Há coisas em que é difícil acreditar, mas que ocorreram: no Brasil, já houve época em que os candidatos diziam aos eleitores seus planos de governo. Até cumpriram as promessas: Dutra manteve o país na linha da Constituição, Getúlio Vargas multiplicou o salário mínimo, Juscelino foi o responsável por um enorme volume de obras e atração de capitais externos.
Hoje as coisas mudaram: o tema é dinheiro. Boa parte do PSDB não quer ter candidato à Presidência, porque teria de oferecer-lhe verba de campanha; e só aceita apoiar Simone Tebet, do MDB, se não tiver de gastar nada com isso. O pessoal quer poupar o custo de disputar a Presidência para ficar com mais dinheiro para suas campanhas. O União Brasil rifou Sérgio Moro, que foi para lá pensando em ser candidato à Presidência, e deixou Luciano Bivar, o famoso “quem?”, como cabeça de chapa. Com isso, Bivar, presidente do partido, controlará toda a verba de campanha. Bolsonaro ameaça as eleições se não houver auditoria das urnas (“sem auditoria não haverá eleição”, disse), mas seu PL está pensando se vale a pena gastar R$ 1,35 milhão com isso.
A campanha é milionária: são R$ 5,9 bilhões, mais o Fundo Partidário, mais o vale-tudo, que vai de showmícios (que são proibidos) até uso de verba oficial – por exemplo, via orçamento secreto, 20% de todas as ambulâncias oficiais foram compradas para o Piauí, Estado do ministro Ciro Nogueira. E até passeata de jegue apoiando candidato sai por conta do nosso bolso.
Querem mais
A farra com dinheiro público não acontece apenas em órgãos nacionais ou regionais: pequenas cidades pobres fizeram contratos tão escandalosos de espetáculos que alguns chegaram a ser suspensos. O sertanejo Gusttavo Lima foi contratado por São Luís (de Roraima) para um show por R$ 800 mil, ou quase 2% de todo o orçamento anual da Prefeitura. A coisa chegou tão longe que há dois projetos para limitar gastos. Em um, do deputado Célio Studart, do PSD – Ceará, os governos poderão gastar em espetáculos, no ano, até 1% de seu orçamento. Desta quantia, o máximo a ser gasto seria 20% por show.
O vereador Fernando Holiday, do Novo – São Paulo, propõe R$ 70 mil como o máximo para contratar um artista sem necessidade de licitação.
Palpite do colunista: nenhum dos dois projetos será aprovado como está.
O nosso é deles
O problema é que a ideia de que o dinheiro público pode ser gasto sem controle por quem está no poder se espalhou no país. Exemplo? Um voo já antigo, em que o então governador cearense Cid Gomes levou a esposa e a sogra, provocou escândalo no país. Hoje, isso ocorre todos os dias e já passa despercebido. Parentes, parentes de amigos, o cabeleireiro da esposa, todos já viraram passageiros comuns. De acordo com as normas, pode viajar quem tiver de participar da tarefa a ser desempenhada pela autoridade que pediu o avião. As exceções são o pessoal médico e o de segurança (e, ao que parece, quem mais quiser e for amigo dos viajantes). Em países mais pobres, como a Alemanha, o marido da então chanceler Angela Merkel não viajava com ela no avião oficial. Até poderia ir, mas teria de pagar tarifa cheia de primeira classe. Nos Estados Unidos, nem sempre é possível acompanhar o presidente usando voos comerciais. Há lugares para jornalistas no avião presidencial, e a conta é alta: tarifa cheia de primeira classe, sem exceções.
Como é mesmo?
O presidente Bolsonaro moveu pesada campanha contra a urna eletrônica porque, dizia, se o voto não fosse impresso a contagem não seria auditável. Estranho: se o PL, o partido de Bolsonaro, está discutindo se deve ou não gastar R$ 1,35 milhão na auditoria, isso significa que é auditável, sim.
Sinais eleitorais
Alexandre Kalil, do PSD, em segundo lugar nas pesquisas para o Governo de Minas, fechou acordo com Lula. O governador Romeu Zema, do Novo, em primeiro nas pesquisas, conversou longamente com Bolsonaro. Quer seu apoio, mas teme a alta rejeição do presidente. Pelo menos no primeiro turno, não haverá aliança: Zema disse que apoia o candidato do Novo ao Planalto, o cientista político Luís Felipe d’Ávila. No segundo… como diz o próprio Zema, em política as coisas mudam. Embora não diga, vai de Bolsonaro.
Dallagnol sem multa
O procurador Deltan Dallagnol, da Operação Lava Jato, ganhou na Justiça Federal e ficou livre de restituir ao Tesouro algo como R$ 2,8 milhões, pagos como diárias e viagens a promotores de fora chamados para ajudar nos processos. De acordo com o Tribunal de Contas da União, houve custos excessivos, que poderiam ter-se reduzido se fossem planejados com maior eficiência. Para o juiz-substituto da 6ª Vara Federal de Curitiba, Augusto César Pansini Gonçalves, a exigência de devolução é ilegal. Diz o juiz: “Deltan não ordenou despesas nem arquitetou o modelo de pagamento das diárias e passagens dos colegas”. Deltan disse que foi uma vitória da Justiça.
Hudson Guerra – Secretário de Esportes, Vice-Presidente da Faugo, Fernando Freitase Rival Aguiar Pereira – Presidente do GoiásFomento
Cerimônia organizada pela Federação Goiana de Automobilismo (FAUGO) reuniu atletas, dirigentes e autoridades em Goiânia
A Federação Goiana de Automobilismo (FAUGO) realizou, na noite desta quinta-feira, a cerimônia do Prêmio Volante de Ouro, evento que reconhece e valoriza os principais destaques do automobilismo regional. A solenidade aconteceu em Goiânia, na churrascaria Favo de Mel, e reuniu competidores, dirigentes, familiares, autoridades e imprensa para celebrar os campeões das principais modalidades do esporte no estado.
Estiveram presentes no evento o secretário de Esporte do Estado, Hudson Guerra, representando o Governador Ronaldo Caiado; o deputado estadual Cairo Salim; o vereador Anselmo Pereira; o presidente da GoiásFomento, Rival Aguiar Pereira; além do presidente da FAUGO, Sérgio Crispim, e do vice-presidente da entidade, Fernando Freitas, reforçando o apoio institucional ao crescimento do automobilismo goiano.
Foram premiados atletas e equipes das categorias Kart, Kart Cross, Rally, Arrancada, Drift e Marcas e Pilotos, contemplando diferentes estilos, pistas e terrenos que compõem o cenário do automobilismo em Goiás.
Sérgio Crispim, presidente da Federação Goiana de Automobilismo (Faugo)
A premiação reafirma o compromisso da FAUGO com o fortalecimento do esporte no estado e com a valorização dos talentos que, ao longo da temporada 2025, se dedicaram às pistas e trilhas.
Sérgio Crispim, Vereador Anselmo Pereira e Fernando Freitas
Para o presidente da entidade, Sérgio Crispim, o Prêmio Volante de Ouro vai além da entrega de troféus. “O Volante de Ouro representa o reconhecimento a todos que constroem o automobilismo goiano diariamente. É uma celebração da dedicação, da superação e da paixão dos nossos atletas, além de um momento importante para mostrar a força e a organização do esporte em Goiás”, destacou o presidente da FAUGO.
Sérgio Crispim, Deputado Cairo Salim, Vereador Anselmo Pereira e Fernando Freitas
Além de valorizar os resultados esportivos, a cerimônia também reforçou a integração entre as diferentes modalidades. O vice-presidente da FAUGO, Fernando Freitas, ressaltou o papel do prêmio como incentivo ao desenvolvimento contínuo dos pilotos e equipes. “Esse é um momento de confraternização, mas também de motivação. O reconhecimento impulsiona os atletas a seguirem evoluindo e levando o nome de Goiás para competições cada vez maiores”, afirmou.
Sérgio Crispim e Deputado Cairo Salim
Com a entrega dos troféus aos campeões de cada campeonato, o Prêmio Volante de Ouro 2025 consolidou mais uma edição histórica, fortalecendo o automobilismo como tradição, paixão e vetor de crescimento esportivo no estado de Goiás.
O programa “PCD GWM Navesa” foi lançado nacionalmente em Goiânia, durante o “Mobility Day”, na noite da última quinta (29/1). Os gerentes comerciais Higor Barbosa, Evandro Araújo e a supervisora de marketing Isadora Beltrão apresentaram para o mercado os veículos híbridos & elétricos mais completos e vendidos do Brasil, em suas novas versões. Durante todo período da ação, as primeiras800 unidades disponíveis dos carros “Haval H6 HEV” e “Ora 03” terão condições exclusivas para os clientes PCD da concessionária do Grupo Navesa, localizada na Av. Mutirão esq. Av. T-55, no Setor Bueno. Mais informações e agendamento de test drive em @gwmnavesa e no (62) 3413-0600
Local: GWM Navesa, Av. Mutirão esq. com R. T-55, n° 317 – St. Bueno, Goiânia – GO, 74215-170.
O renomado médico dermatologista, especialista em transplante capilar e tricologia Dr. Domingos Sávio Coelho, adverte para os cuidados no verão após a cirurgia de transplante, evitando exposição solar direta, calor excessivo, piscina e mar no período indicado para uma boa cicatrização, sendo o sucesso do transplante os cuidados do pós-operatório.