Dermatologista Alessandro Alarcão aplica combinação de tecnologias utilizada em casos de marcas profundas.
A influenciadora Virginia Fonseca realiza, nesta segunda-feira (24/11), um procedimento estético com laser voltado ao tratamento de cicatrizes de acne na clínica da dermatologista Adriana Vilarinho, em São Paulo.
A intervenção é conduzida pelo médico dermatologista Alessandro Alarcão, presidente do Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica de 2026, que será realizado em Goiânia.
O especialista coordena um protocolo que reúne laser de CO₂ de alta potência, subcisão e exossomos vegetais, técnica considerada uma das mais modernas da dermatologia estética atual.
Alarcão utiliza no tratamento o UltraPulse Alpha, um laser de CO₂ apontado por fabricantes e estudos técnicos como um dos mais avançados do mundo em precisão e profundidade.
Ele também faz a subcisão, procedimento que solta as traves fibrosas que puxam as cicatrizes para baixo, e aplica exossomos EXO-HL, substâncias derivadas de plantas usadas para acelerar a recuperação da pele.
As cicatrizes de acne estão entre as queixas mais comuns em consultórios dermatológicos.
Muitas permanecem mesmo depois que a acne desaparece. Algumas são superficiais e melhoram quando a pele é esticada com os dedos.
Outras são profundas e rígidas, não mudam ao tracionar a pele e costumam formar pequenas depressões no rosto. Nesse segundo grupo, técnicas isoladas costumam ter resposta limitada, o que leva dermatologistas a combinar diferentes etapas no mesmo protocolo.
Segundo materiais técnicos do UltraPulse Alpha, o laser atua nivelando a superfície da pele e estimulando a produção de colágeno, proteína que ajuda a reorganizar a área afetada.
A empresa fabricante informa que o equipamento pode alcançar camadas profundas da pele com alto controle de energia, o que o torna indicado para marcas antigas e estruturadas.
Sobre o procedimento aplicado.
No tratamento realizado com Virginia, Alarcão emprega três etapas: a primeira é a subcisão.
Nela, uma pequena agulha é usada para romper os fios rígidos sob a pele que mantêm as cicatrizes profundas presas.
Essa técnica é comum em casos de marcas não distensíveis, que não melhoram ao esticar a região.
A segunda etapa é feita com o UltraPulse Alpha, laser responsável por remover camadas superficiais da pele e aquecer de forma controlada as camadas internas, criando estímulo intenso de colágeno.
De acordo com dados da Lumenis, fabricante do aparelho, o equipamento permite trabalhar áreas profundas mantendo a precisão sobre a zona tratada.
Na terceira fase, Alarcão aplica exossomos vegetais EXO-HL.
Eles são usados para favorecer a regeneração da pele e diminuir o processo inflamatório natural que ocorre após o laser de CO₂.
Materiais técnicos disponibilizados por distribuidores afirmam que essa etapa pode reduzir o desconforto e acelerar o reparo dos tecidos.
Recuperação e tempo de resposta.
Após o procedimento estético com laser, é comum que o paciente apresente vermelhidão, leve inchaço e sensação de calor, principalmente nas primeiras 48 horas.
A pele pode descamar ao longo da semana seguinte. Em protocolos que utilizam exossomos, esse período costuma ser mais confortável.
A melhora inicial é observada após os primeiros dias, mas a produção de colágeno continua por meses.
Na prática clínica, o intervalo de três a seis meses costuma ser descrito como o período de evolução do resultado, segundo publicações e revisões sobre lasers de CO₂.
Alarcão, que presidirá o congresso nacional da área em 2026, tem dedicado parte de sua atuação ao tratamento de cicatrizes de acne com abordagens combinadas.
Ele afirma que o protocolo utilizado em Virginia segue a lógica de atuar em diferentes camadas da pele dentro do mesmo procedimento: liberar a base da cicatriz, remodelar a superfície e estimular a regeneração.
“Cicatrizes de acne são marcas físicas, mas principalmente emocionais.
Ao combinarmos subcisão, laser UltraPulse Alpha e exossomos EXO-HL, conseguimos tratar a estrutura profunda da cicatriz, remodelar a pele e acelerar a regeneração.
É um protocolo moderno, seguro e que devolve autoestima”, explica o profissional.
O sócio da ABL Prime, Fernando Fonseca prepara um café da manhã no Shopping Gran Life para representantes das futuras lojas, que estão em obras no centro de compras, e também médicos e proprietários da torre office.
Representantes das lojas do Bradesco, Academia Ultra, O Boticário, Pague-Menos, Café Rancheiro, Restaurante Prosa, Vexor Barbearia, Laboratório Evangélico, In House mercado de autoatendimento, estão na lista de convidados.
O evento, agendado para este mês de setembro, será uma manhã de networking.
Edição Agro reúne especialistas, executivos e pesquisadores para debater a expansão da IA no agronegócio, que mais que dobrou no Brasil nos últimos quatro anos.
A inteligência artificial está avançando rapidamente no agronegócio brasileiro.
A parcela de fazendas e agroindústrias que utilizam a tecnologia passou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2026, mais que dobrando em quatro anos, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV).
É diante desse cenário que Goiânia recebe, no dia 23 de setembro, o Cerrado Innovation Summit – Edição Agro, encontro que reunirá especialistas, executivos, pesquisadores, startups e investidores para discutir como a IA e o uso de dados estão transformando a produção e a gestão no campo.
Com o tema “Agro Inteligente: dados, IA e a nova fronteira de produtividade no Cerrado”, o evento é promovido pelo Hub Cerrado e pretende colocar em debate as aplicações práticas da inteligência artificial no agronegócio, desde o monitoramento das lavouras até a gestão das propriedades e agroindústrias.
Apesar do crescimento, os dados mostram que a adoção da tecnologia ainda está em expansão.
58,1% das fazendas e agroindústrias brasileiras ainda não utilizam inteligência artificial, segundo o levantamento da FGV. O cenário abre espaço para novas soluções e para a discussão sobre como tornar essas ferramentas mais acessíveis e aplicáveis às diferentes realidades do campo.
Outro levantamento reforça esse potencial.
A pesquisa Global Farmer Insights 2024, da McKinsey, aponta que apenas 22% dos agricultores brasileiros utilizam softwares de gestão agrícola.
O percentual é de 38% nos Estados Unidos e 32% na Europa.
Entre os desafios para ampliar a digitalização estão a conectividade, custo de implementação e a permanência de processos informais de gestão, como planilhas e anotações manuais.
Experiência do produtor ganha novo papelO avanço da IA também coloca em discussão o papel da experiência acumulada por quem trabalha no campo.
Para especialistas, a tecnologia não necessariamente substitui o conhecimento do produtor.
Ao contrário, a combinação entre experiência prática e análise de dados pode ampliar a capacidade de interpretação das informações geradas pelas novas ferramentas.
O produtor que conhece as características de sua cultura, solo e região pode utilizar a IA para organizar dados históricos, identificar padrões, acompanhar indicadores e criar cenários que auxiliem o planejamento.
Esse encontro entre conhecimento tradicional e tecnologia será um dos pontos centrais do Cerrado Innovation Summit, que pretende aproximar empresas que já enfrentam desafios de digitalização, pesquisadores, startups e investidores.
Especialistas e empresas estarão em GoiâniaA programação da tarde do Cerrado Innovation Summit começa com palestra de Carlos Peruzzi, sócio e Head de consultoria da Rural Ventures.
O executivo possui mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia e já atuou como CIO e CTO em grandes grupos do agronegócio brasileiro. Também possui MBA pela Babson College, nos Estados Unidos, e especialização em transformação digital pelo MIT.
Na sequência, o evento terá uma Pílula CEIA e o painel principal, mediado por Douglas Paranahyba, do Sebrae Agro.
Participam do debate Marcelo Eskenazi, assessor de inovação da São Martinho; Jardel Lopes, pesquisador do CEAGRE e professor do IF Goiano; Eduardo Bitu, Chief Strategy & Innovation Officer da Aliare; e Leonardo Alvarenga, fundador e CEO da SNASH.
A proposta é discutir casos reais de adoção de tecnologia no agronegócio, incluindo os resultados alcançados, os desafios encontrados, os custos de implementação e os próximos passos da transformação digital no setor.
Goiás no mapa da inovação do agroA realização do encontro em Goiânia também reforça a conexão entre o ecossistema de inovação e uma das principais atividades econômicas do Centro-Oeste.
O Hub Cerrado atua justamente na aproximação entre empresas, startups, investidores e instituições de pesquisa, criando conexões para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas a diferentes setores da economia.
No agronegócio, essa aproximação ganha relevância diante da velocidade com que novas ferramentas de inteligência artificial estão chegando ao mercado.
“A tecnologia está avançando rapidamente, mas o grande desafio é transformar inovação em aplicação prática.
A conexão entre empresas, pesquisadores, startups e produtores é fundamental para que as soluções desenvolvidas respondam às necessidades reais do campo”, destaca Uaitã Pires, diretor do Hub Cerrado.
Além das palestras e do painel, o evento terá mentorias e rodada de negócios para startups, VCs e investidores.
A programação será encerrada com a entrega do Prêmio Cerrado Innovation, reconhecimento a iniciativas de destaque no ecossistema regional de inovação.
Depois da premiação, os participantes poderão participar de um happy hour com networking e feira de startups, ampliando as oportunidades de conexão entre empreendedores, investidores, empresas e profissionais do setor.
Serviço
Cerrado Innovation Summit – Edição Agro
Tema: Agro Inteligente: dados, IA e a nova fronteira de produtividade no Cerrado
Data: 23 de setembro de 2026, quarta-feira
Horário: 10h às 19h
Local: Hub Cerrado – Rua do Parque, Qd. 145, Lt. Área 2, Jardim Atlântico, Goiânia (GO)
10h às 12h – Mentorias e rodada de negócios para startups, VCs e investidores
11h às 14h – Almoço exclusivo para convidados
15h às 15h30 – Abertura – Hub Cerrado e parceiros
15h30 às 16h20 – Palestra – Carlos Peruzzi (Rural Ventures)
16h20 às 16h50 – Pílula CEIA
16h50 às 17h30 –
Painel – mediação de Douglas Paranahyba (Sebrae Agro), com Marcelo Eskenazi (São Martinho), Jardel Lopes (CEAGRE/IF Goiano), Eduardo Bitu (Aliare) e Leonardo Alvarenga (SNASH)
17h30 às 18h – Prêmio Cerrado Innovation e encerramento
18h às 19h – Happy hour, networking e feira de startups.
Sobre o Hub Cerrado
O Hub Cerrado é um ecossistema de inovação e tecnologia sediado em Goiânia (GO), com atuação nos setores de agro, saúde, real estate e indústria.
Reúne iniciativas como a SOLOS Incubadora, Cerrado Angels, Instituto Hub Cerrado e o programa de comunidade Bioma, além de promover a série de eventos Cerrado Innovation Summit.
O Hub Cerrado também é signatário do Pacto Goiás pela Inovação.
Patrocínio: Colombina, Assespro, Funtec e ZapiPro.
Apoio: Sebrae, Senac Infinite, Goiás pela Inovação, Instituto Hub Cerrado, Campo Lab, IF Goiano, CEAGRE, Agroskills, ACIEG, SNASH e ADIAL.
O cantor e compositor Fernando Bocão prepara uma apresentação especial para o dia 2 de outubro, no Sesc Centro, com o show “Circuito Musical Good Vibes”.
Além de faixas autorais, o repertório reúne releituras de sucessos de Leandro e Leonardo sob uma nova roupagem e clássicos da MPB, do reggae e do pop que influenciaram a carreira do artista goiano.
O espetáculo contará com participações de Maíra Lemos e Hdicky e terá entrada solidária, mediante retirada prévia do ingresso gratuito pelo Sympla e doação de 1 kg de alimento não perecível.
O projeto foi contemplado pelo Edital de Música – PNAB 2026