Segunda edição do Wine Jazz Piri une alta gastronomia harmonizada a reconhecidos vinhos que levam o terroir do Cerrado. Evento terá como mestre de cerimônias o músico Derico, que também se apresentará no evento
O início do inverno será celebrado com um festival que une vinhos consagrados, alta gastronomia e apresentações ao vivo de jazz, tendo como localização as imediações da Igreja Matriz de Pirenópolis. O Wine Jazz Piri, que chega à sua segunda edição se propondo a ser o evento mais charmoso da cidade histórica, vai promover quatro dias (de 20 a 23/06) de degustações orientadas de vinhos premiados, com destaque para a produção goiana e do Distrito Federal que tem ganhado notoriedade em premiações nacionais e internacionais; palestras com especialistas do setor; feira gastronômica com oferta de produtos artesanais da Rota dos Pirineus; e shows gratuitos de jazz em Arena montada ao lado do principal cartão postal da cidade: a encantadora Igreja da Matriz.
“O Wine Jazz foi pensado para dar visibilidade à produção regional de vinhos produzidos no cerrado, o mais novo terroir brasileiro, e que recentemente vem alcançando excelentes resultados graças ao sistema de dupla poda das videiras e a consequente produção de vinhos de inverno. Temos em Goiás e no Distrito Federal rótulos que estão ganhando espaço em nas principais adegas de apreciadores de vinho e, muitas vezes, não temos esse reconhecimento sequer pelos que moram aqui, perto de nós”, reflete o idealizador do evento, Ricardo Trick.
Quase 30 vinícolas instaladas em Goiás e Distrito Federal levarão mais de 50 rótulos para serem apresentados ao público, durante o Degusta Terroir do Cerrado. O evento promovido no salão paroquial da Igreja Matriz será oferecido em três ocasiões (consulte programação completa abaixo), quando o público participante adquire o ingresso para degustar livremente por duas horas todos os vinhos do cerrado, além dos produtos com o selo Rota dos Pireneus. São queijos, cárneos (embutidos), mel, pães e outros produtos artesanais de extrema qualidade produzidos na região que engloba os municípios de Cocalzinho, Corumbá de Goiás e Pirenópolis. “Logo na entrada, o participante do Degusta Terroir do Cerrado recebe de presente uma taça de cristal para lhe acompanhar durante a experiência degustativa e levá-la de recordação”, pontua Trick.
Premiação
O Festival começa suas atividades ao público na quinta-feira, dia 19, com uma cerimônia de abertura e premiação dos melhores vinhos de Goiás e Distrito Federal. A avaliação será feita pelo renomado jornalista e sommelier Marcelo Copello nos dias que antecedem o festival, culminando com a premiação durante a cerimônia de abertura e posterior lançamento do Guia Marcelo Copello – Melhores Vinhos de Goiás e DF. Todos os vinhos da região inscritos na avaliação que alcançarem pontuação igual ou acima de 84 pontos receberam medalhas de bronze, prata ou ouro que poderão serem afixadas nos estandes dos expositores durante o evento como forma de reconhecimento ao feito alcançado.
Programação gratuita
Boa parte da programação do Wine Jazz Piri é oferecida gratuitamente. Durante o dia, o histórico Theatro local abre as portas para sediar palestras com grandes nomes do segmento: sexta-feira (21/06), 10 horas, o jornalista e sommelier Marcelo Copello, após avaliar os vinhos da região, fala as suas impressões sobre o Terroir do Cerrado em uma palestra que deve atrair todos os produtores goianos e brasilienses além de interessados em investir na vitinicultura. À tarde, às 14 horas, é a vez da sommelier Tati Tomain apresentar uma ampla visão de mercado voltada a vinhos do cerrado. E no sábado (22/06), o músico Derico Sciotti vai bater um papo com o público sobre os desafios de empreender na carreira cultural no Brasil.
Todos os dias do evento, o público tem acesso gratuito à Arena Wine Jazz localizada ao lado da Igreja Matriz. Lá está montada uma feira de produtores artesanais que dividem espaço com os stands das vinícolas que levam o melhor da produção regional, agora dividindo espaço com vinhos nacionais e internacionais. “Vale reforçar que o Festival valoriza a produção regional mas também abre as portas para outros vinhos nacionais assim como de todos os outros países. Desde o começo acreditamos na qualidade dos vinhos produzidos no cerrado através da colheita de inverno com destaque para a uva syrah, que melhor se adaptou à região. Por isso não há o que temer em compará-los com vinhos produzidos nos melhores terroirs do mundo”, explica Ricardo Trick.
É na Arena Wine Jazz, montada ao lado da Igreja Matriz, com a presença de todos os expositores de vinhos, produtos da Rota do Pireneus e uma praça de alimentação que acontecem os shows também gratuitos de jazz, e que esse ano terão como mestre de cerimônias o músico Derico Scioti que também fará algumas participações especiais junto às bandas goianas. Na abertura na quinta-feira (20/06), o músico pirenopolino Ricardo Pina e quarteto comandam o palco às 21 horas. Na sexta-feira (21/06), Trio Cerrado sobe ao palco às 21 horas, seguido pela cantora Yas acompanhada de um quarteto. Sábado (22/06), às 21 horas o Duo Sciotti se apresenta, seguido pela banda Gafieira Jazz. E para encerrar, no domingo, Adriana Losi e Banda se apresentam às 13 horas.
Experiências enológicas paralelas
Além das experiências gastronômicas promovidas no Salão Paroquial durante o Degusta Terroir do Cerrado, o Wine Jazz também promove eventos harmonizados em restaurantes e pousadas locais. Na sexta-feira e no sábado (dias 21 – 19hs e 22/06 – 18hs), Etienne Carvalho comanda uma noite de harmonização de vinhos e charutos, no Restaurante Tropicália, em frente ao evento. No sábado (22/06), às 10 horas, a área da piscina da Villa do Comendador abre espaço para a harmonização de espumantes comandada por Tati Tomain. Às 13 horas, Tati também conduz um almoço harmonizado no badalado restaurante japonês Haikai, localizado na Rua do Lazer.
Algumas vinícolas da região também promoverão visitas guiadas no sábado e domingo pela manhã. Os ingressos para o Degusta Terroir do Cerrado assim como para todas as atividades gastronômicas paralelas podem ser adquiridos pelo aplicativo BaladApp.
Confira programação completa:
Quinta-feira (20/06) LOCAL – Arena Wine Jazz (Largo da Matriz) – entrada gratuita 19 horas – Solenidade de abertura 20 horas – Premiação Melhores Vinhos de Goiás e DF – Guia Marcelo Copello 21 horas – Show de abertura Ricardo Pina Quarteto
Sexta-feira (21/06) LOCAL – Theatro – entrada gratuita 10 horas – Palestra Marcelo Copello – Impressões sobre o Terroir do Cerrado 14 horas – Palestra Tati Tomain – Cerrado Único – Uma visão voltada ao mercado
LOCAL – Arena Wine Jazz (Largo da Matriz) – entrada gratuita 17 horas – Abertura da Feira 21 horas – Show Trio Cerrado 23 horas – Show Banda Yas Quarteto
LOCAL – Salão Paroquial da Igreja da Matriz – ingresso R$220 (BaladApp) 19 horas a 21 horas – Degusta Terroir do Cerrado
LOCAL – RESTAURANTE TROPICÁLIA – ingresso R$290 (BaladApp) 19 horas – Harmonização de vinhos e charutos com Etienne Carvalho
Sábado (22/06) LOCAL – Vinícolas da Região – valor sob consulta 8h30 – Visitação em vinícolas e vinhedos
LOCAL – Pousada Villa do Comendador – ingresso R$ 270 (BaladApp) 10 horas – Harmonização de Espumantes – Borbulhas na Piscina com Tati Tomain
LOCAL – Arena Wine Jazz – entrada gratuita 12 horas – Abertura da Feira 21 horas – Show Duo Sciotti 23 horas – Show Banda Gafieira Jazz
LOCAL – Restaurante Haikai – ingresso R$280 (BaladApp) 13 horas – Harmonização com Comida Japonesa – Tati Tomain
LOCAL – Theatro – entrada gratuita 15 horas – Palestra Derico Sciotti – Empreendendorismo e Carreira Cultural no Brasil
LOCAL – Salão Paroquial da Igreja da Matriz – valor R$220 (BaladApp) 15h30 às 17h30 – Degusta Terroir do Cerrado 18h30 às 20h30 – Degusta Terroir do Cerrado
LOCAL – RESTAURANTE TROPICÁLIA – valor R$290 (BaladApp) 18 horas – Harmonização Vinhos e Charutos com Etienne Carvalho
Domingo (23/06)
LOCAL – Vinícolas da região – valor sob consulta 8 horas – Visitação à vinícolas
LOCAL – Arena Wine Jazz – acesso gratuito 12 horas – Abertura da Feira 13 horas – Show Adriana Losi e Banda 18 horas – Encerramento
Maria Antonieta Toledo Jornalista * Assessora de Imprensa * Conteudista (62) 9 9161-3674
Os moradores dos condomínios que integram o complexo imobiliário Portal do Sol Golfe, às margens da GO-020, terão programação especial de lazer e confraternização neste final de semana.
Small cute colorful flags on rope hanging outside for holiday with bright blue sky white clouds background. Italy, Sardinia.
Enquanto um aposta nas tradições juninas, o outro preparou um espaço para reunir os moradores durante as transmissões dos jogos da Copa do Mundo.
Neste domingo, 14 de junho, o Portal do Sol Garden promove uma programação junina a partir das 18h.
O evento ocorrerá em frente ao estacionamento do Superbox, em uma via que será especialmente interditada e ornamentada com bandeirolas para receber os moradores.
Com apresentação conduzida pelo cantor Roberto Martins, o momento reserva diversas atrações, incluindo moda de viola, atividades recreativas para crianças, touro mecânico e a clássica pescaria.
O público poderá desfrutar ainda de uma praça de alimentação com barracas servindo pratos típicos como canjica, pamonha, caldos, crepe e macarrão, entre outras iguarias da estação.
Já no Portal do Sol Green, os moradores poderão acompanhar os jogos da Copa do Mundo em um ambiente preparado especialmente para a ocasião.
O espaço gourmet do empreendimento recebeu uma decoração temática e contará com telão de LED para a transmissão dos jogos do Brasil na primeira fase, proporcionando um local de encontro para os apaixonados por futebol.
Para Sempre Tom Jobim” é a grande atração da noite do Dia dos Namorados, e no sábado, Brasil e Marrocos será transmitido no palco do WineJazz em um super telão.
Devido às chuvas inesperadas para o mês de junho e visando garantir o conforto de todos os participantes, a programação do Opus WineJazz Goiânia desta quinta-feira (11) foi cancelada.
O festival continua normalmente nesta sexta-feira (12) e terá sua programação estendida para o sábado, dia 13, quando também haverá a transmissão de Brasil x Marrocos, às 19h.
A produção do festival já está trabalhando em adaptações na estrutura para receber o público da melhor forma possível a partir de sexta-feira (12), proporcionando uma experiência confortável e agradável, independentemente das condições climáticas.
Os ingressos adquiridos para a quinta-feira, mesmo se já utilizados na noite de hoje, continuam válidos e poderão ser utilizados na sexta-feira ou no sábado, sem necessidade de troca. Para aqueles que preferirem, será possível solicitar o reembolso por meio dos canais de atendimento do BaladAPP.
Dia dos Namorados
Nesta sexta-feira (12), Dia dos Namorados, uma programação especialmente romântica.
A noite começa com o Fabiano Chagas Trio, vencedor do Prêmio da Música Popular Instrumental Brasileira 2025 na categoria Melhor Intérprete.
Em seguida, o público acompanha o espetáculo “Para Sempre Tom Jobim”, protagonizado por Paula Morelenbaum e Jaques Morelenbaum, artistas cuja trajetória está profundamente ligada ao legado do compositor homenageado.
Excepcionalmente para esta data, o festival disponibiliza a venda antecipada de mesas bistrô para duas pessoas e mesas para quatro lugares, oferecendo uma alternativa diferenciada para celebrar o Dia dos Namorados.
Brasil X Marrocos
No sábado (13), às 19h Brasil entra e campo em sua estreia na Copa do Mundo 2026 no jogo contra o Marrocos, que será transmitido no palco do WineJazz em um super telão, proporcionando mais uma experiência aos torcedores que apreciam um bom vinho.
Após a transmissão, o festival segue com sonorização de DJ.
Sob a chancela da Voo Livre Projetos e Eventos — responsável também pelo já tradicional PiriBier — o WineJazz reforça sua proposta de valorizar a produção regional e promover experiências que conectam cultura, turismo, gastronomia e economia criativa.
Ao todo, 11 vinícolas estarão presentes no evento, incluindo importantes representantes da vitivinicultura goiana, como Pirineus, Monte Castelo, São Patrício e Piracanjuba.
O público também poderá conhecer rótulos de outras regiões do país e do exterior, além de apreciar produtos artesanais selecionados, como queijos, embutidos, geleias, chocolates, cafés especiais e uma loja especializada em charutos.
Modernização ocorre de forma gradual e impulsiona conectividade, automação e análise de dados
A transformação digital da indústria brasileira vem ganhando espaço à medida que empresas buscam aumentar produtividade, reduzir paradas operacionais e ampliar o controle sobre seus processos.
Tecnologias como internet das coisas (IoT), inteligência artificial, computação em nuvem e automação industrial deixaram de ser iniciativas restritas a grandes multinacionais e passaram a integrar projetos de modernização em empresas de diferentes portes.
Dados da Pesquisa de Inovação Semestral 2024, do IBGE, mostram que 89,1% das indústrias brasileiras com 100 ou mais empregados já utilizam ao menos uma tecnologia digital avançada. A computação em nuvem lidera a adoção, presente em 77,2% das empresas, seguida por internet das coisas (50,3%), inteligência artificial (41,9%) e robótica (30,5%).
Cláudio Mohn França, CEO da Horus Distribuidora, avalia que a digitalização deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade operacional.
“A Indústria 4.0 não acontece apenas pela compra de equipamentos modernos. Ela depende de projetos bem dimensionados, integração entre áreas e entendimento profundo da operação do cliente”, afirma.
O avanço das tecnologias, porém, convive com um desafio estrutural. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), máquinas e equipamentos industriais têm, em média, 14 anos de uso no país, enquanto parte do parque fabril ainda opera com estruturas implantadas antes da popularização da internet.
Isso torna a modernização mais complexa e exige soluções compatíveis com ambientes já existentes.
Conectividade ganha protagonismoNa prática, a transformação digital costuma começar pela criação de uma base tecnológica capaz de conectar máquinas, sensores, sistemas de gestão e plataformas de análise de dados.
A integração dessas informações permite monitorar processos em tempo real, identificar falhas e apoiar decisões com menos dependência de controles manuais.
Para Victor Guedes, gerente de negócios da Horus Distribuidora, a indústria reúne características que favorecem a adoção dessas tecnologias.
“As indústrias têm uma maturidade profissional e tecnológica muito relevante. A adoção de novas tecnologias ajuda a garantir o funcionamento ininterrupto das operações, aumenta a eficiência, eleva a qualidade dos produtos e reduz riscos que podem representar perdas de produção e custos elevados”, afirma.
O movimento também aproxima áreas que historicamente atuavam de forma separada.
Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Automação passaram a compartilhar infraestrutura e dados para conectar o chão de fábrica aos sistemas de gestão, manutenção, logística e planejamento.
Modernização ocorre em etapasEm vez de substituir toda a estrutura existente, muitas empresas têm optado por projetos modulares, capazes de modernizar a operação de forma gradual.
A estratégia reduz impactos na produção e permite que os investimentos acompanhem o ritmo de amadurecimento tecnológico de cada negócio.
Nesse cenário, sistemas de monitoramento também ganharam novas funções. Segundo Willy Gomes, gerente de projetos da Horus Distribuidora, a integração entre automação e CFTV amplia a visibilidade sobre os processos produtivos e contribui para decisões mais rápidas.
Quando a automação se integra ao CFTV, a câmera deixa de ser apenas um recurso de segurança e passa a apoiar a gestão operacional.
Ela ajuda a validar processos, identificar desvios, gerar alertas e entregar informações que podem reduzir falhas e melhorar a tomada de decisão dentro da indústria”, diz.Na avaliação do CEO da Horus Distribuidora, o avanço da Indústria 4.0 no Brasil tende a ocorrer por meio de projetos cada vez mais alinhados à realidade das operações locais.
Para Cláudio França, o desafio está em equilibrar inovação, custo e aplicabilidade. “
A tecnologia precisa resolver problemas concretos: reduzir parada, aumentar produtividade, melhorar qualidade, dar visibilidade ao gestor e preparar a empresa para o próximo ciclo de crescimento.
Quando isso acontece, a Indústria 4.0 deixa de ser conceito e passa a ser vantagem competitiva”, conclui.