Gastronomia
O frio, com vinho da África
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5 anos agoon
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Edna GomesÁfrica do Sul é um país relativamente novo na tradição de viticultura, mas com uma produção de qualidade — não é à toa que o País está entre as 10 maiores regiões produtoras de vinho, correspondendo a 4,5% da produção mundial. O clima temperado, propício para o plantio de vinhedos, foi um dos aliados principais para aumentar o potencial desse país como um dos maiores produtores de vinho do mundo. Os vinhedos começaram a ser implementados por meio da Companhia das Índias Orientais, durante o período colonial gerado pelas Grandes Navegações, no século XVII. O primeiro registro de vinho elaborado na região foi em 1659, feito pelos imigrantes holandeses presentes na região, por meio das vinhas importadas das regiões da França e Espanha, na região de Table Bay.
Essa cultura foi se espalhando pelo país. Constantia foi uma das principais regiões a abrigar os vinhedos de alta qualidade. Porém, o cultivo tomou realmente força a partir da presença dos imigrantes franceses que começaram a chegar na região do Cabo. Com o conhecimento francês sobre as principais técnicas e a tradição dessa população acerca do consumo do vinho, a região da África do Sul começou a aumentar sua produção.
Um hiato enfraqueceu a produção do país devido ao exílio político sofrido na região, devido ao Apartheid. A produção só retomou a força na década de 1990, após a queda dessa política, com toda a força!
Com isso, aconteceu a explosão da produção de vinhos do país. Se tornando referência. O país também conta com uma legislação vinícola, com o objetivo de realizar a regulação adequada da produção. Criou-se assim o selo “Wines of Origin System” (WO).
O sucesso da cultura de vinhedos no local deve-se a uma combinação interessante: o extremo sul da África abriga um dos solos mais antigos do mundo, com uma natureza excepcional e propícia para o cultivo dessa produção. A maioria dos vinhedos está em regiões protegidas pela Unesco (no Cape Floral Kingdom).
O clima temperado do país ajuda bastante e é influenciado pelos oceanos Atlântico e Índico, que favorecem o cultivo de uvas com qualidade e maior complexidade aos seus vinhos.
Com isso, o País consegue se destacar consideravelmente na produção de vinhos — atualmente, o país compete com mercados tradicionais, como os vinhos de Portugal. A alta diversidade de estilos de vinhos, com aromas e sabores únicos faz a bebida de baco da região sentir uma sinfonia de Beethoven no paladar.
Atualmente, a variedade de uva mais marcante do país é a Pinotage, uma versão criada no próprio país. O professor Abraham Izak Perold realizou o cruzamento entre as espécies Pinot Noir e Cinsault, um sucesso, conseguiu criar a modalidade de uva que hoje é o símbolo da cultura de vinho da África do Sul.
Degustação de vinhos da África do Sul!
Participei de uma degustação de vinhos Sul Africanos e entre os brancos, a maioria dos rótulos que provei centrou-se nos vinhos elaborados a partir das uvas Chenin Blanc e Sauvignon Blanc, o que era de se esperar pelo potencial dessas variedades em solos sul-africanos. No entanto, o que mais gostei foi de um Chardonnay.
Em relação aos tintos, para minha surpresa, apesar de a África do Sul ter reconhecidamente grandes exemplares de Shiraz, Cabernet Sauvignon e cortes bordaleses, a maioria dos vinhos da noite foi o Pinotage. Justificável, já que esta cepa é tida por lá como emblemática entre as tintas. Porém, sintetizar a África do Sul como o país da Pinotage significa deixar de lado o que de melhor está sendo produzido por lá em termos de tintos ultimamente. Prova disso é que entre todos os tintos degustados, o que eu mais gostei, foi um Shiraz.
Sintetizar a África do Sul como o país da Pinotage significa deixar de lado o que de melhor está sendo produzido em termos de tintos sul-africanos ultimamente
Na degustação da qual fui convidada, tive boas surpresas com a Pinotage, e percebi, também, por parte dos produtores, uma intenção de deixar a cepa se mostrar de modo mais fiel, com seu lado exótico, exuberante e de taninos marcantes, sem a pretensão de encobrir essa “rusticidade”(como ocorria em um passado não tão distante, com um uso excessivo da madeira). Senti mais “pureza”, mais versátil à mesa, principalmente na companhia de preparações com carnes vermelhas ou embutidos mais gordurosos. Pratos que, geralmente, exigem vinhos mais estruturados e com maior carga tânica para rivalizar com a gordura desses ingredientes.
Espero que se divirtam explorando e experimentando a minha seleção, tanto quanto eu me diverti degustando e selecionando esses rótulos. Desfrutem!
Kleine Rust Chenin Blanc – Sauvignon Blanc 2015
Stellenrust, Stellenbosch, África do Sul. Branco composto de 83% Chenin Blanc e 17% Sauvignon Blanc, sem passagem por madeira. Esbanja tensão, frescor e ótima textura, mostrando sedutores aromas de frutas tropicais e cítricas envoltas por notas florais, minerais e de ervas frescas, que se confirmam no palato. Tem bom volume, acidez vibrante e final agradável, com toques salinos e de lima.
Glen Carlou Quartz Stone Chardonnay 2013
Glen Carlou, Paarl, África do Sul. Branco 100% Chardonnay fermentado com leveduras indígenas em barricas de carvalho francês (90%) e em ovo de concreto (10%), com posterior estágio de 11 meses nos mesmos recipientes. Num estilo mais potente, de frutas tropicais maduras seguidas de notas florais, de manteiga e de especiarias doces, mas bem equilibrado por refrescante acidez que levanta todo o conjunto. Tem bom volume, textura cremosa e final persistente e cheio, com toques de camomila e abacaxi em calda.
KWV Classic Collection Chenin Blanc 2015
KWV Wines, Western Cape, África do Sul. Branco 100% Chenin Blanc, sem passagem por madeira. Mostra deliciosos aromas de melão seguidos de notas florais, minerais e de ervas. No palato, é cheio, refrescante e gostoso de beber, tem boa acidez e final suculento, com toques de laranja.
Fleur Du Cap Unfiltered Sémillon 2013
Fleur du Cap, Western Cape, África do Sul. Coloração dourada, aroma intenso e maduro de frutas tropicais em conjunto de baunilha, coco e resina. No paladar, é quente e guloso, bastante corpo e boa carga de fruta. Possui acidez que acompanha sua estrutura e sobra doçura e intensidade. Vinho branco de impacto, autêntico e sem timidez. Bacalhau às natas pode ser uma alternativa de harmonização.
KWV Golden Kaan Chardonnay 2015
KWV Wines, Western Cape, África do Sul. Branco 100% Chardonnay, com estágio de 40% do vinho em carvalho por três meses. Mostra aromas de abacaxi fresco seguidos de notas florais, herbáceas e de especiarias doces. Redondo e fácil de agradar, tem acidez refrescante, boa textura e final médio.
Glen Carlou Gravel Quarry Cabernet Sauvignon 2010
Glen Carlou, Paarl, África do Sul. Tinto 100% Cabernet Sauvignon, com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês. Mostra exuberantes aromas de ameixas e de cassis envoltos por notas florais, de folha de tabaco e de alcaçuz. Muito bem feito em seu estilo mais maduro e potente, com boa acidez e taninos finos de ótima textura, que trazem equilíbrio ao vinho.
Graham Beck The Joshua 2011
Graham Beck, Western Cape, África do Sul. Tinto elaborado a partir de 94% Shiraz e 6% Viognier, com estágio de 15 meses em barricas de carvalho francês (90%) e americano (10%). Apresenta intensa cor vermelho-rubi de reflexos violáceos e aromas cativantes de ameixas e cassis envoltos por notas florais e de especiarias doces, além de toques tostados e de tabaco. Surpreende pela ótima textura de taninos e pela gostosa acidez, que trazem equilíbrio e sustentação a este tinto tão potente e estruturado. Experimente com cortes de carnes vermelhas mais gordurosas.
L’avenir Pinotage 2012
L’Avenir Wines, Stellenbosch, África do Sul. Tinto 100% Pinotage, com estágio em barricas de carvalho. Denso, potente e estruturado, mostra ameixas e amoras seguidas de notas florais, defumadas, de tabaco e de especiarias doces. Tem taninos marcantes e de boa textura, acidez na medida e final persistente, com toques terrosos e de chocolate amargo.
Out of Africa Pinotage 2014 – African Terroir, Western Cape
O Pinotage, característico do país, não poderia ficar de fora. Esse rótulo é um tinto 100% Pinotage, armazenado quatro meses em carvalho francês. Tem uma gostosa acidez, taninos com uma textura agradável e um final delicioso, com qualidade da fruta. Seu aroma tem notas florais, ervas e especiarias doces. Muito bom!
Os vinhos da África do Sul, se mostram como o melhor conjunto de bebida de baco com estilo elegante e equilibrado. São vinhos incríveis!!
Há reconhecimentos que se conquistam uma vez. E há aqueles que precisam ser reconquistados, ano após ano, garrafa após garrafa, decisão após decisão. É este segundo tipo de mérito que o restaurante Primrose, no Castelo Saint Andrews, celebra em 2026: pela oitava vez consecutiva, sua carta de vinhos recebe o selo da Wine Spectator, uma das distinções mais cobiçadas do universo enológico mundial. Não é sorte. É curadoria.
A adega do Primrose reúne hoje aproximadamente 300 rótulos distintos — entre vinhos, espumantes, fortificados, kits especiais e safras diversas de um mesmo nome — totalizando cerca de 450 garrafas e unidades, incluindo magnums e edições de coleção. São números que impressionam, mas o que realmente distingue esta adega é a lógica por trás deles: cada rótulo ocupa seu lugar por um motivo, nunca por acaso.
A vocação é claramente europeia. França e Itália lideram a representatividade, seguidas pelo Brasil — presença que revela orgulho pela produção nacional — e por Espanha, Portugal, Chile e Argentina. Bordeaux e Champagne dividem o protagonismo francês; Toscana e Piemonte respondem pela força italiana; Serra Gaúcha, Douro, Rioja, Mendoza e Ribera del Duero completam um mapa que atravessa continentes sem perder coerência. A proporção entre Velho e Novo Mundo — de 70% a 75% para o primeiro, entre 25% e 30% para o segundo — confirma uma coleção de raízes clássicas, mas com espaço deliberado para vozes emergentes.
Os nomes que fazem a diferença
Champagne Krug, Dom Pérignon e Veuve Clicquot. Cheval Blanc, Haut-Brion e Yquem, os grandes nomes de Bordeaux. Gaja, Fontanafredda e Braida, os embaixadores do Piemonte. Estes são apenas os primeiros capítulos de uma lista que inclui o Château Cheval Blanc 2006, o Château Haut-Brion 1994, o Château d’Yquem 1996, o Masseto 2009, o Solaia 2009 e verticais de Sassicaia que atravessam 2014, 2016, 2018 e 2021. Da Espanha, o Vega Sicilia Unico 2012, o Pingus 1998 e o Castillo Ygay Gran Reserva Especial 2010 elevam ainda mais o padrão.
Entre as garrafas de acesso mais restrito está o Krug Clos d’Ambonnay 1998 — produzido a partir de um único vinhedo murado de apenas 0,68 hectare, em quantidade tão limitada que sua presença na carta é, por si só, um acontecimento. Ao seu lado, o Masseto 2009, ícone absoluto da Toscana, e o Pingus 1998, símbolo maior da Espanha contemporânea, disputam o posto de garrafa mais rara e simbólica da casa — uma honra que também reivindicam o Château Cheval Blanc 2006 e o lendário Château d’Yquem 1996, considerado por muitos o maior vinho doce do mundo.
A filosofia por trás de cada escolha
Nenhum rótulo entra na adega do Primrose sem responder a critérios precisos: representatividade regional, potencial gastronômico, capacidade de proporcionar experiências exclusivas, diversidade de terroir e prestígio internacional do produtor. É essa disciplina que permite à carta abrigar, lado a lado, nomes consagrados como Dom Pérignon, Sassicaia e Vega Sicilia e pequenas joias como Damijan, Capoani e Atelier Tormentas — prova de que grandeza e descoberta não são valores opostos, mas complementares.
A seleção também dialoga com o mundo que se transforma: os vinhos de mínima intervenção de Damijan e Zidarich, os rosés premium de By Ott e Berne Romance, os espumantes de terroir brasileiros de Geisse e Capoani, e até opções zero álcool, como Ponto Nero e Luiz Argenta, convivem com os ícones cultuados por colecionadores. A carta do Primrose não apenas acompanha o mercado mundial do vinho — ela antecipa suas direções.
Vinho como parte da experiência, não como acompanhamento
No Primrose, a adega foi pensada para acompanhar toda a jornada à mesa: champagnes e espumantes abrem a experiência nos amuse-bouches, brancos de Borgonha, Chablis e do Chile conduzem os frutos do mar, Bordeaux, Piemonte e Toscana sustentam as carnes e os pratos de cocção longa, e Sauternes, Tokaji e Portos encerram a refeição nas sobremesas. Rótulos como o Château d’Yquem 1996, o Dom Pérignon 2003 e o Sassicaia 2016 têm estatura suficiente para protagonizar, sozinhos, um menu degustação inteiro — e já o fizeram.
Toda grande adega guarda memórias, e a do Primrose não é exceção. Champagnes importantes de Krug e Louis Roederer são abertos com frequência em celebrações de casamento, mas são as garrafas mais raras da coleção que costumam marcar os momentos mais decisivos — pela raridade, pelo prestígio e pelo peso emocional que carregam. E, para os hóspedes em busca do inesperado, vinhos fora do convencional como o Damijan Ribolla Gialla 2011, o Atelier Tormentas Âmbar 2015 e o Zidarich Vitovska 2010 raramente deixam de surpreender.
Sobre o Castelo Saint Andrews
Localizado em Gramado (RS), o Castelo Saint Andrews é um dos hotéis mais singulares do Brasil, com arquitetura inspirada nos castelos escoceses e uma proposta de hospitalidade que combina sofisticação, conforto e experiências gastronômicas únicas. Sua adega foi premiada pela Wine Spectator em oito edições, consolidando o hotel como referência em harmonização de vinhos no país. É o único hotel de montanha do sul do país membro da prestigiada associação Relais&Châteaux.
Sobre a Wine Spectator
A Wine Spectator é uma das publicações mais influentes do universo do vinho, referência global há mais de quatro décadas para consumidores, produtores e profissionais do setor. Seu selo de reconhecimento é concedido anualmente a uma seleção de restaurantes e hotéis ao redor do mundo cujas cartas de vinhos se destacam pela qualidade, diversidade e harmonização com a proposta gastronômica da casa — não é um prêmio pontual, mas uma avaliação renovada a cada ano. Ser premiado por oito anos consecutivos significa, portanto, manter esse padrão de excelência de forma contínua, sob o crivo de um dos julgamentos mais rigorosos do mercado.
Gastronomia
Sommelier Gina Facuri conduz noite de harmonização inspirada na tradição italiana
Publicado
1 semana agoon
julho 22, 2026Por
Elpidio Fiorda
Experiência reunirá gastronomia, cultura do vinho e networking em evento gratuito promovido pela Brasal Incorporações
Os aromas, sabores e tradições italianas serão o ponto de partida para uma experiência que acontece no dia 23 de julho, em Goiânia. Conduzido pela sommelier Gina Facuri, fundadora da Reserva 35, uma das maiores referências em vinhos e destilados do Brasil, o evento “Uma Noite na Itália’’, que é gratuito mediante inscrição prévia, acontece das 19h às 23h na Central de Decorados da Brasal Incorporações.
Empresária, especialista em vinhos e destilados e apaixonada pelo universo da enogastronomia, Gina transformou sua experiência internacional em um projeto que hoje se destaca pela curadoria de rótulos e pela realização de experiências sensoriais. À frente da Reserva 35, ela assina a seleção de mais de 5 mil rótulos de diferentes regiões do mundo e conduz eventos que aproximam o público da cultura do vinho por meio de degustações, harmonizações e histórias por trás de cada garrafa.
Durante o encontro, Gina apresentará uma seleção especial de rótulos inspirados na tradição italiana, explicando características de cada vinho, suas origens e as harmonizações ideais. A degustação será acompanhada de um menu especialmente elaborado, proporcionando uma verdadeira imersão na gastronomia do país.
Experiência também abre espaço para novos negócios
Além da programação enogastronômica, a noite foi pensada para reunir investidores, profissionais e pessoas interessadas no mercado imobiliário em um ambiente propício para troca de experiências e geração de conexões.

Entre os participantes estará a STAY, empresa especializada na gestão de imóveis para locação de curta e longa temporada. Durante o evento, a equipe apresentará soluções voltadas à administração de apartamentos e compartilhará informações sobre estratégias para ampliar a rentabilidade de imóveis por meio de uma gestão profissional.
A iniciativa integra a Rodada de Negócios Storya, promovida pela Brasal Incorporações, que busca transformar o tradicional encontro de mercado em uma experiência de relacionamento, reunindo conteúdo, gastronomia e oportunidades de networking em um ambiente descontraído.
Serviço:
Uma Noite na Itália | Rodada de Negócios Storya
Data: 23 de julho (quarta-feira)
Horário: das 19h às 23h
Local: Central de Decorados Brasal Incorporações
Entrada: gratuita, mediante inscrição prévia.
Dora Teruel – Kasane
Assessora de Imprensa
Gastronomia
Do churrasco à comida da fazenda: Aparecida Shopping amplia polo gastronômico com novas operações
Publicado
1 semana agoon
julho 22, 2026Por
Elpidio Fiorda
Chegada do Manda Picanha e do Divino Fogão, prevista para este mês de julho, reforça estratégia do empreendimento em diversificar a experiência dos consumidores com grandes redes, marcas regionais e novos conceitos gastronômicos
Mais do que um complemento às compras, a gastronomia se consolidou como um dos pilares dos shopping centers brasileiros. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 41% dos consumidores apontam a praça de alimentação entre os principais motivos para visitar esses empreendimentos, evidenciando o papel cada vez mais estratégico da alimentação na experiência dos clientes. É acompanhando esse movimento que o Aparecida Shopping amplia seu polo gastronômico com a chegada, em breve, do Manda Picanha, que inaugura sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, do Divino Fogão, uma das mais tradicionais redes de culinária inspirada na comida da fazenda do país, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito que também passará a integrar o mix gastronômico do empreendimento.

As inaugurações reforçam um mix gastronômico que reúne operações nacionais, marcas regionais e diferentes conceitos de alimentação. Da pausa para um açaí durante as compras ao almoço em família, do happy hour ao jantar, o empreendimento oferece opções para diferentes perfis de consumidores e consolida a gastronomia como um dos seus principais diferenciais.
Para o gerente de marketing do Aparecida Shopping, Raphael Souza, investir na gastronomia é acompanhar uma transformação no comportamento do consumidor, que busca empreendimentos capazes de oferecer conveniência, lazer e boas experiências em um único lugar.

“Hoje, muitas pessoas escolhem o shopping como destino para almoçar, encontrar amigos, comemorar uma data especial ou simplesmente viver uma boa experiência gastronômica. Nosso objetivo é construir um mix cada vez mais diversificado, reunindo grandes redes nacionais, marcas regionais e operações inéditas em Aparecida de Goiânia, para que cada visita ao shopping seja também uma oportunidade de desfrutar de boa gastronomia”, afirma.
Da entrada ao Piso 1
A experiência gastronômica começa antes mesmo de entrar no shopping. Na área externa, o Açaí do Ninja convida o público a fazer uma pausa refrescante com um cardápio que vai além das tradicionais tigelas. A rede é conhecida pelos copos em camadas, preparados com combinações de açaí, cupuaçu e diversos acompanhamentos, além de tigelas prontas ou personalizadas, nas quais o cliente pode escolher ingredientes como frutas, granola, leite em pó, leite condensado e paçoca.

Para quem deseja prolongar a experiência em casa, a unidade também oferece caixas de açaí e cupuaçu, garrafinhas e a tradicional Bomba de Açaí, um dos produtos de maior sucesso da marca.
Ainda na área externa, o Deck Chopp Brahma reúne chope, petiscos e refeições em um ambiente aberto e descontraído, tornando-se uma opção para happy hours, encontros entre amigos e confraternizações ao fim do dia.
Ao entrar no empreendimento, os corredores também reservam espaço para quem deseja uma pausa durante as compras. Quiosques de sorvetes, doces e outras guloseimas complementam a experiência dos visitantes e oferecem alternativas para diferentes momentos do passeio.

No Piso 1, o Agrobar leva ao shopping do coração de Aparecida de Goiânia um conceito inspirado no universo sertanejo e no agronegócio, unindo gastronomia, entretenimento e um ambiente pensado para reunir amigos e famílias, além de um happy hour com atrações musicais. A marca, que tem entre os sócios o cantor Luan Pereira, aposta em um cardápio com refeições, petiscos e bebidas, traduzindo o estilo de vida do campo em uma experiência descontraída dentro do shopping.
Manda Picanha estreia em Aparecida de Goiânia
Em breve, o Piso 1 receberá uma das principais novidades do Aparecida Shopping. O Manda Picanha escolheu o empreendimento para inaugurar sua primeira franquia em Aparecida de Goiânia, reforçando a confiança da marca no potencial de crescimento da cidade e na força do shopping como polo de consumo e lazer.
Especializada em carnes e cortes selecionados, a rede chega com uma proposta que vai além da gastronomia. A unidade contará com um deck voltado para a Avenida Independência, oferecendo um ambiente agradável para almoços, jantares e encontros entre amigos. O espaço também terá brinquedoteca, proporcionando mais conforto às famílias e ampliando a experiência de quem visita o shopping com crianças.

A chegada da franquia representa mais um passo na estratégia do Aparecida Shopping de atrair operações inéditas e diversificar seu mix gastronômico, ampliando as opções para quem busca desde refeições completas até momentos de convivência em um ambiente moderno e acolhedor.
Da comida da fazenda ao fast-food: diversidade marca a praça de alimentação
A praça de alimentação, localizada no Piso 2, reúne operações capazes de atender diferentes preferências gastronômicas, do almoço executivo ao lanche rápido, das refeições em família aos encontros entre amigos. Em breve, o espaço ganhará um importante reforço com a inauguração do Divino Fogão, uma das maiores redes de alimentação do país e referência em culinária inspirada na tradicional comida da fazenda, e do Frango no Pote, franquia especializada em frango empanado frito, conhecida por oferecer refeições, porções e sanduíches que conquistaram consumidores em diferentes regiões do país.
Com um buffet variado preparado diariamente, a marca aposta em receitas que remetem ao sabor da cozinha brasileira, oferecendo carnes, saladas, massas, acompanhamentos e sobremesas para quem busca uma refeição completa. Já o Frango no Pote amplia as opções para os apreciadores de frango crocante, com um cardápio composto por baldes de frango empanado, tiras, sanduíches e acompanhamentos. A chegada das duas franquias fortalece ainda mais a diversidade da praça de alimentação e a presença de grandes redes nacionais no empreendimento.
Entre as opções já consolidadas, o Spoleto permite que cada cliente monte sua própria refeição, combinando diferentes tipos de massas, molhos e ingredientes preparados na hora. O Giraffas, por sua vez, reúne pratos executivos, grelhados, sanduíches e porções em um cardápio versátil, pensado tanto para o almoço quanto para uma refeição rápida ao longo do dia.
Os apaixonados por hambúrgueres encontram no Burger King e no Bob’s duas das principais redes do segmento, conhecidas por seus sanduíches grelhados, acompanhamentos e sobremesas. Já o Subway completa as opções de fast-food com sanduíches personalizados, preparados de acordo com as preferências de cada cliente.
A gastronomia regional também marca presença no empreendimento. O Komiketo, rede genuinamente goiana, leva para a praça de alimentação pratos, sanduíches e petiscos inspirados nos sabores locais, enquanto a La Bella Pizzaria aposta em pizzas salgadas e doces para quem prefere compartilhar uma refeição em família ou entre amigos.
O tradicional pastel brasileiro também tem espaço garantido no centro de compras. No QG Pastéis, o público encontra opções artesanais com diversos recheios, além de porções que agradam diferentes paladares. Já a Cia do Chopp oferece um ambiente acolhedor para quem deseja reunir amigos, combinando bebidas, petiscos e refeições em um espaço pensado para momentos de descontração.

Gastronomia impulsiona investimentos e amplia a experiência dos clientes
Para Raphael Souza, a expansão do mix gastronômico vai além da chegada de novos restaurantes. Segundo ele, o fortalecimento da alimentação acompanha a evolução dos shopping centers, que se consolidaram como espaços de convivência, lazer e experiências.
“Cada nova operação representa investimentos, geração de empregos e mais opções para os consumidores. A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote demonstra a confiança de grandes marcas no potencial de consumo de Aparecida de Goiânia e reforça o compromisso do shopping em oferecer experiências cada vez mais completas para os nossos clientes”, destaca.
De acordo com o gerente de marketing, reunir franquias reconhecidas nacionalmente, marcas regionais e operações inéditas faz parte da estratégia de posicionamento do empreendimento, que busca atender diferentes perfis de consumidores em um único lugar.
“Nosso objetivo é que o cliente encontre no Aparecida Shopping muito mais do que um centro de compras. Queremos que ele venha para almoçar, tomar um café, encontrar amigos no happy hour, reunir a família no fim de semana ou experimentar uma nova operação gastronômica. Essa diversidade fortalece o empreendimento, movimenta a economia local e amplia o tempo de permanência dos visitantes”, afirma.
A chegada do Manda Picanha, do Divino Fogão e do Frango no Pote reforça esse posicionamento e amplia um mix que combina grandes franquias nacionais, marcas regionais e operações com propostas distintas. Mais do que acompanhar uma tendência do varejo, o empreendimento investe na gastronomia como parte da experiência oferecida aos consumidores, fortalecendo seu papel como destino de compras, lazer, entretenimento e boa comida.
Johny Cândido
Jornalista
Registro Profissional nº GO 02807