de um total de 215 prevista -) passaram por renovação completa das cabines, incorporando os mais recentes produtos de bordo da Emirates, incluindo os populares assentos da classe Premium Economy.
 

Em solo, a companhia inaugurou o Emirates First,novo lounge exclusivo de check-in dedicado a clientes da Primeira Classe e membros Skywards Platinum, no Terminal 3 da Emirates, em Dubai. Serviços gratuitos de motoristas particulares para clientes da Primeira Classe e Classe Executiva foram introduzidos nos aeroportos de Tóquio Narita e Kansai International, além de serviços gratuitos de transporte rodoviário para passageiros da Classe Econômica em Clark.
 

A Emirates lançou também um novo “Centro de Viagens Acessíveis e Inclusivas” em seu site para ajudar viajantes com diferentes necessidades de acessibilidade no planejamento de suas jornadas. A iniciativa incluiu ainda novos produtos sensoriais e brinquedos interativos a bordo para crianças e adultos, além da realização de “simulação de viagens” em dezenas de aeroportos ao redor do mundo para ajudar a reduzir a ansiedade de crianças com autismo e suas famílias durante o processo de viagem.
 

Neste ano, a companhia assinou um acordo com o Dubai Investments Park para garantir um terreno destinado ao Emirates Cabin Crew Village, complexo residencial multibilionário que acomodará 12 mil tripulantes quando concluído; inaugurou um novo centro de treinamento de tripulantes de voo, apoiando a expansão da frota; e lançou o Emirates Centre of Hospitality, voltado à capacitação de classe mundial de seus 25 mil comissários de bordo.

O Emirates Skywards comemorou seu 25º aniversário com uma campanha de grande visibilidade e novas oportunidades de recompensas para os membros ao longo do ano. Entre os destaques estiveram a possibilidade de resgatar Classic Rewards em todos os voos da flydubai, em todas as classes; o uso de Classic Rewards e Upgrade Rewards na Premium Economy da Emirates; e o leilão beneficente de sete números raros de associação Skywards com status Platinum.
 

A Emirates SkyCargo registrou um desempenhoexcepcional no período, transportando 2,4 milhões de toneladas de cargas ao redor do mundo, um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
 

A entrega de cinco novos cargueiros Boeing 777 ao longo do ano permitiu divisão ampliar em 13% sua capacidade dedicada de transporte de cargas.
 

A Emirates SkyCargo registrou uma receita de AED 16,2 bilhões (US$ 4,4 bilhões), respondendo por 12% da receita total da companhia. O rendimento por tonelada-quilômetro transportada (FTKM) recuou 3%, devido à pressão do mercado e ao impacto de tarifas sobre o comércio, especialmente no segmento de e-commerce.

De forma geral, o desempenho da Emirates SkyCargo reflete a capacidade da divisão de conquistar a preferência dos clientes por meio de seu portfólio de soluções logísticas especializadas, da força da rede global da Emirates, da infraestrutura logística multimodal de classe mundial de Dubai e dos investimentos contínuos em tecnologia digital, infraestrutura e produtos.
 

Durante o ano, a SkyCargo expandiu sua rede de cargueiros para 44 destinos, com a inclusão de Bangkok, Budapeste, Liège e Tóquio Narita; ampliou frequências em rotas já existentes e expandiu sua rede de transporte rodoviário.
 

A divisão manteve sua estratégia de oferecer soluções de carga personalizadas como diferencial competitivo e proposta de valor . Neste ano, lançou o Emirates Courier Express — solução inovadora deentregas internacionais porta a porta — além de uma nova plataforma de serviços especializados para os setores aeroespacial e de engenharia , voltada ao transporte de componentes críticos para os setores de aviação, engenharia, defesa e espacial.
 

Ao final de março, a frota cargueira da SkyCargo totalizava 13 Boeing 777F, com outras oito aeronaves aguardando entrega.
 

Além da entrega de 20 novas aeronaves ao longo do ano, a Emirates também adquiriu 29 A380 e cinco Boeing 777 ao final de seus contratos de leasing. Para apoiar seu programa de frota, a companhia captou AED 10 bilhões em financiamento aeronáutico nos mercados local e internacional, incluindo estruturas de leasing operacional japonês, financiamento com garantia de seguro, French Tax Lease e operações apoiadas por agências de crédito à exportação.
 

Com sólida posição de caixa e forte geração operacional, a Emirates cumpriu integralmente todas as obrigações contratuais em 2025–26, incluindo pagamentos antecipados de aeronaves e compromissos financeiros nos respectivos vencimentos, utilizando suas reservas de caixa, que totalizavam AED 54,9 bilhões (US$ 15 bilhões) em 31 de março.
 

A Emirates continuou utilizando contratos futuros simples para proteção contra oscilações no preço do petróleo Brent e as margens de refino, além de instrumentos de hedge de longo prazo para mitigar impactos das variações nas taxas de juros.Com significativa exposição cambial devido à sua presença global, a companhia seguiu administrando riscos de câmbio por meio de opções de moeda, contratos a termo e hedges naturais. Essa abordagem sistemática garante maior previsibilidade do fluxo de caixa diante da volatilidade do mercado , reforçando a estabilidade financeira.
 

Entreas empresas e subsidiárias do Grupo Emirates, a Emirates Flight Catering (EKFC) e a MMI/Emirates Leisure Retail (ELR) registraram contribuições relevantes em 2025–26.
 

A EKFC ampliou em 12% sua receita proveniente de clientes externos, alcançando AED 1,2 bilhão (US$ 329 milhões), servindo 16,2 milhões de refeições durante 2025–26 para mais de 100 companhias aéreas atendidas em Dubai , além da conquista contratos de catering para grandes eventos globais, como o Dubai Airshow e o Dubai Rugby Sevens.
 

A MMI/ELR registrou receita de AED 2,9 bilhões (US$ 803 milhões), queda de 5% devido ao cenário desafiador para seus negócios internacionais e ao fim da isenção do imposto municipal nos Emirados Árabes Unidos. Durante o período, a ELR adquiriu os 25% restantes de participação na Air Ventures LLC, garantindo controle total da empresa responsável por operações de varejo aeroportuário e alimentação e bebidas nos Estados Unidos.

A ELR e a MMI também inauguraram novas unidades em seu portfólio de alimentos e bebidas, ampliaram parcerias com marcas locais e fortaleceram suas plataformas digitais para aprimorar o atendimento e o engajamento com os clientes.

Performance da dnata
 

A dnata aumentou seu lucro em 2% para AED 1,6 bilhão (US$ 437 milhões) em 2025–26, com todas as suas divisões de negócios registrando um desempenho sólido, e contribuições notáveis de suas operações aeroportuárias e das divisões de catering e varejo. O lucro líquido da dnata foi de AED 1,3 bilhão (US$ 367 milhões), uma queda de 4%, principalmente devido à maior taxa de imposto aplicada nos Emirados Árabes Unidos em 2025–26.

A receita total da dnata cresceu 12%, atingindo um novo recorde de AED 23,6 bilhões (US$ 6,4 bilhões), impulsionada pelo aumento da atividade de voos e viagens em todo o mundo, especialmente em seus principais mercados: Austrália, Europa, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

Os negócios internacionais da dnata representaram 77% de sua receita, um aumento de 2% em relação ao ano anterior.

Ampliando sua capacidade e estrutura para atender às necessidades dos clientes, os investimentos da dnata em 2025–26 totalizaram AED 858 milhões (US$ 234 milhões). Entre eles estão novas instalações de catering em Perth e Western Sydney, uma nova instalação de carga em Amsterdã e novos equipamentos elétricos e híbridos de suporte em solo para operações aeroportuárias, como parte da estratégia de sustentabilidade.
 


A dnata registrou mais um ano de forte desempenho em 2025–26, reportando um bruto recorde de AED 1,6 bilhão (US$ 437 milhões), com contribuições consistentes de todas as suas divisões de negócios. O aumento do tráfego aéreo, das operações de carga, dos serviços de catering e da atividade global de viagens impulsionou um crescimento de 12% na receita, que atingiu o novo recorde de AED 23,6 bilhões (US$ 6,4 bilhões). As operações internacionais da dnata responderam por 77% da receita total. Divulgação: Emirates


A dnata também adquiriu o Wymap Group, uma empresa especializada em transporte rodoviário de carga aérea na Austrália e Nova Zelândia; e uma participação de 7% na WonderMiles, uma plataforma de reservas habilitada para New Distribution Capability (NDC), fortalecendo sua oferta de viagens corporativas e de negócios.

Além disso, neste período, a dnata alienou sua participação de 75% na Super Bus, que opera passeios turísticos nos Emirados Árabes Unidos; e, na Alemanha, encerrou suas operações de carga em Colônia e Bonn.
 

Os custos operacionais da companhia aumentaram 13%, atingindo AED 22,1 bilhões (US$ 6 bilhões), devido à expansão das operações nas divisões de Operações Aeroportuárias, Catering & Retail e Viagens.

saldo de caixa da dnata aumentou em AED 1 bilhão, alcançando AED 4,7 bilhões (US$ 1,3 bilhão), principalmente devido ao fluxo de caixa operacional. A companhia registrou um fluxo de caixa operacional positivo de AED 2,4 bilhões (US$ 658 milhões) em 2025–26, refletindo contribuições saudáveis de receita de suas divisões de negócios.
 

A receita das Operações Aeroportuárias da dnata, incluindo serviços de solo e manuseio de carga, aumentou para AED 11,2 bilhões (US$ 3,1 bilhões).
 

O número de aeronaves atendidas pela dnata globalmente cresceu 12%, chegando a 888.793; e o volume de carga movimentada aumentou 2%, atingindo 3,2 milhões de toneladas, refletindo novos contratos conquistados e o aumento da atividade de voos dos clientes da dnata em diversos mercados.
 

Neste ano, a dnata anunciou um acordo de joint venture para lançar operações de serviços de solo e carga no Azerbaijão, quando o novo Aeroporto Internacional de Alat entrar em operação no final de 2027.
 

Em Amsterdã, a dnata inaugurou uma nova instalação de carga totalmente automatizada, uma das maiores de seu tipo, com capacidade anual de 600 mil toneladas, representando um investimento de €70 milhões.
 

Na Itália, a dnata integrou todas as operações de solo sob sua própria marca e estrutura organizacional após adquirir integralmente sua subsidiária local. A companhia também investiu mais €20 milhões na aquisição de equipamentos modernos de serviços de solo (GSE) em Roma e €25 milhões na construção de uma nova instalação de carga em Milão. Em Manchester, a dnata lançou seus serviços premium de recepção e assistência.
 

A divisão de Catering & Retail da dnata representou AED 8,1 bilhões (US$ 2,2 bilhões) da receita, um aumento de 13%, refletindo o sucesso da decisão de concentrar seu portfólio de serviços em segmentos estratégicos de clientes. A área de catering forneceu 115,3 milhões de refeições, um aumento de 1% em relação ao ano anterior.
 

A divisão conquistou 22 renovações de contratos e 13 novos clientes em 2025–26, incluindo um acordo de 5 anos para gerenciar o programa de varejo de bordo da Aer Lingus. A companhia também expandiu suas operações para a Indonésia por meio de um contrato de gestão de longo prazo para fornecer suporte especializado de catering no Aeroporto Internacional de Denpasar.
 

A receita da divisão de Serviços de Viagem da dnata cresceu 5%, alcançando AED 4,1 bilhões (US$ 1,1 bilhão), com fortes contribuições do Reino Unido e da Destination Asia.
 

O valor total das transações (TTV) dos serviços de viagem vendidos aumentou 3%, para AED 10,1 bilhões (US$ 2,7 bilhões), refletindo a capacidade da divisão de oferecer produtos de viagem relevantes para os segmentos B2B e B2C em nível global.
 

Ao longo do ano, a divisão de Viagens continuou fortalecendo seu portfólio de produtos, expandindo suas parcerias e ofertas para clientes B2B e B2C, além de aprimorar sua tecnologia para atender melhor os clientes e otimizar as operações. Entre os destaques de 2025–26, a Imagine Cruising lançou oficialmente suas operações nos Estados Unidos; a Destination Asia introduziu um serviço especializado para cruzeiros de expedição, e as marcas Events e Cruise Asia abriram um novo escritório em Seul; a dnata Representation Services lançou um novo portal online B2B para reservas de seus produtos GSA voltado a parceiros do setor de viagens.
 

Nos Emirados Árabes Unidos, a dnata Travel conquistou novos clientes corporativos e novos contratos de GSA com companhias aéreas; enquanto a Arabian Adventures lançou o Nomad Garden, uma nova experiência de luxo no deserto, e ampliou sua presença em Omã com roteiros personalizados.
 

No Reino Unido, após concluir uma revisão estratégica de seus negócios de viagens, a dnata anunciou a venda de suas marcas de viagens online — Travel Republic e Netflights.
 

Sustentabilidade
 

O Grupo Emirates continuou investindo recursos e trabalhando com parceiros para reduzir seu impacto no meio ambiente e ampliar o engajamento com as comunidades.

Os destaques das iniciativas ambientais do Grupo em 2025–26 incluem:

  • A assinatura de um memorando de entendimento (MoU) entre a Emirates e o ENOC Group para explorar o fornecimento de combustível sustentável de aviação (SAF) nos aeroportos de Dubai; além de uma iniciativa conjunta de pesquisa com a Dubai Air Navigation Services (DANS) e a Thales para reduzir padrões de espera de aeronaves na chegada, aumentar a eficiência do espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos e otimizar o consumo de combustível.
  • A adesão da Emirates ao Aviation Circularity Consortium, voltado ao avanço de iniciativas de economia circular no setor aéreo.
  • A implementação, pela Emirates Flight Catering, de um biodigestor de grande escala para reduzir resíduos enviados a aterros e diminuir as emissões de CO₂ em 2 mil toneladas por ano; o redirecionamento de borra de café utilizada nos pontos de alimentação aeroportuária da Alpha Catering, em Sharjah, para compostagem; e a parceria da dnata Travel com a plataforma de sustentabilidade Reloop para evitar que mais de 500 kg de resíduos alimentares por mês fossem destinados a aterros.
  • A continuidade da avaliação e aquisição de alternativas elétricas, híbridas ou mais eficientes em emissões para a ampla frota de equipamentos terrestres e veículos rodoviários do Grupo , especialmente nas operações aeroportuárias e de catering da dnata, além da Emirates SkyCargo e Emirates Flight Catering. O anúncio de um investimento adicional de AU$ 50 milhões no resort de luxo Emirates Wolgan Valley, localizado em uma área de conservação de 7 mil acres na região de Greater Blue Mountains, na Austrália, reconhecida patrimônio mundial da UNESCO. .
  • A parceria entre Emirates e Wimbledon com quatro Wildlife Trusts do Reino Unido para lançar a iniciativa “Championing Nature, um programa plurianual e multimilionário que busca ampliar o acesso de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, residentes em áreas urbanas, ao contato com a natureza.

Entre os destaques das iniciativas de engajamento comunitário do Grupo em 2025-26 estão:

  • A continuidade do trabalho da Emirates Airline Foundation com empreendedores sociais e ONGs para oferecer educação, abrigo, alimentação e assistência médica a crianças em situação de vulnerabilidade. Neste ano, a Fundação apoiou 13 projetos ativos ao redor do mundo e forneceu mais de 500 passagens aéreas para missões médicas.
  • A ampliação dos programas conjuntos da Emirates com parceiros patrocinados para permitir que mais jovens de comunidades menos favorecidas tenham acesso ao esporte. Entre as principais iniciativas do ano estão os programas Force for Good, financiados pela Emirates nos Estados Unidos e na Austrália, que promovem o acesso de crianças e adolescentes ao tênis, além de projetos realizados com o NBA Cares para revitalizar espaços recreativos e comunitários voltados à juventude nos EUA.
  • Diversas iniciativas lideradas por colaboradores em todo o mundo, realizadas por meio da plataforma dnata4good, em apoio a instituições beneficentes, pessoas em situação de vulnerabilidade e comunidades locais. Entre os destaques do período estão a doação de quase 68 mil kg de alimentos para organizações de resgate alimentar na Austrália; a entrega de uma impressora Braille para apoiar a capacitação profissional de crianças com deficiência visual na Índia; e a doação de camas para um projeto em Roma que acolhe migrantes e pessoas em situação de rua.
  • Durante o Ramadã nos Emirados Árabes Unidos, a dnata arrecadou mais de AED 80 mil e mobilizou mais de 500 voluntários, além de distribuir 5.300 refeições em apoio à Dubai Charity Association. Já a MMI arrecadou mais de AED 250 mil para a Al Jalila Foundation e colaborou na distribuição de 15 mil refeições.

Mais detalhes sobre as iniciativas ambientais, sociais e de governança do Grupo podem ser encontrados no relatório anual completo do Grupo Emirates de 2025–26.
 

O Relatório Anual 2025–26 do Grupo Emirates — composto pela Emirates, a dnata e suas subsidiárias — está disponível em: www.theemiratesgroup.com/annualreport.


Sobre a Emirates:

A Emirates foi fundada em 1985 e hoje é uma das maiores e mais reconhecidas companhias aéreas internacionais do mundo. Com sede em Dubai, a Emirates opera uma frota moderna com mais de 260 aeronaves, que atendem a mais de 140 destinos em seis continentes. A companhia aérea é reconhecida por seu compromisso de oferecer serviço excepcional ao cliente e seu foco em inovação, incluindo experiências a bordo e projetos de sustentabilidade. Como pioneira na indústria da aviação, a Emirates constantemente integra tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para aprimorar suas operações e reduzir seu impacto ambiental. A companhia aérea desempenha um papel fundamental no posicionamento de Dubai como um hub de aviação global, além de promover iniciativas de sustentabilidade alinhadas à visão dos Emirados Árabes Unidos de um futuro mais verde.
 

Informações para a imprensa:

emirates-spa@llyc܂global

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Collar Capital consolida trajetória de crescimento e excelência no atendimento rumo aos 4 anos de operação

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Com uma trajetória marcada por expansão consistente, reconhecimento do mercado financeiro e alto índice de satisfação entre os clientes, a Collar Capital se prepara para completar quatro anos consolidando sua posição como uma das assessorias de investimentos em ascensão no país.

Hoje credenciada ao BTG Pactual, a empresa iniciou sua história na rede da XP Inc., onde já no primeiro ano conquistou o prêmio S20 — reconhecimento destinado aos 20 escritórios de agentes autônomos mais promissores da rede nacional.

A evolução da operação continuou em ritmo acelerado. Após migrar para o BTG Pactual, a Collar Capital recebeu o prêmio Best Performance com apenas um ano de atuação na nova estrutura, reforçando sua consistência operacional, crescimento estratégico e capacidade de entrega no mercado financeiro.

Ao longo da trajetória, a empresa também registrou crescimento constante em custódia, receita e expansão da operação, mantendo como principal prioridade a experiência e o relacionamento com seus clientes.

Um dos principais indicadores desse resultado é o índice de 95% de NPS (Net Promoter Score), métrica internacional utilizada para medir o nível de satisfação e fidelização dos clientes. O indicador avalia a probabilidade de um cliente recomendar a empresa para outras pessoas, sendo considerado um dos termômetros mais importantes de qualidade e experiência no mercado corporativo.

Para a Collar Capital, o resultado reflete um modelo de atendimento baseado em proximidade, estratégia personalizada e construção de relacionamento de longo prazo.

“Mais do que crescimento financeiro, nosso foco sempre foi construir relações sólidas e entregar uma experiência de excelência para cada cliente”, destaca a empresa.

Rumo aos quatro anos, a Collar Capital segue ampliando sua presença no mercado, fortalecendo sua operação e consolidando uma trajetória pautada em performance, confiança e credibilidade no setor de investimentos.

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De olho nas principais referências globais do universo equestre, a BrDU Urbanismo realizou uma imersão internacional por alguns dos destinos mais relevantes do setor. No roteiro, Ocala, na Flórida, e Fort Worth, no Texas. Ocala, reconhecida como a “capital mundial do cavalo”, concentra centenas de haras e uma indústria bilionária. Em Fort Worth, a tradição texana se destaca com competições de alcance internacional. A iniciativa teve como objetivo compreender, na prática, os diferenciais que tornam esses destinos referências, da infraestrutura à experiência, para trazer esse padrão ao mercado goiano. O movimento inspira o próximo lançamento da BrDU Urbanismo, a Fazenda Villagio, que une lifestyle, tradição e excelência equestre com identidade local. Na foto, o sócio da BrDU, Gabriel Fortes, ao lado do CEO Antenor Reis e de Joel Gonçalves da Costa Filho, representante da JFG Participações — grupo proprietário da BrDU. 

Mariana Rodrigues – Kasane

Assessora de imprensa

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Arte

Do Vale do Araguaia para o circuito internacional: Gerson Fogaça reafirma presença na arte contemporânea

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Com mais de quatro décadas de trajetória, o artista goiano Gerson Fogaça consolida sua presença no circuito internacional das artes visuais com uma produção marcada pela abstração, pela intensidade cromática e por uma investigação contínua sobre cidade, tempo e transformação.

Nascido na Cidade de Goiás, Fogaça passou a infância e parte da adolescência em Britânia, no Vale do Araguaia. Foi nesse contexto do interior goiano, entre precariedades materiais e experiências decisivas, que começou a se formar o olhar que mais tarde daria consistência à sua linguagem artística.

“Meu pai era carpinteiro, meu avô marceneiro e minha avó lavadeira. Venho de uma família preta, atravessada pela pobreza e por muitas fraturas. Meu avô fazia caixões, e eu cresci sob a presença silenciosa deles, pendurados na sala da casa. Era uma visão que me assombrava. Durante muito tempo, não compreendi o alcance daquela imagem sobre mim. Só depois percebi que aquela convivência precoce com a morte, o medo e o desamparo havia deixado marcas fundas no meu imaginário. Minha avó revestia os caixões com tecido azul, quando eram para crianças, e roxo, quando destinados aos adultos”, recorda o artista.

O desenho surgiu cedo. Aos oito anos, Fogaça já desenhava; pouco depois, foi incentivado pela diretora de uma escola e deixou Britânia para seguir em Goiânia. “Comecei a desenvolver meu trabalho e fui descoberto pela diretora de uma escola. Com 14 anos, saí da cidade e fui para Goiânia. Entrei em um museu pela primeira vez aos 16 anos”, relembra.

Ao longo do tempo, construiu uma linguagem visual singular, em que a cidade aparece como campo de tensão, deslocamento e reinvenção. Sua pintura, de base abstrata, elabora questões ligadas à transformação dos espaços urbanos e às relações humanas inscritas nesses processos.

Com carreira iniciada nos anos 1980, Gerson Fogaça desenvolveu uma produção consistente e reconhecida, participando de salões, exposições individuais e coletivas em diferentes países. Em 2026, sua atuação internacional se reafirma com a exposição “Antes que Desaparezca”, além de projetos e participações previstos na Cidade do México, na Flórida, em Córdoba e em São Paulo.

Ao longo de sua trajetória, suas obras circularam por instituições e espaços expositivos de relevância no Brasil e no exterior, entre eles o Centro Cultural Las Rozas, em Madri; o Museo de Arte Alejandro Otero e o Museu de Arte Contemporânea de Caracas; o Museo Histórico y Militar de Chile, em Santiago; o Museu Nacional, em Brasília; a Caixa Cultural, no Rio de Janeiro; a Casa da América Latina, em Lisboa; o Miami Hispanic Cultural Arts Center e o Museum of Contemporary Art of the Americas, em Miami, além de espaços em Berlim, Havana, Palma de Mallorca, Buenos Aires, La Paz, Salvador, Campinas e Goiânia.

Mais do que acumular exposições, Fogaça sustenta uma pesquisa coerente, capaz de estabelecer diálogo com diferentes contextos sem perder vínculo com sua origem. Sua obra parte do interior de Goiás e, a partir do Brasil profundo, alcança outros territórios e outras camadas de leitura.

Em paralelo à presença internacional, o artista também voltou seu olhar para Britânia. Ao lado da produtora cultural Malu da Cunha, iniciou em 2025 a criação do Instituto Cultural Urukum, voltado à arte contemporânea, à formação, à realização de oficinas de arte e à ampliação do acesso cultural no Vale do Araguaia.

O projeto busca fortalecer a vida cultural de uma região historicamente distante dos grandes centros, criando condições para a realização de exposições, ações formativas e atividades educativas, em diálogo com artistas, curadores, instituições e com a população originária da região.

“É uma maneira de devolver tudo aquilo que recebi e pensar nas crianças do presente, mas com um olhar para o futuro”, afirma o artista.

Davi Brandão

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